Regras de Inferência

Audrey Corregan

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Cadeias de fatos atômicos ou proposições nucleares (Russel)

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John Rogers Searle – Linguagem e consciência

o Realismo Externo

Realismo externo é a visão de que há uma realidade que existe independentemente de nossas representações dela. Eu não penso que haja algum questionamento de que o realismo externo é verdadeiro e mais importante e que ele é um pressuposto necessário de grande parte da nossa ciência e de nossa comunicação com o outro. Se eu lhe perguntar “está chovendo?”, não estou perguntando sobre o seu estado de espírito, mas sobre o estado do tempo que existe de forma totalmente independente da sua mente ou de qualquer outra pessoa.

o problema semântico da Experiência Perceptiva

Percepção, como crenças, desejos etc, tem intencionalidade. Intencionalidade é apenas essa característica da mente pela qual é dirigida a ou sobre objetos e estados de coisas do mundo, e na medida em que há um “problema semântico” da experiência perceptiva, é precisamente o problema em explicar essa relação. Como é possível que as nossas experiências subjetivas internas qualitativas possam dar-nos conhecimento objetivo de uma realidade que existe independentemente?

os Estados Alterados de Consciência

Nós realmente não temos uma noção científica clara de “estados alterados de consciência”. Às vezes você pode obter uma melhor compreensão do caso normal estudando o caso degenerado ou patológico. A história da ciência da mente está cheia de exemplos. Talvez um dos exemplos mais interessantes é o que Weiskrantz chamou de visão-cega em que o paciente pode relatar eventos que ocorrem em seu campo visual, embora por causa dos danos ao seu cérebro, ele não possa ter qualquer experiência consciente desses eventos.

Outro exemplo famoso de estados alterados de consciência é o caso dos pacientes com cérebro dividido. São pacientes que, para curar a epilepsia, sofrem uma separação cirúrgica entre os dois hemisférios pelo corte do corpo caloso. Como resultado, verifica-se que o paciente aparentemente passa a ter dois centros de consciência, um em cada hemisfério; função essa, pelo menos em parte, independente uma da outra. Então, se você mostrar uma colher para o hemisfério direito e perguntar ao paciente: “O que você vê?”, o paciente diz, por seu hemisfério esquerdo ser onde ele tem a linguagem: “Não vejo nada”. Mas ele, então, estende a sua mão esquerda, que é controlada por seu hemisfério direito, e pega a colher.

Muito pode ser aprendido sobre a consciência através do estudo de tais estados patológicos.

o Principal Problema Filosófico do Início do Século

O principal problema filosófico da época atual é dar conta de nós mesmos como consientes, mentais, racionais, tendo livre-arbítrio, políticos, estéticos, sociais, que falam uma língua, enfim, seres morais em um mundo conhecido que consiste inteiramente de inconsciência e partículas físicas sem sentido. Talvez tenhamos que desistir de alguns de nossos pressupostos sobre nós mesmos. Talvez, por exemplo, não sejamos capazes de manter a nossa concepção tradicional da liberdade da vontade. Mas a pergunta mais interessante na Filosofia de hoje, na verdade eu diria que a questão mais excitante na vida intelectual hoje, é encontrar uma forma de tornar a nossa realidade humana e consistente e uma extensão natural do que conhecemos como a realidade básica.

John Rogers Searle (31 de julho de 1932) é professor da Universidade de Berkeley, na Califórnia, EUA

http://filosofia.uol.com.br/filosofia/ideologia-sabedoria/35/artigo255502-3.asp

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Imaginação Ativa

 

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Causalidade Inevitável

 

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Proposições do Tractatus Logico-Philosophicus Ludwig Wittgenstein

2.1511: Linguagem – palavras representando imagens que refletem fatos no mundo.

5.6: Os limites da minha linguagem significam os limites do meu mundo.

6.52: Se todas as questões científicas possíveis forem respondidas os problemas da vida ainda não terão sido resolvidos!

6.522: “Existe, de fato, o inexprimível! Ele se revela; é o místico.”

 

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NeoPositivismo – Círculo de Viena

PROPOSIÇÕES:

ACEITÁVEIS   [método científico]

  • – ANALÍTICA  [definição reflexiva]
  • – SINTÉTICA [verificável ou não, pela experimentação científica]

EMOCIONAIS    [destituídas de significado]

  • – RELIGIÃO
  • – ÉTICA
  • – METAFÍSICA

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Unificação das ciências pela imposição do mesmo critério básico de lógica para todas elas.

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Hoje em dia é desconsiderado pela maioria dos filósofos.


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Slavoj Žižek – The Real Thing

A Coisa Verdadeira, o Vazio destruidor. Culmina na queda das torres, nos snuff movies, nos sites pornô em que uma câmara é aplicada a um vibrador de forma a dar a ver o interior de uma vagina. Aliás, existe uma conexão evidente entre as imagens da realidade e as imagens divulgadas mediaticamente. Tudo ganha uma distância que permite que a dor das vítimas seja a volúpia do espectador. Veja-se a repetição compulsiva das imagens da queda do WTC e o fascínio que tais imagens sobre nós exerceram.

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Sæculum

Definição de Sæculum (século) em Roma:

Considere todas as pessoas vivas em uma sociedade.

Quando a última delas tiver morrido, terá passado um século.

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Spintriae – Coins of ancient Rome

These tokens are from ancient Rome, and they’re called spintriae. They were only manufactured for a few years (perhaps as few as 15) in the first century, and they have no real intrinsic value, being made from brass or bronze.

Oh, and they depict sexual activity, rather than the more-common profile of an emperor.

All of that leads many people to believe that they were used as “tokens” in Roman brothels — you pay the cashier, then redeem your coupon upstairs.

But not everyone agrees. Both Salon and Cecil at the Straight Dope point to an influential 2007 essay byGeoffrey Fishburn called “Is that a spintriae in your pocket, or are you just pleased to see me?” (pdf).

He makes some interesting points — there’s no evidence of Romans having a token-based sub-economy in any area, let alone brothels; there’s no real correlation between the numbers on one side of the coin and the acts depicted on the other; Romans didn’t have the same hangups about sex that we do, so the coins may not mean much of anything; and frankly, it’s so far back in time that we may never be able to definitively say what they were for.

http://www.absurdintellectual.com/2010/04/05/brothel-tokens-from-ancient-rome/

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Soyons Réalistes, Demandons L’Impossible

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Linguística aplicada ou aplicação da linguística?

Para muitos não especialistas, a linguística aplicada não passa de uma aplicação das teorias linguísticas – o que, de fato, não corresponde à atual realidade. Na verdade, esse campo de estudos é tão vasto que, por conta disso, é difícil definir precisamente seus objetos, conceitos e métodos.

linguistic methods

Por Edmar Cialdine

O QUE NÃO É A LINGUÍSTICA APLICADA… 

Não é a melhor opção começar uma explicação dizendo o que algo não é, mas correremos o risco, já que a primeira coisa que vários linguistas da área dizem é: a LA (linguística aplicada) não é a aplicação das teorias linguísticas. Na verdade, não há um consenso nesse sentido, apenas a maioria dos estudiosos defende que, apesar da LA ter surgido como uma tentativa de aplicação das teorias da Linguística no ensino de línguas (além de outras áreas), ela, hoje, se tornou muito maior que isso e, tal qual a Linguística (teórica), passou a produzir sua própria teoria.

Acredito que exista uma palavra- chave para se compreender a LA: problema. Sendo mais específico, a princípio, a LA se volta para problemas relacionados com a linguagem que possuem um reflexo direto ou indireto na Sociedade – ou seja, ela vai para além do estudo restrito e específico da linguagem. Ao tratar de todo e qualquer problema, ela se torna uma área de estudos inter, multi, pluri e transdisciplinar. A LA está em uma posição que ela dialoga com várias áreas diferentes dependendo do tipo de problema que ela se propõe a estudar. Nesse sentido, ela não só faz uso de teorias e metodologias outras – desenvolvendo as suas próprias – como, também contribui para que outros campos de estudos envolvidos com o problema em questão se desenvolvam. É isso que a torna inter, multi, pluri e transdisciplinar.


Com a divisão dos estudos da linguagem em estudos de língua e estudos de literatura, os profissionais que se dedicavam exclusivamente à língua se voltaram para os estudos linguísticos. A Linguística era considerada muito mais objetiva que a Literatura, o que ia ao encontro das necessidades do ensino tecnicista que vigorava e o processo de globalização que se iniciava.

Após o fim da Segunda Guerra Mundial, o ensino de línguas se tornou uma importante ferramenta de divulgação de ideias, modo de vida e cultura de cada país envolvido com a Guerra Fria (em especial os EUA). Assim, a partir da década de 50, o interesse pela formação de professores se acentuou, surgindo os “Teacher’s trainers”, profissionais responsáveis por essa formação continuada dos professores de inglês, e, com eles, as teorias linguísticas eram aplicadas ao ensino de línguas.

A necessidade de divulgar a língua inglesa rapidamente fez com que a ênfase fosse dada ao processo de ensino e não ao processo de aprendizagem, isto é, o foco era o professor, não o aluno. Como consequência disso, várias metodologias de ensino (ver box) foram surgindo. Na verdade, a falta de resultados positivos de alguns métodos fez com que surgissem cada vez mais métodos e, com isso, a Linguística Aplicada foi se desenvolvendo para além da aplicação das teorias linguísticas, ela começou a produzir suas próprias teorias sobre o ensino de línguas. De fato, temos hoje uma área tão desenvolvida (e que continua crescendo) que já não se restringe apenas ao ensino de línguas.

EXEMPLO PRÁTICO 
É claro que, por sua própria história, a educação linguística é um dos principais focos da LA. Infelizmente, nesse sentido, o ensino de língua materna, no nosso caso a língua portuguesa, bebeu pouco dessa fonte. Foi o ensino de línguas estrangeiras e segunda língua que recebeu as principais contribuições – o lado bom disso é que temos um vasto campo de pesquisa em aberto para quem trabalha com ensino de língua materna.

Na verdade, podemos dizer que a educação linguística de modo geral tem recebido contribuições indiretas. Um primeiro exemplo relaciona a LA e a Saúde, isto é, questões ligadas a distúrbios de linguagem (em especial aqueles distúrbios que influenciam na aprendizagem). Temos, assim, problemas como a Dislexia, Afasia, etc. Alguns ocorrem por acidentes no cérebro, mas há aqueles distúrbios congênitos. Nesses casos, a LA procura contribuir com áreas ligadas à Terapêutica na compreensão e soluções desses problemas.

Um segundo exemplo é o planejamento linguístico, isto é, as intervenções políticas que causam reflexo na língua. Para explicar melhor, basta refletirmos: o que define uma língua como idioma oficial? No Brasil, existem várias outras línguas além do português, mas apenas a LIBRAS conquistou status de língua oficial ao lado da língua portuguesa; na fundação dos EUA, no momento de definir o idioma da nova nação, por pouco a língua “oficial” não foi o alemão – aliás, “oficial” (entre aspas) porque a constituição americana não intitula nenhuma língua como oficial, ainda que o inglês tenha tal status extraoficialmente. Inclusive, em diversas cidades dos Estados Unidos o espnhol é consagrado como segunda língua oficial, pela forte habitação de povos hispânicos. Tudo isso sem mencionar os projetos de leis que surgem contra os estrangeirismos. Desse modo, um planejamento linguístico se mostra de suma importância para um país e a(s) língua(s) existente(s) nele e, para isso, a LA se dedica a analisar as formas e consequências de tais decisões políticas.

Um último exemplo que podemos citar relaciona a LA e as Ciências da Computação como a Informática e a Inteligência Artificial: a Linguística Computacional. Esse ramo da LA une os processos computacionais e a linguagem humana. Usos desse campo não faltam no nosso dia a dia: programas de tradução, de revisão gramatical, de reconhecimento vocal etc.

 
MÉTODOS DE ENSINO DE LÍNGUAS
Noels FontExistem vários métodos de ensino de línguas, em especial, de línguas estrangeiras. Dentre eles, destacam-se, ainda hoje, o método da gramática e tradução, método direto, método audiolingual e o método comunicativo.
O método da gramática e tradução surgiu com o ensino de línguas clássicas, séculos atrás, e focaliza a aprendizagem das regras gramaticais e seus usos em textos que servem para atividades de tradução. Já o método direto surgiu por conta das críticas que o método anterior sofreu. A frase “o aluno deve pensar na língua estrangeira” é resultado do método direto, que exclui totalmente o uso da língua materna em sala de aula. Um mérito desse método foi chamar a atenção para o desenvolvimento das quatro habilidades (leitura, produção escrita e oral e compreensão auditiva) pela primeira vez.
O método audiolingual, muito conhecido, veio como resultado da necessidade de ensinar rapidamente inglês, após a Segunda Guerra Mundial, em uma tentativa de aumentar a influência americana. Baseia-se na concepção Behaviorista de ensino. Na época os resultados impressionaram bastante e esse método foi “exportado” para o mundo e outras línguas. Ainda hoje é muito comum encontrarmos cursos de línguas em que os alunos ouvem e repetem os exercícios de áudio exaustivas vezes.
Por fim, mas não o último (apresentamos aqui apenas alguns métodos), há o método comunicativo. Neste método, diferente dos demais acima, o foco não é a estrutura linguística, mas a interação social através dela. Áreas da Linguística ligadas ao uso como a Sociolinguística, Pragmática etc., contribuíram para que novas teorias de ensino surgissem e fossem utilizadas no método comunicativo. Atualmente, esse método tem crescido bastante e ganhado mais defensores. No entanto, é importante que fique claro que nenhum método sozinho consegue suprir todas as necessidades do aprendiz. De igual modo, todos os métodos possuem méritos em determinados aspectos do ensino. Acredito que o ideal seja uma confluência de métodos segundo os objetivos e necessidades do ensino.

post: http://linguaportuguesa.uol.com.br/linguaportuguesa/gramatica-ortografia/35/linguistica-aplicada-ou-aplicacao-da-linguistica-para-muitos-nao-255592-1.asp

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Nonlinguistic Learning Mode in Instructional Design

While various linguistic methods are used in many learning processes, the nonlinguistic and affective modes are often omitted as learning designers do not realize their importance. We have three learning processors and when any are denied or not reinforce, the learning process lengthens rather than shortens.

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Mental Images

Mental images can increase nonlinguistic retention through the use of such techniques as metaphors, reflection, activities, short videos, images, or storytelling. To truly understand a subject matter we need to be creative with it in order to adapt it to our environment. It is through the power of mental images that we are able to change our mental representations of how things work to how we can make them work for us.

visualizationHave the learners practice the task in their minds (visualization)

Marzano (1998, p.102) reported an effect size of 1.13 (which indicates that achievement can be raised by 37 percentile points) by using techniques that enhance visual memory.

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Semantic, Concept, or Mind Mapping

Learning can further be enhanced by encouraging the use of graphic representations when taking notes (connected nodes composed of lines, circles, & drawings).

Mind or concept map

Sample Mind Map (semantic mapping)

While normal note taking has an overall effect size of .99, indicating a percentile gain of 34 points, graphic representations produced a percentile gain in achievement of 39 points. One of the most effective of these techniques is semantic mapping (Toms-Bronowski, 1982) with an effect size of 1.48 (n=1), indicating a percentile gain of 43 points. With this technique, the learner represents the key ideas in a lesson as nodes (circles) with spokes depicting key details emanating from the node.

Concept mapping was developed by Professor Joseph D. Novak at Cornell University in the mid-sixties and based on the theories of David Ausubel. The reason it works better than normal note taking is that the inner node(s) represent the learner’s prior knowledge and then as the learner grasps new ideas or concepts, additional nodes are added to represent them. Thus the learner is able to graph new knowledge built on previous knowledge in a dynamic way rather than through a strictly linear method.

The difference between concept maps, mind maps, Semantic maps is that while concept maps may represent several different, but related concepts,mind maps normally represents one central concept. Thus a mind map may look more like a tree, while a concept map normally looks more as a network with a central node that spreads more or less evenly in all direction.

Semantic maps refer to the whole genre of note taking performed in a graphical manner, thus it includes both concept maps and mind maps.

Mental Imagery

Mental Imagery, sometimes referred to as visualizing, is quasi-perceptual experience, in that it resembles perceptual experience, but occurs in the absence of the appropriate external stimuli. It has long been used in sports, such as golf and tennis, but has recently been shown to be helpful in learning various mental and physical tasks. Mental Imagery builds upon learning experiences through the means of imagining one self to perfectly perform a set of steps or actions, which in turn builds organized set of propositions that are stored in the brain. These sets of propositions can then be used when one actually performs the task.

The Other Senses

Also, do not forget the other senses. VAK would tell us to let the learners play with a koosh ball, however, I believe this has more to do with personal satisfaction than with actual learning. What really needs to happen is to allow them to touch, move, listen and/or smell the subject mater if at all possible… sort of what Zen is built upon—become one with the subject.

References

Marzano, Robert J. (1998). A Theory-Based Meta-Analysis of Research on Instruction. Mid-continent Aurora, Colorado: Regional Educational Laboratory. Retrieved May 2, 2000 from http://www.mcrel.org/pdf/instruction/5982rr_instructionmeta_analysis.pdf

Plessinger, A. The Effects of Mental Imagery on Athletic Performance. Retrieved may 19, 2009 fromhttp://www.vanderbilt.edu/AnS/psychology/health_psychology/mentalimagery.html

Toms-Bronowski, S. (1982). An investigation of the effectiveness of semantic mapping and semantic feature analysis with intermediate grade level children. Wisconsin Center for Education Research, The University of Wisconsin, Madison, WI.

http://www.nwlink.com/~donclark/hrd/learning/theories/nonlinguistic_learning.html

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UFPR Litoral – Feria de Profissões 2012

Laboratório de Ciências

Cursos e Oficinas

Mundo Mágico da Leitura

Artesanato da Comunidade Rural de São Joãozinho

Visita do Reitor da UFPR

alunos pedem explicações ao reitor

Protesto dos discentes - Prof. Valdo com a palavra

Inscrição para o Vestibular 2012

Serviços Gratuitos

Matinfeira

Motirõ Sociedade Cooperativa

Apresentações Artísticas

LAID - Laboratório de Interculturalidade e Diversidade

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