Sutilizar o concreto e concretizar o Abstrato

Arthur Franco

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Conservação vs Criação – Nietzsche por Alexandre Gottardo

Por Uma Arte Liberadora da Vida
Nietzsche rompeu com toda a tradição do pensamento filosófico ao questionar a origem dos valores criados ao longo de toda a história da humanidade. Não se resignando às conceituações estabelecidas, muito menos se rendendo a explicações divinas ou inatas a respeito, Nietzsche, à maneira de um arqueólogo, examina os vestígios da civilização e faz uma descoberta impactante: são forças em conflitos que produzem os valores.. Conflitos de interesse entre grupos, de maneiras de enxergar a vida; faíscas pelo poder. É desse emaranhado de pressões político-filosóficas que serão cunhados os princípios e regras que regerão um grupo, uma sociedade.
Mas nossos valores não expressam uma vida alegre, afirma Nietzsche. O ser humano não foi capz de se libertar de seus fantasmas existenciais – medos, dor, perdas, morte – e o seu desejo de conservação (reativo) se sobrepunha ao de criação (ativo). Assim, os valores que vinham sendo erigidos por essa via nada mais eram senão inevitáveis resultados de uma vontade impotente para superar o estado das coisas e as inconstâncias próprias da natureza. O caos, o obscuro, o imponderável e o intempestivo passaram a ser vistos como uma ameaça e, como tal, deveriam ser afastados da existência. A partir de então, segue o filósofo, passou-se a malquerer a vida terrena e idealizar a salvação humana em um mundo tido como superior, celestial, metafísico.
Dessa perspectiva ascética, planos transcendentes de organização da vida e sistemas de julgamento foram criados. Emergia-se então a lógica da punição e recompensa: estabelecia-se um bem e um mal, um certo e outro errado, legitimavam-se tipos de conduta e reprimiam-se outros sempre com base nessas orientações reativas; caso a sua postura estivesse de acordo com a ordem estabelecida, você usufruía de todos os direitos de uma vida em sociedade; em caso contrário, o limite era a morte.
É por essa  via que Nietzsche se lança: para construir uma filosofia do futuro, uma nova cultura, um novo tipo de ser humano, uma nova arte, seria necessário abraçar a existência por inteiro. Afirmar o caos e não negá-lo. Com isso em vista, deveríamos superar – transvalorar – todos os valores regentes até então.
Ora, mas trilhar por um caminho desses, que nos tira totalmente do chão em que pisamos, tenderia a nos levar ao desprezo pelo (demasiado) humano e suas maneiras de viver, não é mesmo? Como se isso não bastasse, essa linha de pensamento nos conduziria inevitavelmente à loucura. Contudo, continua Nietzsche, para percorrer essa jornada, o aventureiro- guerreiro deveria ter uma determinação inquebrantável para não se perder nesse deserto e não se envaidecer com as conquistas que for adquirindo: vontade de potência.
Por Uma Arte Liberadora da Vida  – Alexandre Gottardo – Coleção Guias de Filosofia, NIETZSCHE vol.4 – Ed. Escala
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Travel Guide

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nitimur in vetitum

The great are only great because we are on our knees. Let us rise! (Pierre-Joseph Proudhon)

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Proudhon and the Society without Authority

To be GOVERNED is to be watched, inspected, spied upon, directed, law-driven, numbered, regulated, enrolled, indoctrinated, preached at, controlled, checked, estimated, valued, censured, commanded, by creatures who have neither the right nor the wisdom nor the virtue to do so. To be GOVERNED is to be at every operation, at every transaction noted, registered, counted, taxed, stamped, measured, numbered, assessed, licensed, authorized, admonished, prevented, forbidden, reformed, corrected, punished. It is, under pretext of public utility, and in the name of the general interest, to be place[d] under contribution, drilled, fleeced, exploited, monopolized, extorted from, squeezed, hoaxed, robbed; then, at the slightest resistance, the first word of complaint, to be repressed, fined, vilified, harassed, hunted down, abused, clubbed, disarmed, bound, choked, imprisoned, judged, condemned, shot, deported, sacrificed, sold, betrayed; and to crown all, mocked, ridiculed, derided, outraged, dishonored. That is government; that is its justice; that is its morality.

 

—P.-J. Proudhon, “What Is Government?”, General Idea of the Revolution in the Nineteenth Century, translated by John Beverly Robinson (London: Freedom Press, 1923), pp. 293-294.

As man seeks justice in equality, so society seeks order in anarchy.

All men in their hearts, I say, bear witness to these truths; they need only to be made to understand it.

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Neurociências em Benefício da Educação

 

from: https://www.facebook.com/NeurocienciasEmBeneficioDaEducacao

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Kilian Martin: Altered Route (a Skate Film)

<p><a href=”http://vimeo.com/43044223″>Kilian Martin: Altered Route (a Skate Film)</a> from <a href=”http://vimeo.com/mercedesbenz”>mb! by Mercedes-Benz</a> on <a href=”http://vimeo.com”>Vimeo</a&gt;.</p>

 

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“Tensional Integrity” and Buckminster Fuller

Dymaxion Car

Somando tudo, descobrimos que o constituinte físico da riqueza – a energia – não pode diminuir, e que o seu constituinte metafísico – o conhecimento – só pode aumentar. Significa isto que, de cada vez que usamos a nossa riqueza, ela aumenta. Quer também dizer que, contrariando a entropia, a riqueza só pode aumentar. Onde a entropia é a desordem crescente evocada pela dispersão da energia, a riqueza é, localmente, a ordem crescente – isto é, a concentração crescentemente ordenada de força física do nosso universo sempre expansivo, explorado e compreendido localmente pela capacidade metafísica do homem como informado por repetidas experiências, a partir das quais vai destilando progressivamente o inventário sempre crescente de princípios generalizados omni-interrelacionados e omni-interacomodativos que se descobre estarem operativos em todas as experiências específicas. (…)

Dymaxion Map

“We must do away with the absolutely specious notion that everybody has to earn a living. It is a fact today that one in ten thousand of us can make a technological breakthrough capable of supporting all the rest. The youth of today are absolutely right in recognizing this nonsense of earning a living. We keep inventing jobs because of this false idea that everybody has to be employed at some kind of drudgery because, according to Malthusian-Darwinian theory, he must justify his right to exist. So we have inspectors of inspectors and people making instruments for inspectors to inspect inspectors. The true business of people should be to go back to school and think about whatever it was they were thinking about before somebody came along and told them they had to earn a living.” -Buckminster Fuller

posts: http://tipografos.net/design/fuller.html

http://www.highexistence.com/topic/what-are-your-thoughts-about-this-buckminster-fuller-quote/

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Klimt by Moises Gonzáles

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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poetic license in the visual peotry

John Hollander – Swan and Shadow

Natalee and Jeremy – untitled

HAICAI para os Sem-Terra – Tchello d Barros

Competição – Tchello d Barros

bpNichol – Blues

Freedom – Jens Wickelgren

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V.U.

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Painters

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The Dark Knight Rises Soon

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