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Silentium Incarnatum
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Nassim Nicholas Taleb – antifrágil
Algo resiliente resiste aos choques mas se mantém da mesma forma de antes. O antifrágil resiste aos choques e se torna ainda melhor.
algumas coisas “se beneficiam de choques, crescem quando expostas a volatilidade, aleatoriedade, desordem, e situações estressantes e adoram aventura”.
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Pulp Fiction à la Mario Bros.
by Fools Paradise: https://doublefools.blogspot.com/


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Jakub Rozalski – Howling at the Moon
The Polish artist Jakub Rozalski, who goes by the sobriquet “Mr. Werewolf,” has produced an amusing series of steampunk-ish canvases in which serene and idyllic rustic landscapes of what seem to be Eastern Europe (Rozalski’s very back yard, you might say) in the early decades of the 20th century feature the prominent and inexplicable existence of completely fictitious giant mecha robots.
via:
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conscientia
Consciência Ingênua
imagina que tudo se resolve com o tempo
Consciência Asséptica
acredita na pureza das ações dos detentores dos poderes
Consciência Crítica
organiza-se conforme argumentos historicizados que promovam libertação e engajamento de luta
Consciência Fenomenológica
ampara-se na perspectiva da cosmovisão, da cultura e dos registros imemoriais que cada pessoa carrega e com ela organiza suas compreensões e ações
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Wes Wilson, Psychedelic San Francisco Poster Artist
Robert Wesley Wilson was born in Sacramento, CA on July 15, 1937, and eventually found his way to San Francisco State where he worked at a small printing press to put himself through school. While working at the press, the demand for concert posters and handbills exploded with the advent of the Haight-Ashbury movement of the mid-to-late 1960s, and Wilson was more than happy to oblige the skyrocketing demand.
via:
Wes Wilson, Psychedelic San Francisco Poster Artist, Dead At 82 [Video]
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Hegemonia cultural
Antonio Gramsci, para descrever o tipo de dominação ideológica de uma classe social sobre outra, particularmente da burguesia sobre o proletariado, conceitua hegemonia cultural que se manifesta, por exemplo, quando os interesses da alta burguesia de um país são identificados aos interesses de toda sociedade do país ou quando a historiografia se concentra apenas em grupos ou indivíduos de elite.
Segundo Gramsci, quase nunca é possível o domínio bruto de uma classe sobre as demais, a não ser nas ditaduras abertas e terroristas. Para o pensador sardo, correlacionar poder e classes sociais é, certamente, um imperativo de método, mas uma classe dominante, para ser também dirigente, deve articular em torno de si um bloco de alianças e obter, pelo menos, o consenso passivo das classes e camadas dirigidas. Para tanto, a classe dominante não hesita em sacrificar uma parte dos seus interesses materiais imediatos, superando o horizonte corporativo, de modo a propiciar, exatamente, a construção de uma hegemonia ético–política.
Ao estudar os mecanismos de construção desta hegemonia, Gramsci chega a um conceito fundamental na sua teoria política, a saber, o conceito de Estado ampliado, segundo o qual o Estado não é um puro instrumento de força a serviço da classe dominante, tal como o definiam versões mecanicistas do próprio marxismo, mas uma força revestida de consenso, coerção acompanhada de hegemonia. O Estado ampliado, assim, cabe na fórmula: sociedade política+sociedade civil. E, nas sociedades de tipo ocidental, a hegemonia, que se decide nas inúmeras instâncias e mediações da sociedade civil, não pode ser ignorada pelos grupos sociais subalternos, que aspiram a modificar sua condição e a dirigir o conjunto da sociedade.
O sentido de progresso civilizatório, implicado na estratégia gramsciana, reside no fato de que, prospectivamente, todo o movimento deve acontecer no sentido de uma “reabsorção do Estado político pela sociedade civil“, com o predomínio crescente de elementos de autogoverno e (auto)consciência. A contraprova disso é que, nos Cadernos do cárcere, formula-se de modo pioneiro uma crítica ao stalinismo, que, para Gramsci, apresentava traços preocupantes de hipertrofia do Estado (“estatolatria”), caracterizando assim uma situação de ditadura sem hegemonia, que não poderia subsistir por muito tempo.
A hegemonia cultural é, portanto, um conjunto de ideias dominantes de uma determinada conjuntura social, política, cultural e econômica. Ela não é permanente, mas o Estado, e seus líderes, são o resultado desse somatório de forças em disputa. Neste jogo a sociedade civil e a sociedade política se influenciam mutuamente, e o governo é o resultado das ideias dominantes. Segundo Mochcovitch, o conceito de hegemonia, finalmente, representa talvez a contribuição mais importante de Gramsci à teoria marxista. Hegemonia é o conjunto das funções de domínio e direção exercido por uma classe social dominante, no decurso de um período, sobre outra classe social e até sobre o conjunto das classes da sociedade. A hegemonia é composta de duas funções: função de domínio e função de direção intelectual e moral, ou função própria de hegemonia (MOCHCOVITCH, 1992, p. 20-21 apud DANTAS, 2015, p. 17).
via:
- The Columbia Encyclopedia, Quinta edição. (1994), p. 1215.
- ↑ Bullock, Alan; Trombley, Stephen, eds. (1999). The New Fontana Dictionary of Modern Thought. [S.l.: s.n.] p. 387–88
- ↑ Clive Upton, William A. Kretzschmar, Rafal Konopka: Oxford Dictionary of Pronunciation for Current English. Oxford University Press (2001)
- MOCHCOVITCH, 1992, p. 20-21 apud DANTAS, 2015, p. 17
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