Pantheism and Panentheism

Pantheism

There are a few distinct sets of pantheism. These different kinds of pantheism don’t tend to distinguish themselves from each other with distinct terminology, so let me just state the ones I’ve identified with some proposed terms so we may distinguish better between them:

1. Divine pantheism — There are those who say the universe is identical with divinity, or that all that exists is God. As far as I’m concerned this is still a distinctly theistic sentiment. The distinction however is that this God would not be personal nor anthropomorphic, which in my opinion detracts from the notion of a God anyway. I consider divine pantheism to be the most sophisticated version of a belief in God and just about the only sense of God that is to be taken seriously to some extent.

2. Placeholder pantheism — There are those who equate the universe with God and make no further attempt at explaining why. This seems to be more of an emotional rather than a rational perspective, as one has to wonder what kind of distinction is even made here. They replace one word with another one but it seems to have no bearing on what they actually believe. This could be seen as a variation on point 1, but with a more neutral sentiment. You might say secular, but that term is somewhat dubious in this context.

3. Natural pantheism — There are those who equate the universe with God as an indication of a component that could in some sense be regarded as God, but doesn’t really fit any of the definitions.

4. Spiritual pantheism — There are those who frame the universe as God as an indication of their reverence and awe in regard to the universe. This negates the notion that atheists can experience the same sense of awe, but I consider it a reasonable definition, as atheism indicates what you don’t believe and not what you do believe. While pantheism in this sense doesn’t explicitly state what is believed, it’s an indication of a certain sentiment that may set the pantheist apart from the atheist, even if what they believe in rough terms amounts to the same. This, by the way, is considered to be Spinoza’s pantheism, which Einstein seemed to have adapted as well.

5. Scientific pantheism — There are those who are basically atheists but object to that term because it’s a way to define part of your position in relation to theism, and doesn’t explicitly say anything about what you do believe. This is sometimes referred to as scientific pantheism, so this isn’t a term I made up. What distinguishes scientific pantheism from natural pantheism is that the scientific pantheist seems to be more prone to follow what is knowable, while the natural pantheist makes considerations of unknowable aspects of nature.

Panentheism
Pantheism is the belief God and the universe can be equated; that God is the universe. This is different from panentheism (also called monistic monotheism), where all is in God; it says the divine interpenetrates all aspects of the universe and transcends it. So in panentheism the divine is separate, whereas in pantheism the universe itself could be defined as the divine. It’s often no actual divinity however, but a spiritual reverence, or awe. You could rightfully call it the sublime, but I suppose that would apply to panentheism equally.

Furthermore, just as there is panentheism relating to pantheism, there is also panendeism relating to deism. The prefix ‘pan’ indicates ‘all’ (where ‘pantheism’ denotes that ‘all is God’), whereas ‘panen’ as far as I can gather means ‘all in’ (where ‘panentheism’ denotes that ‘all in God’). So the difference between pantheism and panentheism is that one denotes that all IS God, whereas the other denotes that all is IN God; one equates all with God, whereas the other indicates we are part of God.

Via:

https://www.quora.com/What-exactly-are-pantheism-and-panentheism

Posted in Mind | 2 Comments

Dissonância cognitiva

O psicólogo Leon Festinger propôs uma teoria da dissonância cognitiva centrada em como as pessoas tentam alcançar consistência interna. Ele sugeriu que as pessoas têm uma necessidade interior para garantir que as suas crenças e comportamentos são consistentes. Crenças inconsistentes ou conflitantes levam a desarmonia, que as pessoas se esforçam para evitar

As pessoas tendem a procurar uma coerência em suas crenças e percepções. Então o que acontece quando uma das nossas crenças entra em conflito com outra crença anteriormente detida? O termo dissonância cognitiva é usado para descrever as sensações de desconforto que resultam de duas crenças contraditórias. Quando há uma discrepância entre as crenças e comportamentos, algo tem de mudar, a fim de eliminar ou reduzir a dissonância.

A relação entre os pensamentos dissonantes e pensamentos consoantes também pode desempenhar um papel no quão forte os sentimentos de dissonância são. Quanto maior for a força da dissonância, mais pressão existe para aliviar as sensações de desconforto.

Quando há conflitos entre cognições, as pessoas vão tomar medidas para reduzir a dissonância e os sentimentos de desconforto. Essas são 3 diferentes estratégias-chave para reduzir ou minimizar a dissonância cognitiva:

  1. Concentre-se em crenças mais favoráveis que superam a crença ou comportamento dissonante.
    Por exemplo, pessoas que aprendem que as emissões de gases com efeito de provocar o aquecimento global podem experimentar sentimentos de dissonância se conduzirem um veículo com alto consumo de gasolina. A fim de reduzir essa dissonância, elas podem procurar novas informações que contestam a conexão entre gases de efeito estufa e aquecimento global. Esta nova informação pode servir para reduzir o desconforto e dissonância que a pessoa experimenta.
  2. Reduzir a importância da crença em conflito.
    Por exemplo, um homem que se preocupa com sua saúde pode ser perturbado ao saber que ficar sentado por longos períodos de tempo durante o dia está ligado a uma vida útil encurtada. Uma vez que ele tem que trabalhar o dia todo em um escritório e passa grande parte do tempo sentado, é difícil mudar o seu comportamento, a fim de reduzir seus sentimentos de dissonância. A fim de lidar com os sentimentos de desconforto, ele poderia, em vez encontrar alguma maneira de modificar o seu comportamento, passar a acreditar que seus outros comportamentos saudáveis compensam o seu estilo de vida sedentário.
  3. Mudar a crença conflitante de modo que seja consistente com outras crenças e comportamentos.
    Alterar a cognição conflitante é uma das maneiras mais eficazes de lidar com a dissonância cognitiva, mas é também uma dos mais difíceis. Particularmente no caso de valores e crenças mais profundas, a mudança pode ser extremamente difícil.

Dissonância cognitiva desempenha um papel em muitos julgamentos de valor, decisões e avaliações. Tornar-se consciente de como as crenças conflitantes impactam o processo de tomada de decisão é uma ótima maneira de melhorar a sua capacidade de fazer escolhas mais rápidas e precisas.

A existência de dissonância, sendo psicologicamente desconfortável, vai motivar a pessoa a tentar reduzir a dissonância e alcançar consonância

Quando a dissonância está presente, além de tentar reduzi-la, a pessoa vai evitar ativamente situações e informações que provavelmente aumentariam a dissonância. ”
(Festinger, 1957)

via:

O que é dissonância cognitiva? Teoria e Exemplos

Posted in Mind | Leave a comment

O Macho

By Walt Whitman

macho não é menos a alma, 
nem é mais: 
ele também está no seu lugar, 
ele também é todo qualidades, 
é ação e força, 
nele se encontra 
o fluxo do universo conhecido, 
fica-lhe bem o desdém, 
ficam-lhe bem os apetites e a ousadia, 
o maior entusiasmo e as mais profundas paixões 
ficam-lhe bem: o orgulho cabe a ele, 
orgulho de homem à potência máxima 
é calmante e excelente para a alma, 
fica-lhe bem o saber e ele o aprecia sempre, 
tudo ele chama à experiência própria, 
qualquer que seja o terreno, 
quaisquer que sejam o mar e o vento, 
no fim é aqui que ele faz a sondagem. 
(Onde mais lançaria ele a sonda, 
senão aqui?) 

Sagrado é o corpo do homem 
como sagrado é o corpo da mulher, 
sagrado — não importa de quem seja. 
É o mais humilde numa turma de operários? 
É um dos imigrantes de face turva 
apenas desembarcados no cais? 
São todos daqui ou de qualquer parte, 
da mesma forma que os bem situados, 
da mesma forma que qualquer um de vocês: 
cada qual há-de ter na procissão 
o lugar dele ou dela. 

(Tudo é uma procissão, 
todo o universo é uma procissão 
em movimento medido e perfeito.) 

Saberão vocês tanto, de si mesmos, 
que ao mais humilde chamem de ignorante? 
Consideram-se com todo direito a uma boa visão 
e a ele ou ela sem nenhum direito a uma visão? 
Acham então que a matéria se fez coesa 
na inconsistência em que flutuava 
e que a crosta subiu e se fez chão 
e as águas correm e brotam as plantas 
para vocês, só — para ele e ela, nada? 

Walt Whitman, in “Leaves of Grass”
Posted in Mind | Leave a comment

Simone De Beauvoir

A vaca sagrada

 

A alienação das mulheres não é  biológica,  mas cultural

Não se nasce mulher.  Torna-se.

A existência precede a essência

John Currin

O eterno  feminino

Enquanto o homem entesa, a mulher  molha-se

 

Entre os sexos nascerão  novas relações  carnais e afetivas das quais não temos ideia

Posted in Mind | Leave a comment

South Park sound

Captain Beefheart

Kraftwerk

via:

https://dangerousminds.net/comments/kraftwerk_throbbing_gristle_beefheart_the_residents_sun_ra_south_park?fbclid=IwAR3RLiAy3yMqSd3eM1vVdRYU5xrxqfIEz2gW2imZCJ82QlEzo-nhfxL0D_s

Posted in Body | Leave a comment

The Evolution of the Alphabet

via:

https://kottke.org/19/01/the-evolution-of-the-alphabet

Posted in Body | Leave a comment

invectiva, doesto, diatribe, vitupério, labéu

Posted in Body | Leave a comment

A era do niilismo – Heidegger vs Nietzsche

Segundo Nietzsche, esse hóspede da Modernidade – niilismo – tem várias interfaces, podendo ele se apresentar como negativo, passivo, reativo e ativo (NIETZSCHE apud GOMES, 2004, p. 166). O niilismo negativo, que é de onde os demais surgem, tem sua origem com o platonismo e com o cristianismo. Além de ter sua base na desvalorização e na dissolução dos valores supremos tradicionais e propor novos valores no lugar destes, consiste na negação do mundo sensível, perene, em prol da afirmação do mundo ideal, supra-sensível, o que deixa evidente que, nesse primeiro tipo de niilismo, o homem deseja se desvincular do tempo, para se tornar infinito.

Polluted eyes001 – Wonmi Seo

O niilismo passivo é crença na ideia de que a vida não tem mais valor e de que o ser humano está só e desamparado no universo. É a vontade de nada, já que é um sinal de fraqueza do espírito, pois o indivíduo, na etapa niilista, reconhece os valores antigos como falsos, mas não se tem a força para destruí-los e muito menos para instaurar novos valores (GOMES, 2004, p. 166).

O reativo se manifesta como ocultamento do transcendente – de Deus, dado que é uma “reação explícita aos valores superiores instaurados pela criação do Deus cristão” (GOMES, 2004, p. 166), o que deixa explícito a noção de morte de Deus e de toda dimensão da transcendência.

dumontier_farber

Personal Message Michael Dumontier and Neil Farber (new IG)

Já o niilismo ativo é a transvaloração dos valores, pois: “Aqui, a vontade de poder assume seu poder de ação e destruição” (GOMES, 2004, p. 166) e, através dela, o homem cria os seus valores e afirma sua existência, i. é, por meio desse desapego de Deus, o homem afirma a sua vontade de potência, o que faz com que emirja a responsabilidade do ser humano de ter que se construir por si só ( PECORARO, 2009, p. 391).

Já quanto ao niilismo de Heidegger, Vattimo vai dizer que ele segue a linha do nietzschiano, porém com a seguinte distinção: se, para Nietzsche, o niilismo consiste na desvalorização dos valores supremos, para Heidegger, ele é o esquecimento do ser – “confusão” entre ente e ser; sua categorização e presentificação, mas deixa claro, assim como Nietzsche, que se deve buscar algo para além do niilismo (PECORARO, 2009, p.392).

Perante este esquecimento do ser, Heidegger propõe uma nova maneira de pensá-lo, que é através da ontologia, ou seja, pensando-o a partir do Dasein – o ser-aí: único ente capaz de se perguntar pelo sentido do ser (ROBERTO, 2009).

Vicki Jauron, Babylon and Beyond Photography / Getty

De acordo com Nietzsche e Heidegger, a modernidade pode se caracterizar pelo fato de que ela se baseia na apropriação dos “fundamentos”, que freqüentemente são pensados também como as “origens”, de modo que as revoluções teóricas e práticas da história ocidental se apresentam e se legitimam, na maioria das vezes, como “recuperações”, renascimento, retorno (VATTIMO, 1996, p. VI).

 

Referências

GOMES, Elizeu Donisete de Paiva. Uma leitura do niilismo nietzschiano como história do Ocidente. In: Provocações: ensaios filosóficos. Mariana: Dom Viçoso, 2004. p.145-191.

GOMES, Tiago da silva. O “pensamento fraco” como característica emblemática da pós-modernidade. Pensamento extemporâneo, Mariana, 2009. Disponível em: <http://pensamentoextemporaneo.wordpress.com/2009/10/24/o-%E2%80%9Cpensamento-fraco%E2%80%9D-como-caracteristica-emblematica-da-pos-modernidade/>. Acesso em: 31 maio 2011.

PECORARO, Rossano. Os filósofos: clássicos da filosofia. Petrópolis: Vozes; Rio de Janeiro: PUC – Rio, 2009. V. III.

ROBERTO, Luciano da Silva. Os modos de ser do “Dasein” a partir da analítica existencial heideggeriana. Pensamento extemporâneo, Mariana, 2009. Disponível em: <http://pensamentoextemporaneo.wordpress.com/2009/08/15/os-modos-de-ser-do-%e2%80%9cdasein%e2%80%9d-a-partir-da-analitica-existencial-heideggeriana/>. Acesso em: 31 maio 2011.

VATTIMO, Giovanni. O fim da modernidade: niilismo e hermenêutica na cultura pós-moderna. Trad. Eduardo Brandão. São Paulo: Martins Fontes, 1996. [1985]

Via:

Joel Santos de Marselha – Niilismo: o alicerce da pós-modernidade?

http://pensamentoextemporaneo.com.br/?p=1514

 

Posted in Mind | Leave a comment

Ted Croner

Ted

central park south 1947

taxi new york 1947

untitled 1947

Croner (1922–2005)

via:
Posted in Body | Leave a comment

Quadrado secreto dos sábios

 

[43]. Nos escólios do Tractatus aureus (Hermetis Trismegisti tractatus vere aureus de lapidis philosophici secreto cum scholiis Dominici Gnosii) lê-se (p. 43): “quadrangulum secretum sapientum” [o quadrado secreto dos sábios]. No centro do quadrado há um círculo com raios. O escólio explica-o da seguinte maneira: “Divide lapidem tuum in quatuor elementa […] et coniunge in unum et totum habebis magisterium”. [Divide a tua pedra nos quatro elementos e une-os em um só, e terás todo o magistério.) (Citação do Pseudo- Aristóteles.) O círculo no centro é chamado “mediator, pacem faciens inter inimicos sive elementa imo hic solus ‘mediator’ efficit quadraturam circuli” [o mediador que estabelece a paz entre os inimigos ou entre (os quatro) elementos; aliás é aquele que realiza a quadratura do círculo] (op. cit, p. 44). A circum-ambulação tem seu paralelo em “circulatio spirituum sive distillatio circularis, hoc est exterius intro, interius foras: item inferius et superius, simul in uno circulo conveniant, neque amplius cognoscas, quid vel exterius, vel in terius, inferius vel superius fuerit: sed omnia sint unum in uno circulo sive vase. Hoc enim vas est Pelecanus verus Philosophicus, nec alius est in totó mundo quaerendus”. [… Na circulação dos espíritos ou na destilação circular, isto é, do exterior para o interior e do interior para o exterior: e também quando o inferior e o superior se encontram em um e o mesmo círculo, tu não discernirias mais o exterior e o interior, o inferior e o superior: mas tudo seria um só num único círculo ou vaso. Pois este vaso é o verdadeiro Pelicano Filosófico, não havendo outro no mundo inteiro.] Este processo é elucidado pelo desenho ao lado. A divisão em quatro é o “exterius”: quatro rios que entram e saem do “Oceano” interior (op. Cit., p. 262s.).

via:

Psicologia e alquimia – Jung

Posted in Soul | Leave a comment

Consider the Lilies

Posted in Mind | Leave a comment

Saisir le Silence de Hans Op de beeck

“The Settlement”
Hans Op de Beeck, 2013
Sculptural Installation
Wood and Mixed Media
13 x 10 x 4 m

“Caravan”
Hans Op de Beeck, 2016
Sculptural Installation
Mixed Media, sound
14,30 x 10 x 3 m

“The Collector’s House”
Hans Op de Beeck, 2016
Sculptural Installation
Mixed Media
20 x 12,5 x 4 m

« Staging Silence (2) »
Hans Op de Beeck, 2013
Full HD video transferred to Blu-Ray disc, black-and-white, sound,(16:9 aspect ratio)
20 minutes 48 seconds

 

Via:

Entretien avec Hans Op de Beeck

Posted in Body | Leave a comment

Frozen Life – Michael Schlegel

Black Forest, Germany

 

Via:

Posted in Soul | Leave a comment