Whiplash girlchild in the dark

via: https://www.instagram.com/p/CSewjLDjmoW/

Posted in Mind | Leave a comment

Deleuze & Parnet: Dialogues II

𝐁𝐞𝐜𝐨𝐦𝐢𝐧𝐠 𝐈𝐬 𝐈𝐧𝐯𝐨𝐥𝐮𝐭𝐢𝐧𝐠, 𝐍𝐞𝐢𝐭𝐡𝐞𝐫 𝐑𝐞𝐠𝐫𝐞𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧 𝐍𝐨𝐫 𝐏𝐫𝐨𝐠𝐫𝐞𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧
 
”What matters on a path, what matters on a line, is always the middle, not the beginning or the end.
 
We are always in the middle of a path, in the middle of something.
 
The boring thing about questions and answers, about interviews, about conversations, is that usually it’s a matter of taking stock: the past and the present, the present and the future.
 
This is why it is even and always possible to say of an author that his first work already contains the whole, or on the contrary that he is ceaselessly renewing himself, transforming himself.
 
In every case it is the theme of the embryo which evolves, sometimes on the basis of a preformation in the seed, sometimes on the basis of successive structurations. But the embryo, evolution, are not good things.
 
Becoming does not happen in that way. In becoming there is no past nor future-not even present, there is no history.
 
 
In becoming it is, rather, a matter of involuting; it’s neither regression nor progression.
 
To become is to become more and more restrained, more and more simple, more and more deserted and for that very reason populated.
 
This is what’s difficult to explain: to what extent one should involute. It is obviously the opposite of evolution, but it is also the opposite of regression, returning to a childhood or to a primitive world.
 
To involute is to have an increasingly simple, economical, restrained step.
 
It is also true for clothes: elegance as the opposite of the overdressed where too much is put on, where something more is always added which will spoil everything.
 
Experimentation is involutive, the opposite of the overdose. It is also true of writing; to reach this sobriety, this simplicity which is neither the end nor the beginning of something.
To involute is to be ‘between’, in the middle, adjacent.”
 
(Deleuze & Parnet: Dialogues II, Columbia University Press, 2007, p. 28ff.)
 
Posted in Mind | Leave a comment

Signe – J. DERRIDA

Signo é aquilo que, não tendo em si verdade, condiciona o movimento e o conceito da verdade. 

pupets

O conceito clássico de signo estabelece-se em uma estrutura de remissão e de substituição.

O signo representa o presente em sua ausência, o substitui.

juien opie

Juien Opie

Quando não se pode tomar ou mostrar a coisa, passamos pelo desvio do signo.

skull

A circulação dos signos difere o momento em que poderíamos encontrar a própria coisa.

 

uncov

via: Glossário de Derrida - Supervisão de Silviano Santiago

Posted in Mind | Leave a comment

Desvendamento e Descentramento – DERRIDA

A partir da leitura desconstrutora do texto artístico, observa-se que o significado não possui mais um lugar fixo (centro), mas, sim, passa a existir enquanto construção substitutiva que, na ausência de centro ou de origem, faz com que tudo se torne discurso e a produção da significação se estabeleça mediante uma operação de diferenças.

Dessa forma, eliminando-se qualquer referência a um centro, a um sujeito, e não mais se privilegiando aspecto algum sob o disfarce da “origem”, a atividade insterpretativa, com base na polissemia do texto artístico, vai permanecer sempre imcompleta, ou noutras palavras, nunca pretendendo chegar a esgotar o significado do objeto-texto na sua totalidade.

Não existe significado último, verdadeiro, oculto, que a elaboração analítica vai descobrir. A descoberta é a apreensão da coexistência mútua de várias direções significantes num mesmo conceito ou metáfora.

via: Glossário de Derrida - Supervisão de Silviano Santiago

Posted in Mind | Leave a comment

Override

Posted in Mind | Leave a comment

é o ponto de vista que cria o objeto

pour Saussure le point de vue crée l’objet

Posted in Mind | 2 Comments

Terra em Transe / América nuestra

– a política e a poesia são demais para um homem só –

Não anuncio cantos de paz
nem me interessam as flores do estilo.
Como por dia mil notícias amargas
que definem o mundo em que vivo


Não me causam os crepúsculos
a mesma dor da adolescência.
Devolvo tranqüilo à paisagem
os vômitos da experiência.


(As belas letras disfarçam ninhos de vermes nas flores.
Estas flores são a coroa dos regimentos da mentira
como as comendas dos chanceleres
e as espadas dos generais
que determinam nos Atos
o regimes de animais)

 Glauber Rocha (1939-1981)

Posted in Mind | Leave a comment

Balada

Poema de Mário Faustino (1955)

(Em memória de um poeta suicida)

Não conseguiu firmar o nobre pacto
Entre o cosmos sangrento e a alma pura.
Porém, não se dobrou perante o fato
Da vitória do caos sobre a vontade
Augusta de ordenar a criatura
Ao menos: luz ao sul da tempestade.
Gladiador defunto mas intacto
(Tanta violência, mas tanta ternura),

Jogou-se contra um mar de sofrimentos
Não para pôr-lhes fim, Hamlet, e sim
Para afirmar-se além de seus tormentos
De monstros cegos contra um só delfim,
Frágil porém vidente, morto ao som
De vagas de verdade e de loucura.
Bateu-se delicado e fino, com
Tanta violência, mas tanta ternura!
Cruel foi teu triunfo, torpe mar.
Celebrara-te tanto, te adorava
Do fundo atroz à superfície, altar
De seus deuses solares – tanto amava
Teu dorso cavalgado de tortura!
Com que fervor enfim te penetrou
No mergulho fatal com que mostrou
Tanta violência, mas tanta ternura!

Envoi

Senhor, que perdão tem o meu amigo
Por tão clara aventura, mas tão dura?
Não está mais comigo. Nem conTigo:
Tanta violência. Mas tanta ternura.

Posted in Mind | Leave a comment

A Thousand Plateaus, Of the Refrain – Deleuze and Guattari

𝐈𝐭 𝐈𝐬 𝐍𝐨𝐭 𝐅𝐨𝐫𝐦𝐬 𝐀𝐧𝐝 𝐌𝐚𝐭𝐭𝐞𝐫𝐬, 𝐁𝐮𝐭 𝐅𝐨𝐫𝐜𝐞𝐬, 𝐃𝐞𝐧𝐬𝐢𝐭𝐢𝐞𝐬, 𝐈𝐧𝐭𝐞𝐧𝐬𝐢𝐭𝐢𝐞𝐬 𝐓𝐡𝐚𝐭 𝐌𝐚𝐭𝐭𝐞𝐫

The painter Millet used to say that what counts in painting is not, for example, what a peasant is carrying, whether it is a sacred object or a sack of potatoes, but its exact weight.

This is the post-romantic turning point: the essential thing is no longer forms and matters, or themes, but forces, densities, intensities. The earth itself swings over, tending to take on the value of pure material for a force of gravitation or weight.

Perhaps it is not until Cezanne that rocks begin to exist uniquely through the forces of folding they harness, landscapes through thermal and magnetic forces, and apples through forces of germination: nonvisual forces that nevertheless have been rendered visible.

CezanneRochers à l’Estaque – 1883

When forces become necessarily cosmic, material becomes necessarily molecular, with enormous force operating in an infinitesimal space. The problem is no longer that of the beginning, any more than it is that of a foundation-ground. It is now a problem of consistency or consolidation: how to consolidate the material, make it consistent, so that it can harness unthinkable, invisible, non-sonorous forces.

Debussy … Music molecularizes sound matter and in so doing becomes capable of harnessing nonsonorous forces such as Duration and Intensity. Render Duration sonorous.

Let us recall Nietzsche’s idea of the eternal return as a little ditty, a refrain, but which captures the mute and unthinkable forces of the Cosmos. We thus leave behind the assemblages to enter the age of the Machine, the immense mechanosphere, the plane of cosmicization of forces to be harnessed.

Deleuze and Guattari: A Thousand Plateaus, Of the Refrain, p. 343

Posted in Mind | Leave a comment

ETIOLOGIA

Estudo de como múltiplos factores interagem na formação do objecto específico que está a ser estudado.

abrange toda a pesquisa que busca as causas de determinado objecto ou conhecimento.

via:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Etiologia

Posted in Body | Leave a comment

du musst caligari werden – 2021

Kracauer, in From Caligari to Hitler, explores the connections among film aesthetics, the prevailing psychological state of Germans in the Weimar era, and the evolving social and political reality of the time. Kracauer makes a startling (and still controversial) claim: films as popular art provide insight into the unconscious motivations and fantasies of a nation.

via: https://press.princeton.edu/books/paperback/9780691191348/from-caligari-to-hitler

Tripé da Vigário Geral com Bozo de faixa presidencial

Posted in Mind | Leave a comment

Nakauchi Kiyoshi – 中内 純

#image manipulated from this isn't happiness.
Nakauchi Kiyoshi

Posted in Mind | Leave a comment

groundtime stories

Clara Bow
Twiggy
FreeBrit
Posted in Mind | Leave a comment