Tilt Armor

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Non nobis Domine

Autonomia

Protagonismo – Foto de Piotr Jaxa

Emancipação

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BioGeoChemical Cycle

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Different Eyes

And the more affects we allow to speak about one thing, the more eyes, different eyes, we can use to observe one thing, the more complete will our “concept” of this thing, our “objectivity,” be. But to eliminate the will altogether, to suspend each and every affect, supposing we were capable of this — what would that mean but to castrate the intellect? (Nietzsche – The Genealogy of Morals, s III.12)

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Regras de Inferência

Audrey Corregan

Audrey Corregan

Audrey Corregan

Audrey Corregan

Cadeias de fatos atômicos ou proposições nucleares (Russel)

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John Rogers Searle – Linguagem e consciência

o Realismo Externo

Realismo externo é a visão de que há uma realidade que existe independentemente de nossas representações dela. Eu não penso que haja algum questionamento de que o realismo externo é verdadeiro e mais importante e que ele é um pressuposto necessário de grande parte da nossa ciência e de nossa comunicação com o outro. Se eu lhe perguntar “está chovendo?”, não estou perguntando sobre o seu estado de espírito, mas sobre o estado do tempo que existe de forma totalmente independente da sua mente ou de qualquer outra pessoa.

o problema semântico da Experiência Perceptiva

Percepção, como crenças, desejos etc, tem intencionalidade. Intencionalidade é apenas essa característica da mente pela qual é dirigida a ou sobre objetos e estados de coisas do mundo, e na medida em que há um “problema semântico” da experiência perceptiva, é precisamente o problema em explicar essa relação. Como é possível que as nossas experiências subjetivas internas qualitativas possam dar-nos conhecimento objetivo de uma realidade que existe independentemente?

os Estados Alterados de Consciência

Nós realmente não temos uma noção científica clara de “estados alterados de consciência”. Às vezes você pode obter uma melhor compreensão do caso normal estudando o caso degenerado ou patológico. A história da ciência da mente está cheia de exemplos. Talvez um dos exemplos mais interessantes é o que Weiskrantz chamou de visão-cega em que o paciente pode relatar eventos que ocorrem em seu campo visual, embora por causa dos danos ao seu cérebro, ele não possa ter qualquer experiência consciente desses eventos.

Outro exemplo famoso de estados alterados de consciência é o caso dos pacientes com cérebro dividido. São pacientes que, para curar a epilepsia, sofrem uma separação cirúrgica entre os dois hemisférios pelo corte do corpo caloso. Como resultado, verifica-se que o paciente aparentemente passa a ter dois centros de consciência, um em cada hemisfério; função essa, pelo menos em parte, independente uma da outra. Então, se você mostrar uma colher para o hemisfério direito e perguntar ao paciente: “O que você vê?”, o paciente diz, por seu hemisfério esquerdo ser onde ele tem a linguagem: “Não vejo nada”. Mas ele, então, estende a sua mão esquerda, que é controlada por seu hemisfério direito, e pega a colher.

Muito pode ser aprendido sobre a consciência através do estudo de tais estados patológicos.

o Principal Problema Filosófico do Início do Século

O principal problema filosófico da época atual é dar conta de nós mesmos como consientes, mentais, racionais, tendo livre-arbítrio, políticos, estéticos, sociais, que falam uma língua, enfim, seres morais em um mundo conhecido que consiste inteiramente de inconsciência e partículas físicas sem sentido. Talvez tenhamos que desistir de alguns de nossos pressupostos sobre nós mesmos. Talvez, por exemplo, não sejamos capazes de manter a nossa concepção tradicional da liberdade da vontade. Mas a pergunta mais interessante na Filosofia de hoje, na verdade eu diria que a questão mais excitante na vida intelectual hoje, é encontrar uma forma de tornar a nossa realidade humana e consistente e uma extensão natural do que conhecemos como a realidade básica.

John Rogers Searle (31 de julho de 1932) é professor da Universidade de Berkeley, na Califórnia, EUA

http://filosofia.uol.com.br/filosofia/ideologia-sabedoria/35/artigo255502-3.asp

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Imaginação Ativa

 

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Causalidade Inevitável

 

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Proposições do Tractatus Logico-Philosophicus Ludwig Wittgenstein

2.1511: Linguagem – palavras representando imagens que refletem fatos no mundo.

5.6: Os limites da minha linguagem significam os limites do meu mundo.

6.52: Se todas as questões científicas possíveis forem respondidas os problemas da vida ainda não terão sido resolvidos!

6.522: “Existe, de fato, o inexprimível! Ele se revela; é o místico.”

 

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NeoPositivismo – Círculo de Viena

PROPOSIÇÕES:

ACEITÁVEIS   [método científico]

  • – ANALÍTICA  [definição reflexiva]
  • – SINTÉTICA [verificável ou não, pela experimentação científica]

EMOCIONAIS    [destituídas de significado]

  • – RELIGIÃO
  • – ÉTICA
  • – METAFÍSICA

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Unificação das ciências pela imposição do mesmo critério básico de lógica para todas elas.

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Hoje em dia é desconsiderado pela maioria dos filósofos.


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Slavoj Žižek – The Real Thing

A Coisa Verdadeira, o Vazio destruidor. Culmina na queda das torres, nos snuff movies, nos sites pornô em que uma câmara é aplicada a um vibrador de forma a dar a ver o interior de uma vagina. Aliás, existe uma conexão evidente entre as imagens da realidade e as imagens divulgadas mediaticamente. Tudo ganha uma distância que permite que a dor das vítimas seja a volúpia do espectador. Veja-se a repetição compulsiva das imagens da queda do WTC e o fascínio que tais imagens sobre nós exerceram.

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Sæculum

Definição de Sæculum (século) em Roma:

Considere todas as pessoas vivas em uma sociedade.

Quando a última delas tiver morrido, terá passado um século.

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Spintriae – Coins of ancient Rome

These tokens are from ancient Rome, and they’re called spintriae. They were only manufactured for a few years (perhaps as few as 15) in the first century, and they have no real intrinsic value, being made from brass or bronze.

Oh, and they depict sexual activity, rather than the more-common profile of an emperor.

All of that leads many people to believe that they were used as “tokens” in Roman brothels — you pay the cashier, then redeem your coupon upstairs.

But not everyone agrees. Both Salon and Cecil at the Straight Dope point to an influential 2007 essay byGeoffrey Fishburn called “Is that a spintriae in your pocket, or are you just pleased to see me?” (pdf).

He makes some interesting points — there’s no evidence of Romans having a token-based sub-economy in any area, let alone brothels; there’s no real correlation between the numbers on one side of the coin and the acts depicted on the other; Romans didn’t have the same hangups about sex that we do, so the coins may not mean much of anything; and frankly, it’s so far back in time that we may never be able to definitively say what they were for.

http://www.absurdintellectual.com/2010/04/05/brothel-tokens-from-ancient-rome/

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