




A racionalidade instrumental orienta as ações de competitividade organizacional,
A racionalidade substantiva (Guerreiro Ramos, 1981), tem como características: o julgamento ético, a autorrealização, a emancipação, e a autonomia.
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O Paradoxo do RH: Entre a Racionalidade Instrumental e a Racionalidade Substantiva, Henrique Muzzio
Guerreiro Ramos, A. (1981) A nova ciência das organizações: uma reconceituação da riqueza das nações. Rio de Janeiro: FGV.
Psychosphere, simply put, it is the sphere of human thought. But since thought for most implies conscious thinking only, it would be better to say a sphere of human consciousness. Imagine a biosphere, only instead of it being the global sum of ecosystems, the psychosphere is the sum of subtle fields of thought. And unlike the noosphere, which is the sphere of direct human thought, the psychosphere could more easily be imagined as a sphere of human emotion, or general consciousness, instead of specific thoughts.
It is also why, unlike the Noosphere, a psychosphere can have a distinct “flavour” in an area where one specific emotional state is prevalent. Allow me to give a few examples as to what I mean.
If you have a rural area of 200 people where there’s a serial killer, the people there can live an existence where the most prevalent emotion is that of subconscious fear. This can be imprinted in the psychosphere of that area.

Houses and a family can have its own psychophere.
An event, such as an outdoor concert, can endow an area with its own psychospheric state.
A meditative group can incept its own state into an already existent psychopshere. As shown by experiments like this.
There is some work being done on this, a rather strange project being one of these works. It is run online and spread over an egg network, called The Global Consciousness Project. The first paragraph is indeed promising and their pages show interesting data for those who are willing to figure out what all the numbers mean (it’s not that hard):

It’s interesting how this kind of phenomena still resides in the sphere of pseudo-psychology. Collective Consciousness, Noosphere, and even the Collective Unconscious, all of these seem intrinsicly real, yet still remain outside science, simply because we have not yet found an apparatus that could detect them outside the human brain.
Fascinating that we have become a species which places more trust in the results produced by machines than those of the human mind when it comes to fields of thought. We even build machines to understand consciousness.

Also, what I mean by intrinsic reality is simply this: in deeper states of meditation and/or under the administration of certain psychotropic drugs, we can and will undeniably feel the presence and hard reality of this psychosphere. It can also happen quite spontaneously, and one does not need to attain a deep state of meditation or higher consciousness to become suddenly aware of this sphere and one’s total immersion and inseparability from it. This experience, which can also be described as the experience of universal unity, cosmic consciousness, or in a slightly milder case/form, an Oceanic Experience, or even Satori, Samadhi, or a direct experience of God, has remained a constant throughout the ages, yet such (relatively)* subjective experiences yet remain in the realm of pseudo science or pseudo psychology.
via:
http://www.kzfreeman.com/2014/03/psychosphere.html
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CARLOS DE OLIVEIRA
Trata-se do acorde de abertura da música A Hard Day’s Night, primeira faixa do álbum de mesmo nome, que os Beatles lançaram no dia 26 de junho de 1964. Muito se falou sobre esse acorde. Ele já mereceu citações em livros, beatlemaníacos deram muitas versões sobre a sua configuração, revistas especializadas desenharam possibilidades, partituras e cifras foram produzidas, cientistas lançaram teorias. Mesmo assim, a dúvida permaneceu. Como os Beatles chegaram àquele som? Um acorde que dura no máximo um segundo.
Evidentemente, nada impediu que muitas bandas cover dos Beatles tocassem e continuem tocando A Hard Day’s Night sem maiores problemas, cada uma do seu jeito. A criatividade sempre negociou mais ou menos bem com a literalidade, apesar do inevitável desprezo dos puristas.

Randy Bachman, fundador da banda Guess Who
Para colocar as coisas no seu devido lugar e dirimir todas as dúvidas, o guitarrista canadense Randy Bachman (um dos fundadores da banda The Guess Who, nos anos 60, e, mais tarde, nos anos 70, da Bachman-Turner Overdrive), foi a Londres, mais especificamente aos estúdios de Abbey Road, para um encontro revelador com Giles Martin, filho de George Martin, o eterno ‘quinto beatle’, produtor da banda.
Giles é uma espécie de guardião de um dos mais cobiçados tesouros musicais na Terra: todas as fitas master das gravações dos Beatles. Numa sala onde poucos têm o privilégio de entrar, Giles perguntou a Randy: “O que você quer ouvir?” Randy não teve de pensar muito para responder. “O acorde inicial deA Hard Day’s Night”. Para satisfazer o guitarrista, Giles teve de separar três fitas: uma para a guitarra de George Harrison, outra para a de John Lennon e uma terceira para o baixo de Paul McCartney.
Surpresa total para Randy Bachman. O início de A Hard Day’s Night não é feito de um único acorde, mas de um conjunto de três elementos sonoros tocados simultaneamente: dois acordes distintos de guitarra e uma nota de contrabaixo. Nas fitas, os sons característicos da guitarra Rickenbacker 360/12 (de 12 cordas) de George Harrison, da Rickenbacker 325 (de 6 cordas) de John Lennon e do contrabaixo Hofner de Paul McCartney.
John fez um acorde de Ré sus4, ou seja, um Ré maior acrescido da nota Sol obtida com o dedo mínimo na terceira casa da primeira corda Mi.


George fez um acorde de Fá maior acrescido da nota Sol (dedo mínimo na terceira casa do primeiro par de cordas Mi ) e o baixo no Sol (acionado com o polegar pressionando a terceira casa do sexto par de cordas Mi). Vamos lembrar que George usava uma Rickenbacker 360/12, com seis pares de cordas.

Para completar, somou-se aos dois acordes uma nota Ré tocada na quinta casa da corda Lá do contrabaixo Hofner de Paul McCartney.


A junção de todos esses sons resultou no acorde tão famoso
Antes da revelação de Giles Martin a Randy Bachman, o matemático e professor Kevin Houston, da Universidade de Leeds, na Inglaterra, disse que estava perto de desvendar os sons que compunham o acorde inicial de A Hard Day’s Night. Em 2012, com o auxílio de um software de computador, ele separou o acorde em várias frequências sonoras, de modo a revelar quais eram as notas mais proeminentes.
Estudou, em particular, a guitarra de George e identificou o acorde de Fá acrescido de um Sol, além de uma nota sol mais grave que só poderia estar sendo acionada pelo polegar do beatle, já que os outros dedos estariam ocupados com as demais notas do acorde. Na mosca.
Dois anos antes, outro professor, o canadense Jason Brown, da Dalhousie University, em Halifax, Nova Scotia, tentou explicar o que chamava de “nota perdida” (o tal sol acionado pelo polegar de Harrison), creditando esse som mais grave ao piano tocado pelo produtor George Martin.
Ainda hoje, para o professor Houston, o acorde de abertura de A Hard Day’s Night é um mistério e é possível que ninguém nunca venha saber o que exatamente ele é”. Quem sabe agora, com o auxílio de Giles Martin e de Randy Bachman, a equação tenha sido resolvida. Será? A ver.
via:
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The god of the moon in the Mesopotamian mythology of Akkad, Assyria and Babylonia. Nanna is a Sumerian deity, the son of Enlil and Ninlil, and became identified with Semitic Sin. The two chief seats of Nanna’s/Sin’s worship were Ur in the south of Mesopotamia and Harran in the north.
O filósofo italiano Antonio Gramsci dizia que todos os seres humanos são filósofos. E isso porque todos nós formulamos intuitivamente perguntas fundamentais em busca de explicações para nossa existência e para o mundo. Apenas alguns de nós se tornam, porém, filósofos profissionais e, vinculados em geral às universidades, se dedicam ao estudo sistemático das perguntas fundamentais e das inúmeras respostas que a elas vêm sendo dadas desde que os gregos lançaram as bases da filosofia lá pelo século VI a.C.
Os livros da Bíblia, por exemplo, têm sido objeto de intenso trabalho filológico desde o século XVI, período em que se iniciaram suas traduções para as línguas modernas. Foi preciso, então, fixar um bom texto de referência a partir dos manuscritos antigos, trabalho que se estende até hoje como consequência da descoberta de novos manuscritos.
via:
http://www.parabolaeditorial.com.br/blog/entry/filologos-linguistas-e-gramaticos-2.html
Some say the world will end in fire, Some say in ice. . From what I've tasted of desire I hold with those who favour fire. . But if it had to perish twice, I think I know enough of hate To say that for destruction ice Is also great And would suffice. ROBERT FROST