ignoratio elenchi ___ $+$= #___

Falácia pode ser definida como erro de raciocínio, como argumento sem consistência lógica, que não tem, pois, validade para sustentar a conclusão afirmada. Uma falácia leva a tomar o falso por verdadeiro.

Quando cometida de forma involuntária, chama-se paralogismo e quando realizada de forma proposital, visando confundir o interlocutor, chama-se sofisma.
Os raciocínios falaciosos são tipificados no estudo da lógica em diferentes classes.

A depender do modo como são classificados, eles podem ser agrupados em duas categorias básicas:
falácias formais e falácias não-formais.
A primeira se refere à forma incorreta de concatenar as premissas para obter a conclusão.
A segunda se refere a uma falha semântica na assunção das premissas, por inadvertência ou ambiguidade linguística, gerando uma falsa conclusão com aparência de verdade.

via:

Euclides Mance, Falácias de Moro, Análise Lógica da Sentença Condenatória de Luiz Inácio Lula da Silva

Ignoratio elenchi é uma expressão latina pela qual também é conhecida a falácia da conclusão irrelevante ou pseudoconclusão. Esta falácia lógica ocorre quando o argumentador tira uma conclusão inválida das premissas apresentadas, mas assemelhada a uma conclusão que seria correto se extrair

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Dirty Old town – The Pogues

Pog mo Thoin

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TED Ideas Worth Spreading – Suzanne Simard

“A forest is much more than what you see,” says ecologist Suzanne Simard. Her 30 years of research in Canadian forests have led to an astounding discovery — trees talk, often and over vast distances. Learn more about the harmonious yet complicated social lives of trees and prepare to see the natural world with new eyes.

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Mapa Epistemo-Genealógico do Conhecimento Ocidental

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Interstellar Suite The Danish National Symphony Orchestra Live

https://fb.watch/bVPfFtB4Pi/

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Photographers in Focus: Gregory Crewdson

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Supereu

Superego, Supereu (Überich) designa na teoria psicanalítica uma das três instâncias dinâmicas do aparelho psíquico.

 

É a parte moral psique e representa os valores da sociedade.

 

O superego divide-se em dois subsistemas: o Ideal do ego, que dita o bem a ser procurado; e a consciência moral (al. Gewissen), que determina o mal a ser evitado[1][2].

 

O superego tem três objetivos:

  1. inibir (através de punição ou sentimento de culpa) qualquer impulso contrário às regras e ideais por ele ditados (consciência moral);
  2. forçar o ego a se comportar de maneira moral (mesmo que irracional)
  3. conduzir o indivíduo à perfeição – em gestos, pensamentos e palavras (ideal do ego)

O superego forma-se após o ego, durante o esforço da criança de introjetar os valores recebidos dos pais e da sociedade a fim de receber amor e afeição. Ele pode funcionar de uma maneira bastante primitiva, punindo o indivíduo não apenas por ações praticadas, mas também por pensamentos; outra característica sua é o pensamento dualista (tudo ou nada, certo ou errado, sem meio-termo)[1][2].

Os psicopatas têm um id dominante e um superego muito reduzido, o que lhes tolhe o remorso, sobressaindo a falta de consciência moral[4].

O superego nem sempre é consciente, muitos valores e ideais podem ser despercebidos pelo eu consciente.

Referências

  1. ↑ a b Pervin, Lawrence A.; Cervone, Daniel & John, Oliver (2005). Persönlichkeitstheorien. München: Reinhardt. ISBN 3-497-01792-2
  2. ↑ a b Carver, Charles S. & Scheier, Michael F. (2000). Perspectives on personality. Boston: Allyn and Bacon. ISBN 0 2055 2262 9
  3. ↑ KUSNETZOFF, Juan Carlos. Nova Fronteira, ed. Introdução à Psicopatologia Psicanalítica. 1994 8ª edição ed. [S.l.: s.n.] ISBN 8520904327
  4. ↑ «Rede psi – Complexo de Édipo e Orientação sexual». Consultado em 10 de março de 2009https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Superego

 

via

https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Superego

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white light

Rebecca Louise Law

 

Mama Killa –
Rafael Varona

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Bowie songs and Butcher Billy

via:

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PHILOGRAPHICS

by:  GENÍS CARRERAS

via:

http://www.diedrica.com/2017/09/philographics.html

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can you do it at well?

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YOD o princípio fecundante

A palavra que designa a Divindade principia, em todas as línguas latinas, por um D, e em grego por um “delta”, ou triângulo, cujos lados representam a natureza divina. No centro do triângulo está a letra Yod , inicial de Jehovah – o Criador, expresso nos idiomas teuto-saxônicos pela letra G, inicial de God, Got ou Gottam, cujo significado filosófico é geração. [https://www.maconaria.net/pitagoras-e-a-sua-filosofia/]

A Tetraktys, pela qual os Pitagóricos passaram a jurar, era uma figura do tipo abaixo:

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representando o número triangular 10 e com sua composição sendo 1 + 2 + 3 + 4 = 10.

O YOD representa o Principio das coisas (todas as formas têm seu princípio no ponto).

Considerando o valor numérico do YOD = 10.

O algarismo 1 representa o Principio Único, o Ser;
O zero nada vale por si mesmo, é o Nada relativo (pois o Nada absoluto não existe), o Não-ser, o qual, antepondo-se à unidade (01), não tem valor;

colocado porém, na ordem inferior, contribui para a elevação do todo (de 1 forma-se 10).

Assim, Deus, que é o Principio Único das coisas (1), produz o Universo (10) do reativo nada (0).

Geometricamente, representa-se 1 por um ponto, e o zero por uma circunferência ou pela coluna e o círculo:


O ponto central simboliza Deus, a Unidade Eterna, o principio de que todas as coisas emanam. A circunferência designa o Universo, a realidade sensível, que emana do centro. O símbolo inteiro é, pois, o símbolo de Deus e sua Criação.

“A coluna e o círculo “IO”, que era para Pitágoras o número perfeito contido no Tetratkys, converteu-se mais tarde em um número fálico por excelência, principalmente entre os Judeus, representando para estes o Jehovah macho e fêmea” (H.P. Blavatsky, A Doutrina Secreta, vol. IV, p.30)

 

 

via:

PITÁGORAS E A SUA FILOSOFIA

https://ponteoculta.blogspot.com.br/2010/04/iod-e-os-tres-pontos.html

Arthur Franco – A Idade das Luzes

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Shh!

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