Al Mefer Visual Artist

 

via:

https://www.instagram.com/almefer/

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Em quantos corações cabemos? – Beto Dickow

Aaah se o coração realmente se abrisse
Aaah se desse pra esquecer o que se disse
Aaaah se a alma enquanto grita se despisse
Aaah se pudéssemos viver sem crendice

Quanto tempo temos?
Em quantos corações cabemos?

Ah, um dia os corações pulsarão em harmonia
Um dia eu deixo de crer que é pura crendice
Que o pensamento é um caminho, todavia
Que ilumina a estrada obscura da compreensão
Que nos guia à plenitude, ou nos desvia
Nos paradoxos infinitos dos limites do ego
A alma rasteja e o coração sangra estancado com prego

Quanto tempo temos?
Em quantos corações cabemos? Quanto tempo temos?
Há quanto tempo isso deixou de importar?
Quanto tempo temos?
Quando nós mesmos, nós mesmos seremos?

Aaah se a essência falasse
Aaah se o universo conspirasse
Aaah se a corrente de corações em enlace
Não se perdesse ou fosse pregado e se rebelasse

Quanto tempo temos?
Quanto isso importa?

Aaah se eu acreditasse
Se eu servisse pra dar passe
Se a harmonia fosse absoluta
O tempo real então é praxe
Sempre,
Nunca,
Saberemos

Em quantos corações habitamos? Quantos universos criamos?
Em quantos corações pulsamos?

Vamos?

 

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Buu!

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František Kupka => orfismo

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cri de coeur

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Ouroboros 

ou oroboro ou ainda uróboro  simboliza o ciclo da evolução voltando-se sobre si mesmo. O símbolo contém as ideias de movimento, continuidade, auto fecundação e, em consequência, eterno retorno, a espiral da evolução, a dança sagrada de morte e reconstrução, até a interrupção evolutiva do ciclo humano em uma busca do espírito noutros planos.

 

Geralmente, nos livros antigos, o símbolo vem acompanhado da expressão “Hen to pan” (o um, o todo). Remete-se assim, mais uma vez, ao tema da ressurreição, que pode simbolizar o “novo” nascimento do iniciado.

 

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Thorvaldsen

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