Pulp Fiction à la Mario Bros.

by Fools Paradise: https://doublefools.blogspot.com/

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get slapped

he who get slapped

he who should get

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Jakub Rozalski – Howling at the Moon

 

The Polish artist Jakub Rozalski, who goes by the sobriquet “Mr. Werewolf,” has produced an amusing series of steampunk-ish canvases in which serene and idyllic rustic landscapes of what seem to be Eastern Europe (Rozalski’s very back yard, you might say) in the early decades of the 20th century feature the prominent and inexplicable existence of completely fictitious giant mecha robots.

via:

https://www.artstation.com/jakubrozalski

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conscientia

Consciência Ingênua

finge estar tudo bem

Consciência Romântica

imagina que tudo se resolve com o tempo

Consciência Asséptica

acredita na pureza das ações dos detentores dos poderes

Consciência Crítica

organiza-se conforme argumentos historicizados que promovam libertação e engajamento de luta

Consciência Fenomenológica

ampara-se na perspectiva da cosmovisão, da cultura e dos registros imemoriais que cada pessoa carrega e com ela organiza suas compreensões e ações

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Wes Wilson, Psychedelic San Francisco Poster Artist

Robert Wesley Wilson was born in Sacramento, CA on July 15, 1937, and eventually found his way to San Francisco State where he worked at a small printing press to put himself through school. While working at the press, the demand for concert posters and handbills exploded with the advent of the Haight-Ashbury movement of the mid-to-late 1960s, and Wilson was more than happy to oblige the skyrocketing demand.

 

 

 

via:

Wes Wilson, Psychedelic San Francisco Poster Artist, Dead At 82 [Video]

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cada dia se aprende um pouco….

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yulia ustinova #crochet

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Cineland

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Hegemonia cultural

Antonio Gramsci, para descrever o tipo de dominação ideológica de uma classe social sobre outra, particularmente da burguesia sobre o proletariado, conceitua hegemonia cultural que se manifesta, por exemplo, quando os interesses da alta burguesia de um país são identificados aos interesses de toda sociedade do país ou quando a historiografia se concentra apenas em grupos ou indivíduos de elite.

Segundo Gramsci, quase nunca é possível o domínio bruto de uma classe sobre as demais, a não ser nas ditaduras abertas e terroristas. Para o pensador sardo, correlacionar poder e classes sociais é, certamente, um imperativo de método, mas uma classe dominante, para ser também dirigente, deve articular em torno de si um bloco de alianças e obter, pelo menos, o consenso passivo das classes e camadas dirigidas. Para tanto, a classe dominante não hesita em sacrificar uma parte dos seus interesses materiais imediatos, superando o horizonte corporativo, de modo a propiciar, exatamente, a construção de uma hegemonia éticopolítica.

Ao estudar os mecanismos de construção desta hegemonia, Gramsci chega a um conceito fundamental na sua teoria política, a saber, o conceito de Estado ampliado, segundo o qual o Estado não é um puro instrumento de força a serviço da classe dominante, tal como o definiam versões mecanicistas do próprio marxismo, mas uma força revestida de consenso, coerção acompanhada de hegemonia. O Estado ampliado, assim, cabe na fórmula: sociedade política+sociedade civil. E, nas sociedades de tipo ocidental, a hegemonia, que se decide nas inúmeras instâncias e mediações da sociedade civil, não pode ser ignorada pelos grupos sociais subalternos, que aspiram a modificar sua condição e a dirigir o conjunto da sociedade.

O sentido de progresso civilizatório, implicado na estratégia gramsciana, reside no fato de que, prospectivamente, todo o movimento deve acontecer no sentido de uma “reabsorção do Estado político pela sociedade civil“, com o predomínio crescente de elementos de autogoverno e (auto)consciência. A contraprova disso é que, nos Cadernos do cárcere, formula-se de modo pioneiro uma crítica ao stalinismo, que, para Gramsci, apresentava traços preocupantes de hipertrofia do Estado (“estatolatria”), caracterizando assim uma situação de ditadura sem hegemonia, que não poderia subsistir por muito tempo.

A hegemonia cultural é, portanto, um conjunto de ideias dominantes de uma determinada conjuntura social, política, cultural e econômica. Ela não é permanente, mas o Estado, e seus líderes, são o resultado desse somatório de forças em disputa. Neste jogo a sociedade civil e a sociedade política se influenciam mutuamente, e o governo é o resultado das ideias dominantes. Segundo Mochcovitch, o conceito de hegemonia, finalmente, representa talvez a contribuição mais importante de Gramsci à teoria marxista. Hegemonia é o conjunto das funções de domínio e direção exercido por uma classe social dominante, no decurso de um período, sobre outra classe social e até sobre o conjunto das classes da sociedade. A hegemonia é composta de duas funções: função de domínio e função de direção intelectual e moral, ou função própria de hegemonia (MOCHCOVITCH, 1992, p. 20-21 apud DANTAS, 2015, p. 17).

via:

  1. The Columbia Encyclopedia, Quinta edição. (1994), p. 1215.
  2.  Bullock, Alan; Trombley, Stephen, eds. (1999). The New Fontana Dictionary of Modern Thought. [S.l.: s.n.] p. 387–88
  3.  Clive Upton, William A. Kretzschmar, Rafal Konopka: Oxford Dictionary of Pronunciation for Current English. Oxford University Press (2001)
  4. MOCHCOVITCH, 1992, p. 20-21 apud DANTAS, 2015, p. 17

 

 

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Michael Whaite’s movie´s neon

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For Rhoda by Delmore Schwartz

Serge Marshennikov

Calmly we walk through this April’s day,
Metropolitan poetry here and there,
In the park sit pauper and rentier,
The screaming children, the motor-car
Fugitive about us, running away,
Between the worker and the millionaire
Number provides all distances,
It is Nineteen Thirty-Seven now,
Many great dears are taken away,
What will become of you and me
(This is the school in which we learn…)
Besides the photo and the memory?
(…that time is the fire in which we burn.)

(This is the school in which we learn…)
What is the self amid this blaze?
What am I now that I was then
Which I shall suffer and act again,
The theodicy I wrote in my high school days
Restored all life from infancy,
The children shouting are bright as they run
(This is the school in which they learn . . .)
Ravished entirely in their passing play!
(…that time is the fire in which they burn.)

Avid its rush, that reeling blaze!
Where is my father and Eleanor?
Not where are they now, dead seven years,
But what they were then?
No more? No more?
From Nineteen-Fourteen to the present day,
Bert Spira and Rhoda consume, consume
Not where they are now (where are they now?)
But what they were then, both beautiful;

Each minute bursts in the burning room,
The great globe reels in the solar fire,
Spinning the trivial and unique away.
(How all things flash! How all things flare!)
What am I now that I was then?
May memory restore again and again
The smallest color of the smallest day:
Time is the school in which we learn,
Time is the fire in which we burn.

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Je veux dormir du sommeil des pommes – Lorca

Le célèbre poète espagnol Federico Garcia Lorca déclamant son ultime poème, juste avant son exécution par un peloton d’exécution fasciste durant la guerre civile d’Espagne en Août 1936, Par un pelotond’exécution fasciste (Tarik Zadi).

C’est quoi l’homme sans liberté
O ! Mariana dis moi
Dis-moi comment puis-je t’aimer
Si je ne suis pas libre, dis-moi
Comment t’offrir mon cœur
S’il n’est pas à moi,

Photo théâtrale

 

JE VEUX DORMIR DU SOMMEIL DES POMMES  (1934)

 

Je veux dormir du sommeil des pommes,
et m’éloigner du tumulte des cimetières.
Je veux dormir le sommeil de cet enfant
qui voulait s’arracher le coeur en plein mer.

Je ne veux pas que l’on me répète
que les morts ne perdent pas de sang ;
que la bouche demande encore de l’eau.

Je ne veux rien savoir des martyres que donnent l’herbe,
ni de la lune avec sa bouche de serpent,
qui travaille que l’aube naisse.

Je veux dormir un instant,
un instant, une minute, un siècle ;
mais que tous sachent bien que je ne suis pas mort;
qu’il y a sur mes lèvres une étable d’or ;
que je suis le petit ami du vent d’ouest ;
que je suis l’ombre immense de mes larmes.

Couvre-moi d’un voile dans l’aurore
car elle me lancera des poignées de fourmis,
et mouille d’une eau dure mes souliers
afin que glisse la pince de son scorpion.

Car je veux dormir du sommeil des pommes
pour apprendre un sanglot qui de la terre me nettoie
car je veux vivre avec cet enfant obscur
qui voulait s’arracher le coeur en pleine mer. »

Federico Garcia Lorca

(Anthologie bilingue de la poésie espagnole, La Pléade – traduction de Nadine Ny)

 

 

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Transcendentalismo

Um movimento literário e filosófico, associado com Ralph Waldo Emerson e Margaret Fuller, afirmando a existência de uma realidade espiritual ideal que transcende a empírica e científica é cognoscível através da intuição; com  raízes na filosofia transcendental de Immanuel Kant.

 

Representado pelos ensaístas Ralph Waldo Emerson e Henry David Thoreau,  é uma filosofia idealista que, em geral enfatiza o espiritual sobre o material no século XVIII, esse movimento contra o racionalismo estava intimamente ligado ao movimento romântico valorizando mais a natureza ao invés da estrutura religiosa. Os transcendentalistas eram panteístas, crendo que Deus está presente em tudo na natureza. Eles acreditavam que se podia ter contato direto com Deus, comunhão com a natureza, uma vez que eles acreditavam que as árvores são Deus, a água é Deus, o chão é Deus.

Rejeitaram a religião organizada, e para eles, a razão humana era incompatível com a religião. Eles colocaram sentimentos e emoções acima de raciocínio, acreditando que Deus comunicou tudo o que precisava saber diretamente a eles, semelhante ao gnosticismo.

 

via:

https://literaturanorteamericana2012fe.wordpress.com/2012/11/19/transcendentalismo-por-lucivania/

 

 

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