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Αφροδίτη
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Liberté
Paul Eluard
1942
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Festina lente
“apressa-te devagar”.
O trabalho executado devagar é melhor do que quando feito apressadamente (Augusto, imperador romano).
Punctured bicycle
On a hillside desolate
Will nature make a man of me yet?
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Pulsão e Sublimação e Recalque
Do ponto de vista da química, a sublimação é uma passagem direta do estado sólido para o gasoso, sem passar pelo estado líquido. O termo indica ainda um movimento de ascensão ou elevação daquilo que se sustenta no ar.
A Sublimação – Sublimierung – é um dos destinos da pulsão e consiste no processo de desvio das forças pulsionais sexuais para um alvo não sexual, em atividades socialmente valorizadas, como a arte, a ciência e o esporte. Diferentemente do recalque, que é outro destino da pulsão, e que vai da formação do sintoma à neurose, a Sublimação inclui a formação reativa, que vai firmar os traços de caráter, até chegar à disposição artística. Como possibilidades da Sublimação aparecem: sua ligação com o desejo, que impulsiona as criações humanas, e o humor, que bane o sofrimento e afirma a invencibilidade do eu. Depois da introdução da pulsão de morte, a Sublimação é vista como liberadora das pulsões agressivas do supereu, pulsões que lutam contra a libido, deixando o eu exposto ao perigo de maus-tratos e morte. Na Clínica Psicanalítica a Sublimação é percebida sempre que há transformação das pulsões em criações culturais, sendo este o propósito da análise: substituir a pulsão de morte por Eros. Lacan diz que na Sublimação há a elevação do objeto à dignidade da Coisa. Isso se dá na criação artística.
Pulsão designa em psicanálise um impulso energético interno que direciona o comportamento do indivíduo. O comportamento gerado pelas pulsões diferencia-se daquele gerado por decisões, por ser aquele gerado por forças internas, inconscientes, alheias ao processo decisional.
A pulsão é uma montagem histórica e singular. Prescinde de um objeto preestabelecido, como no mundo animal, e sua satisfação passa por vários encaminhamentos. A pulsão tem vários destinos: pode ser recalcada, revertida em seu oposto, retornar em direção ao eu ou ser sublimada. Na sublimação a pulsão mantém seu teor sexual, modificando sua finalidade, que se desvia do sexual para o social. Para Marco Antonio Coutinho, o termo desvio surge sempre em Freud para falar da sublimação, enquanto afastar-se está ligado ao recalque. Afastar-se de algo implica em mantê-lo no próprio horizonte como referência, ao passo que desvio significa ir mais além…
A sublimação consiste, pois, numa das vicissitudes específicas da pulsão, sendo esta um estímulo mental constante, com renovável poder de pressão, que visa satisfazer-se. O conceito de pulsão se situa no limiar entre o somático e o psíquico, sendo um “limite de continentes, terra e mar, corpo e linguagem, volúpia da carne e volúpia da alma”, no dizer de Marília Brandão Lemos de Morais Kallas. A pulsão alude ao corpo como regido pelo princípio do prazer, diferentemente do corpo biológico da medicina. O corpo humano possui um sentido, uma articulação entre as zonas erógenas e o domínio das representações.
Recalque e sublimação aparecem paralelamente, na maioria das vezes, porque são os dois polos extremos das vicissitudes das pulsões. São as mais importantes formas de evitamento da realização sexual direta. No recalque, o sujeito permanece preso ao sexual, que é o ponto de referência para ele, no nível do proibido. Na sublimação, o sujeito deixa a referência à satisfação sexual direta e lida com ela na sua dimensão de impossível. Esse impossível da satisfação que está em jogo na pulsão encontra na sublimação sua possibilidade de manifestação plena, pois a sublimação revela a estrutura do desejo humano como tal, ao evidenciar que, para além de todo e qualquer objeto sexual, esconde-se o vazio da Coisa, do objeto enquanto radicalmente perdido.
Lacan vai dizer que na sublimação há a elevação do objeto à dignidade da Coisa. A Coisa (das Ding) é conceituada na obra freudiana como o objeto perdido de uma satisfação mítica.
Por trás de todo objeto sexual se esconde o vazio da Coisa, vazio esse inerente à própria estrutura da sexualidade humana. Como a sublimação é um ato em vias de produção, daí vem sua possibilidade de ser causa da criação e não se ligar ao que já foi criado. Ela traz a dimensão do novo e da transformação.
via:
Eliana Rodrigues Pereira Mendes
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-73952011000200007
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Trasmutação da “ENTIDADE DO SÊMEN”
O artifício para a transmutação da “ENTIDADE DO SÊMEN” consiste na conexão do Lingam (Falo), com o Yoni (Útero), sem a ejaculação da entidade do sêmen.
O dr. Heller (V.M. Huiracocha) dava a fórmula em latim:
“Inmisio membro viril in vagina femina sine eyaculatiun seminis.”
via:
“Sexologia Transcendental” – V.M. Samael Aun Weor
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Panta Rei – Ἡράκλειτος ὁ Ἐφέσιος
Tudo muda – Heráclito, fundador de uma lógica “antidialética”, fundada na lei estética do Devir da realidade. Antidialética porque tese e antítese (ser e não ser) são uma síntese contraditória e permanente na realidade, que só assim pode vir a ser, através dos seus dois aspectos existenciais (“no mesmo rio, entramos e não entramos”; “somos e não somos”);

oposta à lógica aristotélica porque oposta ao seu princípio da não-contradição e do terceiro excluído.
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Os 19 tipos de “like”

1. O “LIKE DE TESÃO”
Quando a gente curte alguma coisa porque estamos com tesão.
2. O “NÃO-LIKE DE TESÃO”
Onde deliberadamente não curtimos uma foto que gostamos no caso de parecer que estamos com tesão.
Onde você curte a foto do seu amigo porque ele é seu melhor amigo.
4. O “LIKE DE AMIGO”
Um like menos claro mas importante, onde você curte porque é amigo da pessoa que fez o post.
5. MAS QUANDO É UMA AMIGA DE BIQUÍNI A COISA FICA MEIO ESTRANHA
Onde você decide com dificuldade contra dar um Like de Amigo que pode ser interpretado como um Like de Tesão.
6. O “LIKE DE APOIO”
Onde você elogia a pessoa por fazer o seu melhor.
7. O “LIKE BÊBADO”
Onde você tem menos discernimento porque tomou seis cervejas e está com dificuldade para levantar da privada.
8. O “LIKE DE CELEBRIDADE”
Onde você imagina por que está se rebaixando sendo o 432.757º like do dia da Taylor Swift.
9. O “LIKE DE DEVER”
Onde você curte o post do seu namorado ou namorada no Instagram porque é seu namorado ou namorada.
10. O “LIKE DE NENÊ”
Onde você reconhece que alguns dos seus amigos estão felizes numa dimensão diferente da sua.
11. O “LIKE DE OUTFIT MANEIRO”
Quando você curte o visu de alguém mais do que a pessoa como um todo.
12. O “LIKE ‘GOSTEI DA LEGENDA’”
Onde você curte a legenda mesmo se não curtiu muito a foto necessariamente .
13. O “LIKE ‘TRANSAMOS UMA VEZ E AGORA NÃO TRANSAMOS MAIS, ENTÃO FAÇO UMA CURADORIA CUIDADOSA DE LIKES PARA UMA EM TRÊS FOTOS, PRA VOCÊ SABER QUE SOMOS AMIGOS E QUE NÃO QUE ESTOU COM TESÃO’”
Onde a gente cruza saltitando um campo minado.
14. O “LIKE RECÍPROCO”
Onde vocês trocam elogios.
15. O “LIKE PASSIVO-AGRESSIVO”
Onde você quer mostrar seu ponto.
16. O “LIKE NA FOTO DA FESTA QUE VOCÊ NÃO FOI”
O inverso da agressão do like acima.
17. O “LIKE DE FOME”
Onde curtimos foto de comida só porque estamos com fome.
18. O “LIKE DE INVEJA”
Onde você provavelmente precisa reavaliar suas escolhas de vida.
19. O “LIKE ‘VI QUE VOCÊ NÃO RESPONDEU MINHA MENSAGEM MAS ESTÁ AÍ POSTANDO NO INSTAGRAM’”
Onde entramos no coração sombrio das interações humanas.
via:
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