Les Trois Grâces – Charites

CANOVA - TrzyGracje

CANOVATrzyGracje

Graças, nome latino das Cárites gregas, eram as deusas da fertilidade, do encantamento, da beleza, da criatividade humana, da natureza e da amizade.

O nome cárites vem do latim charitas, que é a caridade no sentido de compaixão, e não de simplesmente dar uma esmola material. As figura das três moças pode também ser relacionada com o Dar, Receber e Agradecer.

São elas: Aglaia/Abigail, a claridade; Tália, a musa da comédia e da poesia/ ou que faz brotar flores (dependendo da fonte); e Eufrosina, a deusa da alegria.  Filhas de Zeus e Eurínome, uma ninfa do mar filha do próprio Oceano. Por também representarem a beleza, são associadas a Afrodite ou Vênus, deusa do amor.

Às Graças associava-se tudo o que promove encantamento, prazer, satisfação, contentamento, júbilo, deleite e fruição com a vida. Por essa razão, acreditava-se que as Graças presidiam os banquetes, as danças, os encontros sociais, as ocasiões festivas e todas as situações que despertassem emoções positivas.

Nas primeiras representações plásticas, as Graças apareciam vestidas; mais tarde, foram representadas como jovens nuas, de mãos dadas; duas das Graças olham numa direção e a terceira na direção oposta.

Eram dançarinas do Olimpo e tinham por companhia constante as Musas, com as quais costumavam cantar para os deuses do Olimpo e dançar ao som da lira do deus Apollo.

Tornaram-se símbolo da harmonia do mundo clássico na época do Renascimento. Esse modelo, do qual se conserva um grupo escultórico da época helenística, originou quadros célebres como “A primavera”, de Botticelli.

Às Graças era atribuído o poder de conferir aos artistas e poetas a habilidade para criar o belo.

Na Idade Média, as Três Graças eram as representantes de virtudes como a beleza, a caridade e o amor na iconografia cristã, sendo relacionadas com a capacidade de dar e receber.

 

 

via:

https://ask.fm/Caledfwlch/answers/34648112762

http://julirossi.blogspot.com.br/2013/01/as-tres-gracas.html

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Dain L. Tasker X-Ray

Dain L. Tasker1

Dain L. Tasker2

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Teoria do movimento  

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Se a física é a teoria da substância em movimento, é evidente que a explicação do “movimento” constitui a sua parte principal.

Já sabemos como o movimento tornou-se problema filosófico, depois de ter sido negado pelos eleáticos como aparência ilusória. E também sabemos que os pluralistas já o haviam recuperado e justificado em parte. Entretanto, ninguém, nem mesmo Platão, soube estabelecer quais eram a sua essência e o seu estatuto ontológico.

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Os eleáticos haviam negado o devir e o movimento porque, com base em suas teses de fundo, eles pressuporiam a existência de um não-ser, no sentido que examinamos. Pois Aristóteles consegue solucionar a aporia de modo brilhante.

757473_originalSabemos (pela metafísica) que o ser tem muitos significados e que um grupo desses significados é dado pela dupla “ser como potência” e “ser como ato”. Em relação ao ser-em-ato, o ser-em- potência pode ser considerado não-ser, mais precisamente, não- ser-em-ato. Está claro que se trata de um não-ser relativo, já que a potência é real, porque é capacidade real e possibilidade efetiva de chegar ao ato. Ora, o movimento ou a mutação em geral é precisamente a passagem do ser em potência para o ser em ato (o movimento é “o ato ou a transformação em ato daquilo que é potência enquanto tal”, diz Aristóteles). Assim, o movimento não pressupõe em absoluto o não-ser como nada, mas sim o não-ser como potência, que é uma forma de ser e, assim, se desenvolve no âmbito do ser, sendo passagem de ser (potencial) para ser (atuado).

Mas Aristóteles também aprofundou ainda mais a questão do movimento, conseguindo estabelecer quais são todas as possíveis formas de movimento e qual é a sua estrutura ontológica.

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Mais uma vez, vamos remontar à distinção originária dos diversos significados do ser: como vimos, potência e ato dizem respeito às várias categorias e não só à primeira. Conseqüente­mente, também o movimento, que é passagem da potência ao ato, diz respeito às várias categorias. Sendo assim, é possível deduzir da tábua das categorias as várias formas de mutação. Em especial, deve-se considerar as categorias 1) da substância, 2) da qualidade, 3) da quantidade, 4) do lugar:

1) a mutação segundo a substância é “a geração e a corrup­ção”;

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2) a mutação segundo a qualidade é “a alteração”;

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3) a mutação segundo a quantidade é “o aumento e a diminuição”;

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4) a mutação segundo o lugar é “a translação”.

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“Mutação” é um termo genérico, que cabe bem para todas essas quatro formas; já “movimento” é um termo que designa genericamente as últimas três, especificamente a última.

Em todas as suas formas, o devir pressupõe um substrato (que é, aliás, o ser potencial), que passa de um oposto a outro: na primeira forma, de um contraditório a outro e, nas outras três formas, de um contrário a outro. A geração é o assumir a forma por parte da matéria, a corrupção é o perder a forma; a alteração é uma mudança da qualidade; o aumento e a diminuição são uma pas­sagem de pequeno a grande e vice-versa; o movimento local é passagem de um ponto para outro. Somente os compostos (os “synolos”) de matéria e forma podem sofrer mutação porque só a matéria implica potencialidade: a estrutura hilemórfica (feita de matéria e forma) da realidade sensível, que necessariamente implica em matéria e, portanto, em potencialidade, constitui assim a raiz de todo movimento.

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home built 16×20-Inch Camera

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Tyler Shields – Fairies vacation

Tyler Shields

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News of the World

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lonely, wild and sad

 

 

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cold somewhere outside

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Yndio do Brasil – Sylvio Back (1995)

https://youtu.be/cyHlPuAtFFY

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Minimalist Color Palettes 2015

by Duminda Perera

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Minimalist Color Palettes 2015

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o Ócio

 Michael ParkesPlatão fundou uma escola no monte Academos. Esta escola se chamou Academia. A palavra “escola” vem de “scholé”. Os latinos traduziram essa palavra grega “Scholé” por “Otium”. A idéia de escola sugere que se trate de uma comunidade humana onde todos estejam engajados num modo de se empenhar denominado “ócio”. tumblr_lp3zolHalP1qe0eclo1_r17_500Na sua compreensão arcaica, originária, “ócio” não designava “não fazer nada”, muito menos preguiça e indolência. “Ócio” designava uma forma de trabalho. Trata-se de um modo de ser e de agir, de uma modalidade de trabalho todo próprio, caracterizado como labor livre, gratuito, assumido cordialmente por causa dele mesmo, querido voluntariamente, como realização da vocação de uma pessoa. O contrário do “ócio” é o “negócio”, ou seja, o trabalho funcionalizado em vista de um resultado, que também é importante, mas que não é o mais nobre e elevado para o ser humano. No ócio, o que está em vista é o ser humano, seu crescimento e seu aperfeiçoamento como ser humano. No negócio, o que está em vista é uma coisa, um produto, um resultado. O ser humano é usado em favor do alcance desse objetivo.

Marc Dennisvia:

A QUESTÃO DA JUSTIÇA EM PLATÃO – UCB

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A Poesia de Helena Kolody

ÂMAGO

 
Quem bebe da fonte
que jorra na encosta,
não sabe do rio
que a montanha guarda.
                  (em Sempre Palavra, 1985)
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Jupiter Maçã – Forever

Post-mortem tribute to Flávio Basso, the last genius of the Brazilian Popular Music.

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