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The CameraSutra
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A última Foto – IdeaFixa
Por: Janara

Annie Leibovitz foi autora da última foto comercial de John Lennon, algumas horas antes de ser assassinado por Mark Chapman. Ela tinha sido chamada para fotografá-lo para uma capa da revista Rolling Stone, mas resolveu fazer algumas fotos do casal.
Sem uma imagem pré-concebida em mente, ela sugeriu que Lennon deitasse nu ao lado da mulher. Yoko estava tirandon a blusa quando a fotógrafa disse “fique vestida”. E então, de forma muito natural, ele escalou o corpo dela e a foto mais famosa de Leibovitz estava feita. John disse que ela havia capturada a essência do relacionamento dos dois, e insistiu para que ela fosse a capa.

Oficialmente, essa é a ultima foto de John, com Mark Chapman ao seu lado, pedindo um autógrafo, um pouco antes do assassinato a sangue frio.
Aqui você vai ver um pouco da história das últimas fotos conhecidas dessas figuras célebres, que se despediram cedo demais.

Kurt Cobain por Jesse Frohman
Jesse Frohman tirou estas fotos de Kurt Cobain próximo ao seu suicídio, em 1994. Elas foram exibidas no ano passado em comemoração ao 18 º aniversário de sua morte.

James Dean (autor desconhecido)
Nessa foto James Dean aparece posando com seu Porsche Spyder, apelidado de “Little Bastard”, que acabara de sair do mecânico Rolf Wutherich, que o preparava para uma corrida. Ele parou para abastecer em Sherman Oaks, na Califórnia, um pouco antes do seu passeio final.

Elvis Presley (autor desconhecido)
Essa polaroid de 16 de agosto de 1977, mostra Elvis em Graceland com a namorada Ginger Alden, voltando de uma visita ao dentista. O rei vinha sofrendo de problemas de saúde, mas começaria uma nova turnê, com um vôo programado para aquela noite. Infelizmente isso nunca chegou a acontecer.

Jim Morrison por Alain Ronay
Na ultima foto de Jim Morrison, frontman do The Doors, ele posa com sua namorada Pamela Courson em frente ao Hôtel de l’Oise, em Saint-Leu-d’Esserent, França. O fotógrafo e amigo Alain Ronay tirou algumas fotos íntimas do casal enquanto eles jantavam. Morrison foi para França para se concentrar em sua escrita, mas morreu no dia morreu em 3 de Julho de 1971, na banheira do seu apartamento em Paris.

Jimi Hendrix por Monika Dannemann
Monika Dannemann, a namorada de Jimi Hendrix, tirou as ultimas fotos do lendário guitarrista com seu instrumento favorito, apelidado de “Black Betty”. Elas foram feitas um dia antes de sua morte.

Marylin Monroe
Existe algumas especulações sobre as últimas fotos de Marilyn Monroe. A imagem acima foi feita durante uma visita à Frank Sinatra e ao pianista de jazz de Buddy Greco, um fim de semana antes de sua morte (5 de agosto de 1962). Suas últimas fotos comerciais foram feitas por Bert Stern para a Vogue, seis semanas antes de Marilyn Monroe morrer. A série foi foi chamada pelo fotógrafo de “Last Sitting”.

De Bert Stern, Last Sitting

Amy Winehouse
As imagens de Amy Winehouse andando por Londres em 12 de julho de 2011, são as últimas antes de sua morte. Estranhamente, ela parece muito mais saudável do que a forma em que muitas vezes foi exposta ao longo de sua breve carreira.
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post: http://www.ideafixa.com/a-ultima-foto-de-algumas-celebridades
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Domenico de Masi – il lavoro per tutti
Roda Viva - TV Cultura - 21/01/2113 http://tvcultura.cmais.com.br/rodaviva
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The Idea of Order at Key West
by Wallace Stevens She sang beyond the genius of the sea. The water never formed to mind or voice, Like a body wholly body, fluttering Its empty sleeves; and yet its mimic motion Made constant cry, caused constantly a cry, That was not ours although we understood, Inhuman, of the veritable ocean.The sea was not a mask. No more was she. The song and water were not medleyed sound Even if what she sang was what she heard. Since what she sang was uttered word by word. It may be that in all her phrases stirred The grinding water and the gasping wind; But it was she and not the sea we heard. For she was the maker of the song she sang. The ever-hooded, tragic-gestured sea Was merely a place by which she walked to sing. Whose spirit is this? we said, because we knew It was the spirit that we sought and knew That we should ask this often as she sang. If it was only the dark voice of the sea That rose, or even colored by many waves; If it was only the outer voice of sky And cloud, of the sunken coral water-walled, However clear, it would have been deep air, The heaving speech of air, a summer sound Repeated in a summer without end And sound alone. But it was more than that, More even than her voice, and ours, among The meaningless plungings of water and the wind, Theatrical distances, bronze shadows heaped On high horizons, mountainous atmospheres Of sky and sea. It was her voice that made The sky acutest at its vanishing. She measured to the hour its solitude. She was the single artificer of the world In which she sang. And when she sang, the sea, Whatever self it had, became the self That was her song, for she was the maker. Then we, As we beheld her striding there alone, Knew that there never was a world for her Except the one she sang and, singing, made. Ramon Fernandez, tell me, if you know, Why, when the singing ended and we turned Toward the town, tell why the glassy lights, The lights in the fishing boats at anchor there, As night descended, tilting in the air, Mastered the night and portioned out the sea, Fixing emblazoned zones and fiery poles, Arranging, deepening, enchanting night. Oh! Blessed rage for order, pale Ramon, The maker's rage to order words of the sea, Words of the fragrant portals, dimly-starred, And of ourselves and of our origins, In ghostlier demarcations, keener sounds.
http://www.poets.org/viewmedia.php/prmMID/15749
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Dromologia segundo Paul Virilio
por Rafael de Paula Aguiar Araújo
A Dromologia é citada por Paul Virilio (Baitello, 1993, 1997) como estudo da velocidade – e, portanto, do movimento – que se impõe nas sociedades modernas
pela compressão do espaço a partir dos transportes e dos meios de comunicação. A consideração do tempo na mídia eletrônica, exponencialmente na Internet, implica considerar a velocidade imediata propiciada pela eletricidade no intercâmbio de informações e, por essa mesma característica, a imobilidade que induz aos indivíduos, na medida que a multiplicidade de significados que se ofertam são efêmeros e descartáveis. Essa multiplicidade e essa velocidade sugerem um cenário em que há pouco espaço para a reflexão e para o contato com o mundo, elementos essenciais para a constituição do civismo.
Não se pode mais dominar o espaço, pois tornou-se um não-espaço. Segundo Paul Virilio (1997), o não-lugar é o espaço de deslocamento entre dois pontos conhecidos, de tal forma que o espaço virtual é também um não-lugar. Tampouco se pode dominar o tempo, pois não corresponde mais ao corpo biológico ou aos fenômenos da natureza, acelerado ao extremo, é autônomo e autotélico. O tempo construído pela mídia eletrônica caracteriza-se pela superficialidade com que os significados são veiculados, mas também por sua velocidade.
A velocidade, segundo Virilio (1993), é o capital das sociedades modernas. A realidade não é mais definida temporal e espacialmente, mas virtualmente. É possível estar em todo lugar e não estar em parte alguma. Essa realidade é considerada de forma messiânica por alguns autores, como possibilidade de potencializar a democracia, mas, de fato, é preciso cuidado com essa afirmação. É possível considerar, de forma antagônica, que há uma dissimulação das possibilidades políticas, uma vez que se inflaciona o senso comum e se aniquila o pacto ancestral que o homem tinha com a imobilidade, com a escuridão, com a exaustiva busca de significados para a existência. Esse pacto sempre foi condição para a constituição do cidadão participativo, pois o pensar, como característica humana, precisa de certa temporalidade para que se realize.
De acordo com o futurista italiano Filippo Tommaso Marinetti (1968), a velocidade é a violência em todos os âmbitos. Virilio, em sua obra Velocidade e Política (1997), faz uma importante análise da maneira como a velocidade foi se impondo ao longo da globalização, propiciando a guerra continuada pela busca desenfreada de velocidade. Contemporaneamente, a ideia de aldeia global nos apresenta um mundo acostumado à velocidade e com a eliminação dos espaços de forma contundente. Virilio (1997) fala de cidades virtuais para tratar a maneira como o ciberespaço tem sido usado para trocas simbólicas e econômicas sem que o território se imponha como a questão central. Pelo contrário, pois nesse novo cenário, o espaço cede importância ao tempo.
ARAÚJO, R. Internet e educação: a compressão espaço-temporal e o civismo. Brasília: E-legis n.7, p. 59-72, 2º semestre 2011
post: http://bd.camara.leg.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/7444/internet_educacao_araujo.pdf?sequence=1
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Short History of the Gif | Moving the Still
<p><a href=”https://vimeo.com/57391222″>A Short History of the GIF</a> from <a href=”https://vimeo.com/academycreative”>The Academy</a> on <a href=”https://vimeo.com”>Vimeo</a>.</p>
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OVERVIEW Effect
É um termo usado por alguns astronautas para tentar descrever a experiência de ver o Planeta, de cima.
40 anos depois da famosa foto Blue Marble, tirada da Terra a partir do espaço, a Planetary Collective nos apresenta um curta-metragem que fala sobre a mudança na vida e ponti de vista dos astronautas, depois de ver a Terra de fora.
Esse efeito foi descrito pela primeira vez pelo autor Frank White, em 1987, e fala da uma experiência que transforma a perspectiva dos astronautas sobre planeta e a humanidade.
post: http://www.ideafixa.com/the-overvew-effect
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