Calmly we walk through this April’s day

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Trieb und Instinkt

Agente propulsor, força interna que impele ininterruptamente para a ação, ímpeto perene, tendência, inclinação, instinto, impulso, força inata de origem biológica dirigida a certas finalidades, ânsia, pressão rumo a um objeto definido, vontade intensa. Na botânica, designa o broto que nasce do caule; como verbo indica a ação de tanger o gado ou encurralar a caça; na física, o processo mecânico de propulsão, no sentido de força motriz; na técnica da artilharia, é sinônimo de tiro. Na linguagem literária e filosófica do século XVII aparece como propulsor externo, estímulo, compulsão, coerção, como Instintus Divinus, força de sentido, objetivo, motivo; na filosofia e psicologia do século XVIII tem, no mais das vezes, o sentido de “Instinct“ e designa as moções primitivas e naturais.

O Treib implica na cisão entre o humano e o animal, porém Schopenhauer, Nietzsche e Freud incluíam o homem entre os animais.

[Laplanche e Pontalis – Souza (1999)]

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Instinkt – forma tranquila  e contínua que atua com a perenidade da vida

Heinrich Lossow – The Sin (1880)

Trieb – irrupção dinâmica

 

via:

FONSECA, E. R. Psiquismo e vida: sobre a noção de Trieb nas obras de Freud, Schopenhauer e Nietzsche. Curitiba: Editora da UFPR, p. 55-67, 2016.

 

 

 

 

 

 

 

 

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philomena poncioso tibúrcio mantalamão


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khinner edward?

who?

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Honne e Tatemae (本音 建前) – a verdade oculta e a encenação II

Honne

o que a pessoa verdadeiramente pensa


Tatemae

posição tomada para não causar estresse ou ferir sentimentos.

 

 


 

 

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the higher the vibration the lower the density

The Kybalion

the higher the density the lower the vibration

By The Principle of Polarity: there is low frequency, gross Matter, on one end of the scale, and infinite vibration of Absolute Spirit on the other.

By The Principle of Vibration: nothing rests; everything moves; everything vibrates. Matter, energy, and even spirit, are simply varying rates of vibration

via:

Law of Vibration – The Universal Principle of Motion [Explained]

View at Medium.com

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Punk through time

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Sinequismo

Não há separação ou divisão, mas apenas diferenças de grau, entre a natureza e a cultura, entre o orgânico e o inorgânico, o físico e o psíquico, o natural e o artificial.

Tudo é Duplo; tudo tem pólos; tudo tem o seu oposto; o igual e o desigual são a mesma coisa; os opostos são idênticos em natureza, mas diferentes em grau; os extremos se tocam; todas as verdades são meias-verdades; todos os paradoxos podem ser reconciliados.” Hermes Trismegisto

 

“A matéria é mente exaurida, hábitos inveterados tornando-se leis físicas.” Charles S. Peirce

 

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Pulsão de domínio ou vontade de poder

Pulsão designa em psicanálise um impulso energético interno que direciona o comportamento do indivíduo. O comportamento gerado pelas pulsões diferencia-se daquele gerado por decisões, por ser aquele gerado por forças internas, inconscientes, alheias ao processo decisional.

Freud (1930) coloca a pulsão de agressão, pulsão de destruição e também a pulsão de domínio ou vontade de poder e agressividade como expressões da pulsão de morte. Poder e domínio estão ligados à agressividade originária dos seres humanos e, desse modo, em toda forma de dominação o mecanismo psíquico operante tem como “relação-modelo” o par sadismo e masoquismo.

Heinrich Lossow – The Sin – 1880

A manipulação do outro como técnica de existência, o triunfo da instrumentalização, só é triunfo se os parceiros funcionarem como instrumentos desta técnica. Em consequência disso, a subjetividade vai sendo reduzida à instrumentalização, estando mais em função da pulsão de agressão, mais especificamente da pulsão de domínio, da vontade de poder. Como disse Freud (1933/1980, p.131), “realmente parece necessário que destruamos alguma outra coisa ou pessoa, a fim de não nos destruirmos a nós mesmos, a fim de nos protegermos contra o impulso de autodestruição”.

 

 

 

 

Peixoto Jr. (1999, p.270-1) enfatiza que:
Basta um mínimo de instrumentalização dos sujeitos, com a
consequente redução de suas possibilidades simbólicas, para
que a relação perversa se instale, na medida em que eles
passam a emprestar seus bens (seus corpos e seus nomes)
para o gozo de um outro. E basta que este gozo se torne um
sistema de regulação social para que a perversão ganhe o
impulso em direção ao seu estabelecimento como política.

 

Via:

http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-73952011000200007

Click to access menezes_do.pdf

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Kant e o Imperativo Categórico e o Impeativo Hipotético

Imperativo Hipotético:

faz-se X para atingir Y

 

Imperativo Categórico:

deve-se fazer X, não importa o que se quer atingir

Proposições analíticas a priori  e sintéticas a posteriori e a priori …

O uso puramente intelectual da razão conduz à falacias, a razão só é corretamente usada quando direcionada para fins morais (Kant)

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Tabula Smaragdina

A Tábua de Esmeralda

 

O primeiro vestígio documentado sobre a Tábua de Esmeralda pode ser encontrado numa carta de Aristóteles a Alexandre o Grande durante a sua campanha na Pérsia. Esta carta integra na versão em latim da grande obra “Secretum Secretorum” (“Segredo dos Segredos”); traduzida a partir do original em Árabe “Kitab Sirr al-Asrar”, que é um gênero de livro de conselhos, tratado e enciclopédia para todos os grandes governantes da época.

  • É verdade, certo e muito verdadeiro:
  • O que está em baixo é como o que está em cima e o que está em cima é como o que está em baixo, para realizar os milagres de uma única coisa.
  • E assim como todas as coisas vieram do Um, assim todas as coisas são únicas, por adaptação.
  • O Sol é o pai, a Lua é a mãe, o vento o embalou em seu ventre, a Terra é sua alma;
  • O Pai de toda Telesma do mundo está nisto.
  • Seu poder é pleno, se é convertido em Terra.
  • Separarás a Terra do Fogo, o subtil do denso, suavemente e com grande perícia.
  • Sobe da terra para o Céu e desce novamente à Terra e recolhe a força das coisas Superiores e inferiores.
  • Desse modo obterás a glória do mundo.
  • E se afastarão de ti todas as trevas.
  • Nisso consiste o poder poderoso de todo poder:
  • Vencerás todas as coisas subtís e penetrarás em tudo o que é sólido.
  • Assim o mundo foi criado.
  • Esta é a fonte das admiráveis adaptações aqui indicadas.
  • Por esta razão fui chamado de Hermes Trismegisto, pois possuo as três partes da filosofia universal.
  • O que eu disse da Obra Solar é completo.

via:

https://osegredo.com.br/tabua-de-esmeralda/

 

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MANIFESTO ANARQUISTA – Texto dedicado a Errico Malatesta.

Nós, anarquistas, compreendemos o mundo e, junto dele, toda sua deslumbrante diversidade biológica, sua riqueza natural multiforme, formada por todas as espécies, cadeias de seres vivos e elementos transitórios coadunados, em uníssono, a todos os nossos humanos semelhantes, estes: únicos, nossos iguais, sublimíssimos e verdadeiros irmãos. Nós, não conseguiríamos, sequer poderíamos imaginá-los, como estas meras mercadorias descartáveis e efêmeras, tão em voga no nosso tempo, utilizadas unicamente para a satisfação e bel prazer pessoal; muito menos,conseguiríamos tolerá-los, idolatrá-los como nossos supostos líderes, donos, superiores, chefes ou senhores. Os enxergamos da forma mais elementar, e ao mesmo tempo, elevada possível. Os percebemos como sendo e fazendo parte de um organismo social, Uno, planetário, vivo, indissociável, complexo e interligado com milhões de possíveis conexões, estas, intimamente conscientes de algo maior – eu até poderia aqui descrever algo como “um coletivo universal” – tornando-se, entendendo-se e assim sendo, inevitavelmente solidárias. Os vemos como amigos imprescindíveis, fraternos, cúmplices de nossa incansável e universal esperança, que, há séculos nos foi roubada, e, que agora prostituída, brada como um trovão em nossas gargantas pela ardente, sequiosa, completa e libertária Justiça. Nós, anarquistas, estamos despertos, somos como o “primeiro homem” (no antigo mito de Platão), onde, libertando-se de seu medo interior (originado e devido ao medo coletivo), abandonou a caverna de sombras que habitava em busca de seu sonho, de seu mundo mágico, fascinante e real. Assim como o “primeiro homem” citado, também imaginamos, acreditamos, e para ser sincero, temos completa certeza de que podemos transmutar este mundo de sombras e sobras por um mundo de encanto, abundância e vida… Um mundo solidário, com flores, mel, cultura, trabalho, arte, dignidade, liberdade e principalmente, pão à todas as bocas. Este mundo, seria como o brilho calmo de uma nova manhã refletida na indulgente e a nós devotada luz do Sol. Nós, anarquistas, vigilantes, sabemos perfeitamente que todas as nossas ações individualistas mal planejadas, interferem, direta e drasticamente no movimento conjunto, sui generis global, e na conexão de todas as interdependências humanas. Possuímos total convicção de que todos os sistemas anteriormente e erroneamente teorizados, formulados em hierarquias, em classes, em acúmulo de capital e monopólios, falharam. Estes sistemas, em sua totalidade, apenas nos ensinaram como o homem pode ser corrompido, mau, opressor, presunçoso, ditador, arrogante, autoritário e tirano para com seus semelhantes, se estes, lhes deixarem assumir ou lhe delegarem poder… A integralidade destes sistemas escravizou, e, a perpetuação incessante de suas covardias ainda nos tortura – os corpos, as mentes, nossos anseios, sentimentos, nosso tão precioso tempo, nossas vontades e, sobretudo, nossas verdadeiras paixões – diariamente. Há tempos percebemos com exatidão a total ineficácia da “ordem” burguesa estabelecida. Esta “ordem” é formada por igrejas, bancos, oligarquias, escolas, conglomerados megalomaníacos de investidores monetários que lucram exorbitantemente sobre a miséria e a falta de instrução do povo, pela polícia, exércitos, pela propriedade privada latifundiária hereditária, pelo aparato doentio, corrupto e ultrapassado do Estado, pelas fronteiras, pelas barreiras físicas e mentais instituídas em lei e em decretos religiosos, pela mídia, pelos jogos de alienação em massa, pelas mentiras incessantemente repetidas e propagandeadas por jornais, rádios e televisores à inculta e desorientada plebe faminta. Nós, anarquistas, buscamos a emancipação completa da liberdade humana! Liberdade esta, que encontrará a sua totalidade e refúgio na livre associação de indivíduos conscientes, na intrínseca vontade de homens e mulheres – com iguais direitos e deveres – em querer transcender as atuais, brutais e assassinas formas de condicionamento, que buscarão, aperfeiçoando constantemente novas formas de ensino, novas maneiras de aprendizado e educação às futuras gerações, tendo por princípios: unicamente a razão de suas mentes e a soberania complacente da Ciência. O homem, emancipado, dono de Si, não mais subjugado em seu nascimento como há séculos o é, perceberá que a liberdade, só poderá ser experimentada e vivificada plenamente por todos na comunhão da igualdade social, igualdade esta: política e também econômica. A liberdade, às vezes a nós relatada em livros de contos ou romances pela classe privilegiada, nunca nos é verdadeiramente esclarecida ou assimilada plenamente porque: a grande e vilipendiada maioria do povo, por não possuir os meios de produção e subsistência, e também por não ter acesso à instrução integral, sucumbe em sua escravidão e ignorância. Nós, anarquistas, somos completamente contrários às atuais formas de divisão do trabalho, o trabalho parcelar, mecânico, repetitivo, nocivo e hostil à mente e ao corpo do indivíduo, que espreitado pela sua própria fome ou, pela digna e honrosa ânsia em buscar o sustento de sua família, sujeita-se à exploração econômica capitalista. O homem moderno, bestial, homem-máquina, embrutecido e escravo-padrão, tem seu espírito destruído pela uniformidade e mecanização das fábricas, pelas jornadas intermináveis de trabalho nas indústrias, que lhes esgota e lhes rouba a alma em troca de sua sobrevivência, que lhe impossibilita expandir seus níveis de autoconhecimento, de compreensão e entendimento sobre o que é a ajuda-mútua, a fraternidade e a solidariedade humanas. Se buscássemos, absorvêssemos esta percepção, o ideal anarquista – a consciência altruísta de mundo e de comunidade, a transmutação generosa e completa de nossos valores, de nossos princípios, de nosso pensar, de nosso semear e de nosso convívio – por nós, seria instaurado… Nós, anarquistas, sabemos perfeitamente que as instituições religiosas e de ensino, as judiciais e burocráticas, as industriais e latifundiárias, foram meios autoritariamente legalizados pelo Estado para que a classe dominante (pequena aristocracia privilegiada) continuasse deles desfrutando e, perpetuasse o adestramento do pensar e do agir em massa, ludibriando deste modo, o povo ao querer egoísta mesquinho, entretendo-o com distrações medíocres e volúveis, com o consumo compulsivo de produtos e sentimentos fugazes, fazendo-o crer, depois de repetirem-lhe incomensuravelmente suas mentiras – até conseguirem as fazer se tornar “verdades” – que, o individualismo egocêntrico e a competitividade (excludente de vidas e alianças), foram e continuam sendo as únicas soluções aceitáveis para a qual, a sociedade humana deve continuar existindo. Desta exclusão social, degradada pela individualidade e a competitividade exacerbada, é que resultam a imensa maioria das iniquidades, transtornos, violências e distorções sociais praticadas por mentes e espíritos que se tornam doentes, unicamente por desconhecerem uma sociedade mais justa e outras formas de cooperação e convivência harmoniosa. Os transgressores, infratores, ladrões de toda espécie, maníacos e marginais, são o “produto” – quer queiram ou não – do próprio meio que um dia lhes vomitou à margem, à restrição, ao afastamento do “bom convívio social”. Nós, anarquistas, somos contrários à todas as atuais formas de cárceres, prisões degradantes, fronteiras, patriotismos, partidos políticos, governos, alfândegas, barreiras… Acreditamos que apenas indivíduos livres (libertos de todas as imposições e misticismos) poderão absorver e possuir a consciência necessária para restituir a honra, a moral, os princípios fundamentais que nortearão uma nova sociedade baseada no convívio da paz, ajuda, cooperação e apoio-mútuos. Nós, anarquistas, estamos cientes de que homem nenhum recebeu ou herdou da natureza o direito de explorar, escravizar e mandar em outro homem.  As religiões, assim como todos os atuais governos, a propriedade privada latifundiária hereditária, as castas sociais abastadas e os privilégios hierárquicos são apenas meras invenções da profana, ambiciosa e egoísta mente humana. Mais do que na hora está de destruirmos todas estas ilusões! A Anarquia Vive! O Amor é compartilhado neste momento!!!!!!!

Marciano Junior Maraschin

Via:

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Paradoxo de bootstrap

ou paradoxo ontológico

a theoretical paradox of time travel that occurs when an object or piece of information sent back in time becomes trapped within an infinite cause-effect loop in which the item no longer has a discernible point of origin, and is said to be “uncaused” or “self-created”.

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