Reuters’ Xmas

A man, dressed as Santa Claus, speeds down during a promotional event on the opening weekend in the alpine ski resort of Verbier, Switzerland, December 6, 2015. Skiers dressed as Santa Claus were granted free access to the resort on the day of Saint-Nicolas. REUTERS/Denis Balibouse

A man, dressed as Santa Claus, speeds down during a promotional event on the opening weekend in the alpine ski resort of Verbier, Switzerland, December 6, 2015. Skiers dressed as Santa Claus were granted free access to the resort on the day of Saint-Nicolas. REUTERS/Denis Balibouse

Traffic enforcer Ramiro Hinojas wears a Santa Claus costume while directing traffic flow at a busy intersection in Pasay city, metro Manila, December 12, 2015. Hinojas busts some dance moves while directing traffic to entertain motorists stuck in the congested intersection as holiday-goers crowd malls for their yuletide shopping a few days before Christmas. REUTERS/Romeo Ranoco

Traffic enforcer Ramiro Hinojas wears a Santa Claus costume while directing traffic flow at a busy intersection in Pasay city, metro Manila, December 12, 2015. Hinojas busts some dance moves while directing traffic to entertain motorists stuck in the congested intersection as holiday-goers crowd malls for their yuletide shopping a few days before Christmas. REUTERS/Romeo Ranoco

A member of the Langland Board Surfers group takes part in a Surfing Santa competition at Langland Bay in Gower, Wales, December 19, 2015. REUTERS/Rebecca Naden

A member of the Langland Board Surfers group takes part in a Surfing Santa competition at Langland Bay in Gower, Wales, December 19, 2015. REUTERS/Rebecca Naden

A man dressed as Santa Claus on a stand-up paddle crosses Lake Aegerisee near Unteraegeri, Switzerland December 5, 2015. REUTERS/Arnd Wiegmann

A man dressed as Santa Claus on a stand-up paddle crosses Lake Aegerisee near Unteraegeri, Switzerland December 5, 2015. REUTERS/Arnd Wiegmann

A volunteer wearing a Santa Claus costume distributes presents to children at a poor community in Najaf, south of Baghdad, December 19, 2015.  REUTERS/Alaa Al-Marjani

A volunteer wearing a Santa Claus costume distributes presents to children at a poor community in Najaf, south of Baghdad, December 19, 2015. REUTERS/Alaa Al-Marjani

A man dressed as a Santa Claus takes part in the traditional Christmas bath during an unusually warm winter day in Nice, southeastern France, December 20, 2015. REUTERS/Eric Gaillard

A man dressed as a Santa Claus takes part in the traditional Christmas bath during an unusually warm winter day in Nice, southeastern France, December 20, 2015. REUTERS/Eric Gaillard

A man dressed as a Santa Claus poses on top of the Kollhoff Tower at Potsdamer Platz square in Berlin, Germany, December 13, 2015 REUTERS/Fabrizio Bensch

A man dressed as a Santa Claus poses on top of the Kollhoff Tower at Potsdamer Platz square in Berlin, Germany, December 13, 2015 REUTERS/Fabrizio Bensch

Claudionor Jose de Deus, wearing a Santa Claus costume, waves to people on a boat in the Amazon River, in rural Manaus, Brazil, December 19, 2015. Jose de Deus is part of a volunteer group that distributes toys to children from poor neighborhoods and riverside communities that are distant from the city. REUTERS/Bruno Kelly

Claudionor Jose de Deus, wearing a Santa Claus costume, waves to people on a boat in the Amazon River, in rural Manaus, Brazil, December 19, 2015. Jose de Deus is part of a volunteer group that distributes toys to children from poor neighborhoods and riverside communities that are distant from the city. REUTERS/Bruno Kelly

Israeli-Arab Issa Kassissieh wears a Santa Claus costume as he rides a camel and poses for the media during an annual Christmas tree distribution by the Jerusalem municipality on the Mount of Olives in Jerusalem, December 21, 2015. The Dome of the Rock is seen in the background. REUTERS/Ammar Awad

Israeli-Arab Issa Kassissieh wears a Santa Claus costume as he rides a camel and poses for the media during an annual Christmas tree distribution by the Jerusalem municipality on the Mount of Olives in Jerusalem, December 21, 2015. The Dome of the Rock is seen in the background. REUTERS/Ammar Awad

Leandro Wendell dos Santos, 14, wearing a Santa Claus costume, plays with kids as he walks along the alley of the Mare slum complex to distribute presents to children in Rio de Janeiro, Brazil, December 23, 2015. REUTERS/Fabio Teixeira

Leandro Wendell dos Santos, 14, wearing a Santa Claus costume, plays with kids as he walks along the alley of the Mare slum complex to distribute presents to children in Rio de Janeiro, Brazil, December 23, 2015. REUTERS/Fabio Teixeira

via:

http://www.reuters.com/news/picture/santa-claus-is-coming-to-town?articleId=USRTX200I3

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Remy Fox Internet Comments – STFUp

via: Nowness

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From this Strange Confusion grows a Perverse Communication

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siouxie sioux

1979.-Siouxsie-Sioux-Siouxsie-and-the-Banshees-p81Hearing you in my sleep

sioux03_1rain down so divine

siouxsie a drownig so sublime

siouxsie-siouxit enthralls me and coils me around

siouxsie-bansheesthe thrill

siouxsie-1the sweetest chill

 

 

 

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Hermenêutica e Epistemologia

por: http://plurissignificacao.blogspot.com.br/

Micael Reynaud - eclair8

Tomando por base o texto do professor Bombassaro, que trata da produção do conhecimento, tentaremos descrever a relação entre hermenêutica e epistemologia, definir um conceito de racionalidade comunicativa e por fim, relacionar as diferentes visões epistemológicas com o saber e o agir na área de atuação do professor de artes visuais.128140_original

A título de revisão de alguns conceitos explicitados anteriormente, lembremos que, segundo o autor, o conhecimento constitui o lugar privilegiado da racionalidade e da historicidade, e que a distinção entre ‘conhecer’ e ‘saber’ são importantes para o entendimento do antagonismo que existiu, ou ainda existe, entre racionalismo e historicidade. Nas suas próprias palavras “ou se definia o conhecimento pela racionalidade e pouco – ou nada – se considerava sua historicidade, ou se definia o conhecimento pela historicidade e pouco – ou nada – se considerava sua racionalidade”. O autor ainda conceitua as duas principais tendências: a analítica, na qual o conhecimento era definido em função da racionalidade; e a histórica, na qual a historicidade é o elemento mais importante.

Lembremos também que o autor busca a convergência dos termos e em vista disso tece suas considerações, através do levantamento das diferentes concepções de racionalidade e, também, dos diferentes modos de compreender a historicidade na epistemologia atual. Cita Putnam, que aponta uma perspectiva de superação do dualismo entre historicidade e racionalidade e Lakatos, que aponta convergências e complementaridade entre racionalidade e historicidade. O autor aponta que nas últimas décadas “houve um emergir progressivo da historicidade nos debates epistemológicos. E que, alguns desses estudos apontam que “a epistemologia, por si só, é incapaz de mostrar efetivamente como a racionalidade e a historicidade se conjugam”. A epistemologia estaria presa a uma certa maneira de compreender o mundo como sendo produto da consciência, sem levar em conta as questões da temporalidade e da historicidade.

A mudança epistemológica só acontece na filosofia atual, que substitui “as teorias da consciência, ligadas a uma concepção metódica individualista, pelas teorias do mundo prático, onde se acentua o caráter dialógico e comunicativo da razão”. Estamos diante da virada pragmático-linguística, e essa mudança amplia os limites discussão epistemologia, indicando um movimento na direção da interdisciplinaridade, que privilegia a desfragmentação do saber, que até então vigorava. Trata-se agora de compreender as relações entre epistemologia e os demais âmbitos da reflexão sobra a questão.
nato 15É nesse contexto de ruptura que surgem, Karl-Otto Apel e Richard Rorty, dois pensadores que defendem que “a epistemologia pode ser complementada pela hermenêutica”. O termo “hermenêutica” provém do verbo grego “hermēneuein” e significa “declarar”, “anunciar”, “interpretar”, “esclarecer” e, por último, “traduzir”. Significa que alguma coisa é “tornada compreensível” ou “levada à compreensão”.As origens da distinção entre epistemologia e hermenêutica remontam a Escola Histórica Alemã que dizia que havia uma diferença metodológica fundada na distinção entre ‘saber’(erklären) e ‘compreender’(versthen). Ambos afirmavam que através da epistemologia somente podemos dar conta dos elementos normativos e metodológicos do conhecimento.
Apel afirmava que “a compreensão – característica básica do método hermenêutico – sempre se faz presente na elaboração da explicação nomológica-dedutiva da epistemologia. (…) e que essa mesma compreensão “é a condição de possibilidade da explicação histórica”. Apel elabora um projeto que ao trabalhar conjuntamente com hermenêutica, epistemologia e a crítica das ideologia, numa completaridade entre as ciências explicativas da natureza e ciências compreensivas do espírito, numa mediação dialética entre ‘explicação’ e ‘compreensão’”, em que ambas seriam as duas faces de uma mesma figura, um dependendo da outra. Para Apel a complementaridade entre explicação (epistemologia) e compreensão (hermenêutica) é o reconhecimento de uma comunidade de comunicação, onde ocorre a interpretação e a interação de ambas, visando um acordo intersubjetivo.

Na epistemologia, tal acordo se dá através da comensuração e na hermenêutica, o acordo seria “resultado da conversação e da argumentação”. Sendo, portanto. Acordos diferentes. Na epistemologia, o importante seria o resultado que se chega após a conversação; já para a hermenêutica, o importante é o processo, que pode ou não levar a um acordo. Ou seja, para a hermenêutica apenas a conversação interessa. Trata-se o conhecimento como atividade discursiva realizada por uma comunidade de comunicação, lugar efetivo no qual se realiza toda a interpretação que o homem faz do mundo. Ao substituirmos o ‘eu penso’ pelo ‘eu argumento’, estamos concebendo uma nova maneira de considerar o mundo, onde racionalidade e historicidade andam juntas e se completam, sendo assim, “próprias da existência humana”.tumblr_nmie3wZg0R1qz6f9yo1_500

Levando em conta o que foi dito até aqui, podemos dizer que a racionalidade comunicativa privilegia a argumentação através do diálogo intersubjetivo e possibilita diferentes ações oriundas de uma reflexão crítica a cerca da sociedade em que vivemos. Dito de outra forma, através dos diferentes discursos comunicativos produzidos pelos seres que interagem na sociedade é que são produzidos os diferentes tipos de conhecimentos. É o ser humano, no mundo real, em interação com o mundo da vida, da cultura e da relação com o outro que, ao produzir seu discurso, vai se constituindo enquanto ser pensante e produtor de conhecimento. Relações estas que nem sempre são tranquilas, que podem contemplar conflitos de interesses ou de relações de poder.

A maneira como isso se dá na escola, e mais especificamente no dia a dia dos professores de Artes Visuais, ou de qualquer outra área do conhecimento, vai depender de como professores e alunos se relacionam. Se de forma dialógica, democrática, autônoma, com interação entre as partes, valorização da realidade cultural do meio circundante, com possibilidade de crítica que possa questionar o poder estabelecido, com espaço para a reflexão e a crítica a partir de situações concretas vividas pelos profesores-alunos de forma responsável tanto histórica como política. Ou se de forma autoritária e arbitrária, antidemocrática, antidiscursiva, onde aluno e professor situam-se em espaços, físicos e sociais, de distanciamento e de hierarquia, em que os discursos não são possíveis de se estabelecer ou quando o são, revelam uma situação de assimetria das relações e de poder de um sobre o outro, em que a fragmentação do saber é a regra, onde não visão do todo, prejudicando qualquer possibilidade de diálogo e de construção do saber. Resta saber em que escola, nós estamos inseridos e a quem estamos servindo? A uma escola voltada para o desenvolvimento pleno da cidadania e da consciência autônoma de toda a comunidade escolar. Ou a uma escola onde a instrumentalização e a desumanização é a regra? Difícil responder.nato 1

BOMBASSARO, Luiz Carlos. As Fronteiras da Epistemologia: como se produz o conhecimento. Petrópolis: Vozes, 1992. Disponível em

<http://moodle.regesd.tche.br/file.php/135/Uma_Proposta_como_Conclusao.pdf > Acesso em 25/01/2010.

CRÍTICA: Revista de Filosofia. Hermenêutica. Disponível em < http://criticanarede.com/hermeneutica.html > Acesso em 25/01/2010.

WIKIPEDIA – A Enciclopédia livre. Hermenêutica. Disponível em <http://pt.wikipedia.org/wiki/Hermen%C3%AAutica > Acesso em 25/01/2010.

via:

http://plurissignificacao.blogspot.com.br/2010/01/hermeneutica-e-epistemologia.html

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Imanência e transcendência

                                                                              Bruno Pontes da Costa

       O termo “imanência” é normalmente entendido como uma força divina, uma divindade ou o ser divino, que permeia todas as coisas que existem e é capaz de influenciá-las direta ou indiretamente. Tal significado é comum no panteísmo e no pampsiquismo, isto implica em que a divindade esta inseparavelmente presente em todas as coisas. Neste significado de imanência é distinto da transcendência, mais tarde entendido como a divindade sendo separada ou transcendente ao Mundo.

    tumblr_mzuo7uxToN1sle3fzo1_500No contexto da teoria de Kant do conhecimento de imanência, significa manter nos limites da experiência do possível.

A transcendência é um termo que na Filosofia pode conduzir a três diferentes, porém relacionados significados, todos eles originaram-se da raiz latina“ascender” ou indo além, sendo, um significado originado na filosofia antiga, passando pela filosofia medieval e moderna.

    Algo é transcendental se isto tem um papel no modo como a mente “constitui” os objetos e se faz possível a nós experimentá-los como objetos em primeiro lugar (algo palpável, tangível). Normalmente o conhecimento é o saber sobre um determinado objeto; conhecimento transcendental é o saber de como é possível para nós experimentarmos estes objetos como objetos. Isto se baseia no conceito de Kant do argumento de David Hume que certas características do objeto (tais como a persistência, relações causais) não podem derivar da impressão que temos deles.nato 9

    A discussão aqui originada se dá em torno dos conceitos de imanência e transcendência e está exposta principalmente, nas obras de Spinoza, Emmons e Manuel Sérgio, situação a qual no momento, nos impossibilita tecer determinados comentários, devido a profundidade do assunto em pauta e o tempo correlacionado.

Em essência bruta, a imanência, por meio da etimologia, se traduz pelo pertinente a um ente, como a existencialidade própria do ser humano. Oimanente está no todo que compreende o ser humano, o próprio homem, mas, o transcendente é tudo o que está na possibilidade humana. Ao concordar-se com Emmons (2000), sobre a inteligência espiritual, admite-se que o sentido imanente dessa inteligência espiritual possibilita e pode promover a transcendência. Para o autor, a espiritualidade ou inteligência espiritual permite ao sujeito estabelecer um contato íntimo com o poder supremo e com o próprio sujeito, com o mundo, com a morte e com a vida, considerando esse dado como forma de compreensão cognitiva.

nato 30A divindade seria transcendente e, ao mesmo tempo, imanente. Seria transcende porque só Ela seria o ser, enquanto o mundo dos seres visíveis seria a pura ilusão do conhecimento abstrativo. A Divindade seria também imanente porque estaria, atualmente, presa no mais profundo de todas as coisas (ANACLETO, 2006).

A inteligência espiritual é definida a partir de dois aspectos: a existência de um conjunto de capacidades (faculdades) e habilidades associadas à espiritualidade (cognitivos de fé ou exercício de fé) e às diferenças individuais dessas capacidades e habilidades conferidas pela subjetividade desse sujeito. Nessa mesmo entendimento, a inteligência espiritual consiste em um conjunto de competências que fazem parte do conhecimento adaptativo desse homem, o que caracteriza o processo cognitivo.

Nessa perspectiva, a transcendência, relacionada ao sagrado, é resultante latente de uma formação espiritual que consiste na reunião de informações e conhecimentos relativos ao sagrado e que permitem que o sujeito se aproxime do divino, do espiritual, da crença, da religião, de Deus.

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Etimologicamente, transcender é elevar-se acima ou ir além do mundo e do cotidiano. Com relação ao divino, é aproximar-se, estreitando o relacionamento com o sagrado.

Os dois conceitos, com certeza são faces de uma mesma substância. A própria possibilidade de transcender é imanente ao ser humano. Correlações entre espírito e corpo. Dimensões humanas do ser.

via:

http://brunopontescosta.blogspot.com.br/2011/05/voce-sabe-diferenca-entre-imanencia-e.html

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Capitalismo, Democracia, Consumismo, Eliane Brum, Marcia Tiburi e Simone de Beauvoir

“O capitalismo é a redução da vida ao plano econômico. (…) O pensamento está minado pela lógica do ‘rendimento’. Viver torna-se uma questão apenas econômica. A economia torna-se uma forma de vida administrada com regras próprias, tais como o consumo, o endividamento, a segurança pela qual se pode pagar. Tudo isso é sistêmico e, ao mesmo tempo, algo histérico. (…) As palavras funcionam como estigmas ou como dogmas que sustentam ideias orientadoras de práticas”.

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O capitalismo sequestra a democracia também como palavra, que passa a ser consumida, junto com outras: felicidade, ética, liberdade, oportunidade, mérito. Palavras que a filósofa chama de “mágicas”, invocadas a serviço do ocultamento da opressão. “Antidemocrático, o capitalismo precisaria ocultar sua única democracia verdadeira: a partilha da miséria e, hoje em dia, cada vez mais, a matabilidade”.

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“Se levarmos em conta que falar qualquer coisa está muito fácil, que falamos em excesso e falamos coisas desnecessárias, um novo consumismo emerge entre nós, o consumismo da linguagem. O problema é que ele produz, como qualquer consumismo, muito lixo. E o problema de qualquer lixo é que ele não retorna à natureza como se nada tivesse acontecido. Ele altera profundamente nossas vidas em um sentido físico e mental. O que se come, o que se vê, o que se ouve, numa palavra, o que se introjeta, vira corpo, se torna existência”.

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via:

http://brasil.elpais.com/brasil/2015/11/09/opinion/1447075142_888033.html

Marcia Tiburi – Como conversar com um fascista – reflexões sobre o cotidiano autoritário brasileiro (Record)

 

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Wrong Side Of The River

Don McCullin

Don McCullin

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Frank Hurley

Frank Hurley

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++

++ Rio Doce – 05/Nov/2015 ++

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“Pretty Little Predators”

Ray Caesar

via:

http://www.raycaesar.com/

 

 

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Matthew Simmonds’ inner worlds

Amazing sculptures reveal hidden temples and castles inside of rocks

Amazing sculptures reveal hidden temples and castles inside of rocks

Amazing sculptures reveal hidden temples and castles inside of rocks

Amazing sculptures reveal hidden temples and castles inside of rocks

Amazing sculptures reveal hidden temples and castles inside of rocks

Amazing sculptures reveal hidden temples and castles inside of rocks

via:

Amazing Sculptures Reveal Hidden Temples And Castles Inside Of Rocks

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Sigil

Latin – sigillum = “seal”

Hebrew – סגולה – segula = “word, action, or item of spiritual effect, talisman”

 

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Witches as Women Empowered by the Occult

By Anya Tchoupakov — Nov 6 2015

 

Witchcraft, femininity, nature, and photography come together in Rik Garrett’s collection Earth Magic, published in abook by Fulgur Press. The photographs are made using the wet plate collodion process and are reminiscent of old spirit photography. Long fascinated with the world of the occult, as well as man’s relationship to nature and fantasy, what the photographer has envisioned with this project is, “a matristic, nature-based world; a female-centric, ritualistic community completely apart from the rest of society. This is a history of ‘witchcraft’ devoid of ‘witch hunts,’ a race of women who draw their energy and inspiration from the Earth itself. What if there were a truth to the myths of Amazons and the books like Aradia, Gospel of the Witches? What if the fierce Maenads of Greek mythology still existed today, hidden from view? What if these truths were presented faithfully?”

via:

http://thecreatorsproject.vice.com/blog/witches-as-women-empowered-by-the-occult

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Colour dossier

Colors era

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keep on track

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