Yahweh é o nome em hebraico do Deus bíblico do antigo reino de Israel. Seu nome é composto por quatro consoantes hebraicas (YHWH, conhecido como Tetragrammaton). Em Êxodo 3:13-15, Moisés pergunta a Deus qual é Seu nome e sua resposta é: “Eu Sou o que Sou”. Deus também lhe diz que deve apresentá-lo aos israelitas como YHWH (que se parece com a expressão “Eu Sou” em hebraico). Estudiosos cristãos de língua latina substituíram o Y (que não existe em latim) por um I ou um J. Assim, o tetragrammaton se tornou o nome latino Jeová (JeHoWaH).
O nome pessoal de Deus era provavelmente conhecido antes da época de Moisés. O nome da mãe de Moisés, por exemplo, era Joquebede (Yokheved), uma palavra baseada no nome de Javé. Assim, a tribo de Levi, à qual Moisés pertencia, provavelmente conhecia o nome Yahweh, que originalmente poderia ter sido uma forma abreviada, como Yo, Yah ou Yahu.
De fato, é apenas nesse efeito de entropia, nesse desperdiçamento, que o gozo se apresenta, adquire um status. Eis porque o introduzi de início com o termo Mehrlust, mais-de-gozar. É justamente por ser apreendido na dimensão da perda – alguma coisa é necessária para compensar, por assim dizer, aquilo que de início é número negativo – que esse não-sei-quê, que veio bater, ressoar nas paredes do sino, fez gozo, e gozo a repetir. Só a dimensão da entropia dá corpo ao seguinte – há um mais-de-gozar a recuperar (Lacan, 1969-1970/1992, pp. 47-48).
A função fática é uma das seis funções da linguagem elaboradas por Roman Jakobson (1896-1982), e tem o objetivo de interromper, prolongar ou estabelecer a comunicação. O termo corresponde a rumor ou a ruído. Além disso, envolve o despertar e a atenção do receptor. Exemplo:
• Psiu! Você está fazendo muito barulho.
• Ei, estou falando com você!
É função fática quando também o emissor testa o canal de comunicação, por exemplo:
• Alô! Você me ouve?
• Compreende o que eu falei?
É outro exemplo de função fática, a tentativa de prolongar ou manter o diálogo. Como:
• José é um bom aluno, não é?
• Juliana, você já pode ir pra casa, ok?
• Você pode esperar sentado, certo?
• Daniel, você está proibido de jogar vide-game, ficou claro?
A função fática ocorre também quando o emissor quer suscitar a comunicação com o emissor.
• Olá, Ângela, como foi o fim de semana?
• Oi, Cássia! Você está bem?
• Boa tarde, está calor aqui não é?
• Bom dia, como vai?
É comum também utilizarmos rumores ou ruídos em uma determinada conversa, como:
• Hum-hum: responder positivamente;
• Hmm? ou hein? perguntar o que se trata.
São as funções da linguagem de Jakobson, além da função fática: função metalinguística, função referencial, função poética, função apelativa e função emotiva.
Função referencial
A função referencial tem como objetivo informar de maneira direta e objetiva, ou seja, não utiliza-se expressões subjetivas. Neste caso, usa-se a linguagem denotativa. É possível encontrar encontrada a função referencial em textos noticiosos como, por exemplo: jornais e revistas. Está presente ainda em textos científicos.
Função apelativa
A função apelativa é conhecida também como função conativa. Ela é caracterizada por transmitir ao leitor mensagens com o intuito de convencê-lo ou persuadi-lo. Ela está presente, principalmente, em textos publicitários ou de instruções como receitas.
Função emotiva
A função emotiva é também denominada de função expressiva e tem como objetivo transmitir mensagens que despertam emoções no receptor. Uma das principais características dessa função é a linguagem subjetiva em que utiliza-se a primeira pessoa do singular ou do plural. O texto de blog pessoal é um exemplo dessa função.
Função poética
A função poética tem como princípio a estética da mensagem. É caracterizada pela utilização de figuras de linguagem e expressões subjetivas, portanto, no sentido conotativo. O trecho de “Sonetos” do autor Luís de Camões é um exemplo de função poética.
“Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer (…)”
Função Metalinguística
A função metalinguística tem como característica a tradução da própria linguagem, ou seja, o intuito do texto é fazer referência sobre o código utilizado. Pode-se perceber um exemplo dessa função em uma música que fala sobre ela mesma.
O trecho abaixo da música “A canção tocou na hora errada” de Ana Carolina é um exemplo da função metalinguística.
“A canção tocou na hora errada
E eu que pensei que sabia tudo
Mas se é você eu não sei nada
Quando ouvi a canção, era madrugada
Eu vi você, até senti tua mão
E achei até que me caía bem como uma luva
Mas veio a chuva, ficou tudo tão desigual (…)”
Outro exemplo consiste quando consultamos no dicionário o significado da palavra “dicionário”. Percebe-se, portanto, que o objetivo do código é fazer referência a ele mesmo.
Elementos
A comunicação é formada por importantes elementos que são mensagem, emissor, receptor, canal, código e contexto.
• Mensagem: esse elemento corresponde ao conteúdo ou o assunto transmitido;
• Emissor: diz respeito a quem propaga a mensagem, intitulado também como destinador. O emissor pode ser, por exemplo: uma pessoa, como também uma empresa.
• Receptor: esse é conhecido também como destinatário. A função desse é receber a mensagem;
• Canal: diz respeito ao meio em que a mensagem é propagada. O canal pode ser, por exemplo: microfone, rede social, telefone, TV, dentre outros.
• Código: corresponde ao conjunto de signos e regras estabelecidas para compor a mensagem;
• Contexto: esse elemento da comunicação é conhecido também como referente. Diz respeito ao assunto ou a situação a qual a mensagem se refere.
a questão de investigação para Souriau é a busca por não opor um “pluralismo ôntico”, voltado para o pluralismo dos seres, a um “pluralismo existencial”, em conformidade com um a pluralidade de modos de existência.
via:
Rodrigues, Leonardo Pastor Bernardes. Processo fotográfico: automatismo e retorno ao manual na prática da fotografia através do Smartphone / Leonardo Pastor Bernardes Rodrigues. – 2016. 223 f.: il.
SOURIAU, Étienne. Les différents modes d’existence. Paris: Presses Universitaires de France, 2009.
Cada um alcança a verdade que é capaz de suportar.
a linguagem é a chave para compreender a mente humana a psicanálise deveria se concentrar no discurso e na linguagem dos pacientes o inconsciente não é um reservatório de desejos reprimidos, como Freud afirmava, mas sim uma estrutura linguística complexa que influencia a maneira como as pessoas percebem a si mesmas e ao mundo ao seu redor.
Real é o mundo físico e material, Imaginário é a percepção subjetiva da realidade Simbólico é a linguagem e a cultura que moldam nossas experiências. Esses três conceitos interagem entre si para criar a experiência humana.
Toda arte se caracteriza por um certo modo de organização em torno de um vazio