pronome eu – pronome tu

Benveniste postula um locutor, definido como eu, que se apropria das formas da língua, requerendo um interlocutor, o tu; e, desse modo, a enunciação é um fenômeno individual.

Bakhtin propõe o dialogismo como princípio constitutivo da linguagem, afastando-se do subjetivismo, considerado idealista. O sujeito da enunciação é, portanto, um sujeito discursivo e não um sujeito ontológico. Não é um ser do mundo, mas um ser da linguagem.

Greimas, com grande cuidado metodológico, seguindo Saussure, não admite a existência de um referente exterior à linguagem nos estudos semióticos.

Via:
Duas concepções de enunciação | in Revista Estudos Semióticos José Luiz Fiorin DOI: 10.11606/issn.1980-4016.esse.2020.172329

MARCAS DE SUBJETIVIDADE NA LINGUAGEM: O “EU” E O “TU” COMO
ELEMENTOS ATIVADORES DA INTERAÇÃO DISCURSIVA- Francisco Renato Lima, Maria Angélica Freire de Carvalho

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