narcissism of small differences

der Narzissmus der kleinen Differenzen

 

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inflexion point

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a decadência do homem ocidental – Nietzsche

Para Nietzsche o niilismo é um fenômeno que indica a decadência do homem ocidental. Essa decadência ocorreria devido à dois grandes fatores

Primeiro, o racionalismo socrático, que instaura o predomínio da razão, da racionalidade argumentativa, da lógica, do conhecimento científico, da demonstração, “espírito apolíneo”, derivado de Apolo, severo deus da ordem e do equilíbrio, da razão e da luz. Assim, perde-se a proximidade da natureza e suas forças vitais, a alegria, o excesso, ou seja, o “espírito dionisíaco”, a própria vida. A história da filosofia é a história do triunfo da razão contra a “afirmação da vida”. A vida foi subjugada pela razão.

Em segundo lugar, o cristianismo, definido como o platonismo do povo, que também condena o corpo, condena a vida, e valoriza os ressentidos, os medrosos (o medo é pai da moral), que negam a vontade e o desejo – os cristãos, que temem os homens livres e fortes, criaram um inferno fictício para jogá-los. Nossa cultura seria decadente, niilista, porque estava asfixiada por conceitos como Revolução, Estado, Razão ou Deus, que são vazios, amparados no nada, e sufocam nossa vida em nome de conceitos. Homens como Platão e Kant, ao colocar a verdade no outro mundo e definir esse mundo como falsidade ou ilusão, teriam contribuído para nossa decadência. O aspecto negativo do niilismo de Nietzsche.

via:

Se liga nessa Hitsória: https://www.youtube.com/watch?v=mqgGPlC2H4c

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try to see it my way

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Hang loose

Quando o mar é mais forte, abandona-te às ondas

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Taverna da Corneta

A cara do Brasil

via:

https://www.bbc.com/portuguese/geral-43857602

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Divisão do Trabalho

A divisão parcelar ou pormenorizada do trabalho, divisão manufatureira do trabalho ou divisão técnica do trabalho é típica do modo de produção capitalista. Refere-se à fragmentação de uma especialidade produtiva em numerosas operações limitadas, de modo que o produto resulta de uma grande quantidade de operações executadas por trabalhadores especializados em cada tarefa. Surge em meados do século XVIII com a manufatura e caracteriza o sistema de fábricas. O capitalismo industrial começa quando um grande número de trabalhadores é empregado por um capitalista (Braverman, 1981). Inicialmente, o processo de trabalho era igual ao executado na produção feudal, no artesanato nas guildas (vidreiros, padeiros, ferreiros, marceneiros, boticários, cirurgiões). O domínio do processo estava com os trabalhadores. Ao reuni-los, seja nas guildas seja na oficina capitalista, seja no hospital, surge o problema da gerência. Para o próprio trabalho cooperativo já era necessário: ordenar as operações, centralizar o suprimento de materiais, registro de custos, folha de pagamentos etc. No capitalismo industrial manufatureiro, os trabalhadores ficam especializados em parcelas (tarefas/atividades específicas) do processo de produção dentro de uma mesma especialidade produtiva, e o controle do processo passa para a gerência.

Essa mudança tem como conseqüência para os trabalhadores a alienação e para o capitalista constitui-se em um problema gerencial. Esse fenômeno é qualitativamente diferente da ‘divisão social do trabalho’ na sociedade que foi explicada, inicialmente, pela clássica análise de Adam Smith (1723-1790), no An Inquiry into the Nature and Causes of the Wealth of Nations (A Riqueza das Nações) a respeito do processo de produção em uma fábrica de alfinetes. A análise deste fenômeno de fragmentação do processo de produção foi mais bem qualificada com os estudos de Charles Babbage (em On the Economy of Machinery, de 1832) ao acrescentar que essa forma de divisão do trabalho não apenas fragmenta o processo permitindo um aumento da produtividade como também hierarquiza as atividades, atribuindo valores diferentes a cada tarefa executada por diferentes trabalhadores ou grupo de trabalhadores específicos. Assim, aumenta a produtividade não só pelo aumento numérico dos produtos em uma determinada unidade de tempo como também aumenta a produtividade diminuindo o custo da força de trabalho comprada pelo capitalista.

 

A emergência da ‘divisão parcelar do trabalho’ que muitos autores denominam ‘divisão técnica do trabalho’ (Abercrombie, Hill & Turner, 2000) ocorre no bojo de um processo mais amplo de mudanças, no qual se destacam: a apropriação capitalista dos meios de produção (força de trabalho, objetos de trabalho e instrumentos); a associação de diversos trabalhadores em um mesmo espaço físico, onde cada um desenvolve uma tarefa específica, e o produto só é obtido como resultado do trabalho coletivo, ou, nas palavras de Marx (1980), o produto resulta de um trabalhador coletivo; a modificação do papel da gerência para o de controle do processo e da força de trabalho; e a expropriação do trabalhador do produto do seu trabalho. Opera-se uma divisão entre trabalho manual (que transforma o objeto) e intelectual (a consciência que o trabalhador tem sobre o trabalho), separa-se concepção e execução.

 

ABERCROMBIE, N.; HILL, S. & TURNER, B. The Penguin Dictionary of Sociology. 4.ed. London: Penguin Books, 2000.

BRAVERMAN, H. Trabalho e Capital Monopolista: a degradação do trabalho no século XX. 3.ed. Rio de Janeiro: Zahar,1981. (1.ed., 1974)

HENK, T. The erosion of trade unions. In: HENK, T. (Ed.) Globalization and Third World Unions: the challenge of rapid economic change. London/New Jersey: Zed Books, 1988.

MARGLIN, S. A. Origem e funções do parcelamento das tarefas. Para que servem os patrões? In: GORZ, A. (Org.) Crítica da Divisão do Trabalho. São Paulo: Martins Fontes, 1980. (1.ed., 1973)

MARX, K. O Capital. 8.ed. São Paulo: Difel, 1982. Livro 1, v.1. (1.ed., 1867) SMITH, A. An Inquiry into the Nature and Causes of the Wealth of Nations. 5.ed. London: Methuen and Co./Edwin Cannan, 1904. (1.ed., 1776).

 

via:

http://www.sites.epsjv.fiocruz.br/dicionario/verbetes/divsoctra.html

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