Kant e o Imperativo Categórico e o Impeativo Hipotético

Imperativo Hipotético:

faz-se X para atingir Y

 

Imperativo Categórico:

deve-se fazer X, não importa o que se quer atingir

Proposições analíticas a priori  e sintéticas a posteriori e a priori …

O uso puramente intelectual da razão conduz à falacias, a razão só é corretamente usada quando direcionada para fins morais (Kant)

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Tabula Smaragdina

A Tábua de Esmeralda

 

O primeiro vestígio documentado sobre a Tábua de Esmeralda pode ser encontrado numa carta de Aristóteles a Alexandre o Grande durante a sua campanha na Pérsia. Esta carta integra na versão em latim da grande obra “Secretum Secretorum” (“Segredo dos Segredos”); traduzida a partir do original em Árabe “Kitab Sirr al-Asrar”, que é um gênero de livro de conselhos, tratado e enciclopédia para todos os grandes governantes da época.

  • É verdade, certo e muito verdadeiro:
  • O que está em baixo é como o que está em cima e o que está em cima é como o que está em baixo, para realizar os milagres de uma única coisa.
  • E assim como todas as coisas vieram do Um, assim todas as coisas são únicas, por adaptação.
  • O Sol é o pai, a Lua é a mãe, o vento o embalou em seu ventre, a Terra é sua alma;
  • O Pai de toda Telesma do mundo está nisto.
  • Seu poder é pleno, se é convertido em Terra.
  • Separarás a Terra do Fogo, o subtil do denso, suavemente e com grande perícia.
  • Sobe da terra para o Céu e desce novamente à Terra e recolhe a força das coisas Superiores e inferiores.
  • Desse modo obterás a glória do mundo.
  • E se afastarão de ti todas as trevas.
  • Nisso consiste o poder poderoso de todo poder:
  • Vencerás todas as coisas subtís e penetrarás em tudo o que é sólido.
  • Assim o mundo foi criado.
  • Esta é a fonte das admiráveis adaptações aqui indicadas.
  • Por esta razão fui chamado de Hermes Trismegisto, pois possuo as três partes da filosofia universal.
  • O que eu disse da Obra Solar é completo.

via:

https://osegredo.com.br/tabua-de-esmeralda/

 

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MANIFESTO ANARQUISTA – Texto dedicado a Errico Malatesta.

Nós, anarquistas, compreendemos o mundo e, junto dele, toda sua deslumbrante diversidade biológica, sua riqueza natural multiforme, formada por todas as espécies, cadeias de seres vivos e elementos transitórios coadunados, em uníssono, a todos os nossos humanos semelhantes, estes: únicos, nossos iguais, sublimíssimos e verdadeiros irmãos. Nós, não conseguiríamos, sequer poderíamos imaginá-los, como estas meras mercadorias descartáveis e efêmeras, tão em voga no nosso tempo, utilizadas unicamente para a satisfação e bel prazer pessoal; muito menos,conseguiríamos tolerá-los, idolatrá-los como nossos supostos líderes, donos, superiores, chefes ou senhores. Os enxergamos da forma mais elementar, e ao mesmo tempo, elevada possível. Os percebemos como sendo e fazendo parte de um organismo social, Uno, planetário, vivo, indissociável, complexo e interligado com milhões de possíveis conexões, estas, intimamente conscientes de algo maior – eu até poderia aqui descrever algo como “um coletivo universal” – tornando-se, entendendo-se e assim sendo, inevitavelmente solidárias. Os vemos como amigos imprescindíveis, fraternos, cúmplices de nossa incansável e universal esperança, que, há séculos nos foi roubada, e, que agora prostituída, brada como um trovão em nossas gargantas pela ardente, sequiosa, completa e libertária Justiça. Nós, anarquistas, estamos despertos, somos como o “primeiro homem” (no antigo mito de Platão), onde, libertando-se de seu medo interior (originado e devido ao medo coletivo), abandonou a caverna de sombras que habitava em busca de seu sonho, de seu mundo mágico, fascinante e real. Assim como o “primeiro homem” citado, também imaginamos, acreditamos, e para ser sincero, temos completa certeza de que podemos transmutar este mundo de sombras e sobras por um mundo de encanto, abundância e vida… Um mundo solidário, com flores, mel, cultura, trabalho, arte, dignidade, liberdade e principalmente, pão à todas as bocas. Este mundo, seria como o brilho calmo de uma nova manhã refletida na indulgente e a nós devotada luz do Sol. Nós, anarquistas, vigilantes, sabemos perfeitamente que todas as nossas ações individualistas mal planejadas, interferem, direta e drasticamente no movimento conjunto, sui generis global, e na conexão de todas as interdependências humanas. Possuímos total convicção de que todos os sistemas anteriormente e erroneamente teorizados, formulados em hierarquias, em classes, em acúmulo de capital e monopólios, falharam. Estes sistemas, em sua totalidade, apenas nos ensinaram como o homem pode ser corrompido, mau, opressor, presunçoso, ditador, arrogante, autoritário e tirano para com seus semelhantes, se estes, lhes deixarem assumir ou lhe delegarem poder… A integralidade destes sistemas escravizou, e, a perpetuação incessante de suas covardias ainda nos tortura – os corpos, as mentes, nossos anseios, sentimentos, nosso tão precioso tempo, nossas vontades e, sobretudo, nossas verdadeiras paixões – diariamente. Há tempos percebemos com exatidão a total ineficácia da “ordem” burguesa estabelecida. Esta “ordem” é formada por igrejas, bancos, oligarquias, escolas, conglomerados megalomaníacos de investidores monetários que lucram exorbitantemente sobre a miséria e a falta de instrução do povo, pela polícia, exércitos, pela propriedade privada latifundiária hereditária, pelo aparato doentio, corrupto e ultrapassado do Estado, pelas fronteiras, pelas barreiras físicas e mentais instituídas em lei e em decretos religiosos, pela mídia, pelos jogos de alienação em massa, pelas mentiras incessantemente repetidas e propagandeadas por jornais, rádios e televisores à inculta e desorientada plebe faminta. Nós, anarquistas, buscamos a emancipação completa da liberdade humana! Liberdade esta, que encontrará a sua totalidade e refúgio na livre associação de indivíduos conscientes, na intrínseca vontade de homens e mulheres – com iguais direitos e deveres – em querer transcender as atuais, brutais e assassinas formas de condicionamento, que buscarão, aperfeiçoando constantemente novas formas de ensino, novas maneiras de aprendizado e educação às futuras gerações, tendo por princípios: unicamente a razão de suas mentes e a soberania complacente da Ciência. O homem, emancipado, dono de Si, não mais subjugado em seu nascimento como há séculos o é, perceberá que a liberdade, só poderá ser experimentada e vivificada plenamente por todos na comunhão da igualdade social, igualdade esta: política e também econômica. A liberdade, às vezes a nós relatada em livros de contos ou romances pela classe privilegiada, nunca nos é verdadeiramente esclarecida ou assimilada plenamente porque: a grande e vilipendiada maioria do povo, por não possuir os meios de produção e subsistência, e também por não ter acesso à instrução integral, sucumbe em sua escravidão e ignorância. Nós, anarquistas, somos completamente contrários às atuais formas de divisão do trabalho, o trabalho parcelar, mecânico, repetitivo, nocivo e hostil à mente e ao corpo do indivíduo, que espreitado pela sua própria fome ou, pela digna e honrosa ânsia em buscar o sustento de sua família, sujeita-se à exploração econômica capitalista. O homem moderno, bestial, homem-máquina, embrutecido e escravo-padrão, tem seu espírito destruído pela uniformidade e mecanização das fábricas, pelas jornadas intermináveis de trabalho nas indústrias, que lhes esgota e lhes rouba a alma em troca de sua sobrevivência, que lhe impossibilita expandir seus níveis de autoconhecimento, de compreensão e entendimento sobre o que é a ajuda-mútua, a fraternidade e a solidariedade humanas. Se buscássemos, absorvêssemos esta percepção, o ideal anarquista – a consciência altruísta de mundo e de comunidade, a transmutação generosa e completa de nossos valores, de nossos princípios, de nosso pensar, de nosso semear e de nosso convívio – por nós, seria instaurado… Nós, anarquistas, sabemos perfeitamente que as instituições religiosas e de ensino, as judiciais e burocráticas, as industriais e latifundiárias, foram meios autoritariamente legalizados pelo Estado para que a classe dominante (pequena aristocracia privilegiada) continuasse deles desfrutando e, perpetuasse o adestramento do pensar e do agir em massa, ludibriando deste modo, o povo ao querer egoísta mesquinho, entretendo-o com distrações medíocres e volúveis, com o consumo compulsivo de produtos e sentimentos fugazes, fazendo-o crer, depois de repetirem-lhe incomensuravelmente suas mentiras – até conseguirem as fazer se tornar “verdades” – que, o individualismo egocêntrico e a competitividade (excludente de vidas e alianças), foram e continuam sendo as únicas soluções aceitáveis para a qual, a sociedade humana deve continuar existindo. Desta exclusão social, degradada pela individualidade e a competitividade exacerbada, é que resultam a imensa maioria das iniquidades, transtornos, violências e distorções sociais praticadas por mentes e espíritos que se tornam doentes, unicamente por desconhecerem uma sociedade mais justa e outras formas de cooperação e convivência harmoniosa. Os transgressores, infratores, ladrões de toda espécie, maníacos e marginais, são o “produto” – quer queiram ou não – do próprio meio que um dia lhes vomitou à margem, à restrição, ao afastamento do “bom convívio social”. Nós, anarquistas, somos contrários à todas as atuais formas de cárceres, prisões degradantes, fronteiras, patriotismos, partidos políticos, governos, alfândegas, barreiras… Acreditamos que apenas indivíduos livres (libertos de todas as imposições e misticismos) poderão absorver e possuir a consciência necessária para restituir a honra, a moral, os princípios fundamentais que nortearão uma nova sociedade baseada no convívio da paz, ajuda, cooperação e apoio-mútuos. Nós, anarquistas, estamos cientes de que homem nenhum recebeu ou herdou da natureza o direito de explorar, escravizar e mandar em outro homem.  As religiões, assim como todos os atuais governos, a propriedade privada latifundiária hereditária, as castas sociais abastadas e os privilégios hierárquicos são apenas meras invenções da profana, ambiciosa e egoísta mente humana. Mais do que na hora está de destruirmos todas estas ilusões! A Anarquia Vive! O Amor é compartilhado neste momento!!!!!!!

Marciano Junior Maraschin

Via:

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Paradoxo de bootstrap

ou paradoxo ontológico

a theoretical paradox of time travel that occurs when an object or piece of information sent back in time becomes trapped within an infinite cause-effect loop in which the item no longer has a discernible point of origin, and is said to be “uncaused” or “self-created”.

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object-oriented ontology

In metaphysics, object-oriented ontology (OOO) is a 21st-century Heidegger-influenced school of thought that rejects the privileging of human existence over the existence of nonhuman objects. This is in contrast to what it calls the “anthropocentrism” of Kant’s Copernican Revolution, as accepted by most other current metaphysics, in which phenomenal objects are said to conform to the mind of the subject and, in turn, become products of human cognition. Object-oriented ontology maintains that objects exist independently (as Kantian noumena) of human perception and are not ontologically exhausted by their relations with humans or other objects. For object-oriented ontologists, all relations, including those between nonhumans, distort their related objects in the same basic manner as human consciousness and exist on an equal footing with one another.

Object-oriented ontology is often viewed as a subset of speculative realism, a contemporary school of thought that criticizes the post-Kantian reduction of philosophical enquiry to a correlation between thought and being, such that the reality of anything outside of this correlation is unknowable. Object-oriented ontology predates speculative realism, however, and makes distinct claims about the nature and equality of object relations to which not all speculative realists agree. The term “object-oriented philosophy” was coined by Graham Harman, the movement’s founder, in his 1999 doctoral dissertation “Tool-Being: Elements in a Theory of Objects”. In 2009, Levi Bryant rephrased Harman’s original designation as “object-oriented ontology”, giving the movement its current name.

via:

https://en.wikipedia.org/wiki/Object-oriented_ontology

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Lei do Terceiro Excluído

O princípio do terceiro excluído (em latim, principium tertii exclusi ou tertium non datur), juntamente com seu complemento, o princípio da não-contradição (a segunda das três leis clássicas do pensamento), são correlatos da lei da identidade (a primeira dessas leis). Por o princípio da identidade particionar o universo em exatamente duas partes, ele cria uma dicotomia na qual as duas partes são “mutualmente exclusivas” e “mutualmente exaustivas”. O princípio da contradição é meramente uma expressão do aspecto mutualmente exclusivo dessa dicotomia, e o princípio do terceiro excluído é uma expressão desse aspecto mutualmente exaustivo.
No campo social ou político, devido à complexidade envolvida, o princípio funciona de fato como uma lógica de exclusão:

Lei da Identidade: X é X

Lei da não-contradição: nada pode ser ao mesmo tempo, X e não-X

Lei do terceiro excluído: todas as coisa são X e não-X

 

Princípio da dedução é a modalidade de raciocínio lógico que faz uso da dedução para obter uma conclusão a respeito de determinada(s) premissa(s). Essencialmente, os raciocínios dedutivos se caracterizam por apresentar conclusões que devem, necessariamente, ser verdadeiras caso todas as premissas sejam verdadeiras e se o raciocínio respeitar uma forma lógica válida. Partindo de princípios reconhecidos como verdadeiros (premissa maior), o pesquisador estabelece relações com uma segunda proposição (premissa menor) para, a partir de raciocínio lógico, chegar à verdade daquilo que propõe (conclusão). O Princípio da indução normalmente se contrasta à dedução ao estabelecer informações prováveis baseadas em regularidades observadas. No princípio da uniformidade da natureza a mente atua por meio de uma reflexão em que há um princípio que auxilia nossas inferências. Os elementos da Natureza sempre agem de forma regular, como se estivessem seguindo leis. Princípio da Causação Universal: para cada evento no Universo existe uma série de condições prévias que inevitavelmente fizeram com que o evento acontecesse.

 

Considera adversário todo o não-apoiador, seja ele um simpatizante ou não do oponente.

Se não está comigo, está contra mim.

Só há o preto ou o branco,

Buda pregava o “caminho do meio”, no qual a trilha para o nirvana deve ser livre de extremismos, tanto do hedonismo e da autoindulgência como da automortificação e do ascetismo.

 

 

 

 

 

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Antinomias

Afirmação simultânea de duas proposições (tesessentenças etc.) contraditórias entre si. Também denominadas lacunas de conflito a antinomia é a presença de duas normas conflitantes, válidas e emanadas de autoridade competente, sem que se possa dizer qual delas merecerá aplicação em determinado caso concreto.

Na análise das antinomias, três critérios devem ser levados em conta para a solução dos conflitos, em ordem crescente de importância:

  1. critério cronológico: norma posterior prevalece sobre norma anterior;
  2. critério da especialidade: norma especial prevalece sobre norma geral;
  3. critério hierárquico: norma superior prevalece sobre norma inferior.
  1. Antinomia de 1º grau: conflito de normas que envolve apenas um dos critérios expostos.
  2. Antinomia de 2º grau: choque de normas válidas que envolve dois dos critérios antes analisados.

via: http://genjuridico.com.br/2015/02/25/breve-estudo-das-antinomias-ou-lacunas-de-conflito/#:~:text=Na%20an%C3%A1lise%20das%20antinomias%2C%20tr%C3%AAs,superior%20prevalece%20sobre%20norma%20inferior.

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Argumentum Ignoratio Elenchi

O sofisma de conclusão irrelevante (ou ignoratio elenchi) busca iludir o interlocutor apresentando uma conclusão que não é, de modo algum, decorrente das premissas apresentadas. As premissas não sustentam a conclusão, que não decorre logicamente daquelas, ou não está com elas relacionada. Há uma utilização de “inteligência confusa” para confundir o auditório. As premissas podem até ser verdadeiras, mas não levam à conclusão proposta pelo orador.

via:

http://nsvg4.site44.com/Sofisma%20de%20conclus%C3%A3o%20irrelevante.html

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Clas Myrddin

Clas Myrddin, or Merlin’s Enclosure, is an early name for Great Britain given in the Third Series of Welsh Triads. It is implied that it is the oldest name, as opposed to “Albion“, but the implication is not wholly credible.

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V.I.T.R.I.O.L.

Visita Interiora Terrae, Rectificando, Invenies Occultum Lapidem“, que quer dizer: Visita o Centro da Terra, Retificando-te, encontrarás a Pedra Oculta (ou Filosofal). Filosoficamente ela quer dizer: Visita o Teu Interior, Purificando-te, Encontrarás o Teu Eu Oculto, ou, “a essência da tua alma humana”. É o símbolo universal da constante busca do homem para melhorar a si mesmo e a sociedade em geral. O termo é atribuído à um monge beneditino chamado Basile Valentin que viveu em meados do século XV, na Alemanha.

Para os místicos, este é o termo mais misterioso e secreto que se conhece, a verdadeira palavra-passe ou o “abre-te Sésamo” para o “Mundo Oculto dos Deuses” ou dos “Homens Semi-Deuses”.

No ritual da Iniciação Maçônica, Templária, Rosa-cruz ou outra do gênero (consignada pela Tradição Hermética das Idades), o neófito/aprendiz em dado momento se vê confrontado com essa expressão e frequentemente não tem a menor ideia do que se trata. Esta sigla está presente principalmente em Câmara de Reflexão, uma área utilizada na simbologia maçônica onde os maçons entram e refletem sua mortalidade material e consequente necessidade de elevação espiritual.

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wei Wu wei

ação sem ação

The Wu Wei Ninja aims to diminish negativity in the world: rather than blocking a punch and causing pain to the fist of the attacker, the Wu Wei Ninja moves with the punch, allowing for soft impact. The Wu Wei Ninja may even fall over from this, pretending defeat and weakness, if this is the only path to diffusing the anger in their opponent. In an extreme situation, the Ninja will flee from the situation, and only in cases of extreme violence and danger, the Ninja will restrain the opponent without violence or anger.

 

via:
https://movementzoo.pagedip.app/movementzoo/translation-blog/of-the-mind/wu-wei-ninja

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Assinatura Vibracional

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Silentium Incarnatum

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