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Nakauchi Kiyoshi – 中内 純
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Todos os Nomes

O diálogo fora difícil, com alçapões e portas falsas surgindo a cada passo, o mais pequeno deslize poderia tê-lo arrastado a uma confissão completa se não fosse estar o seu espírito atento aos múltiplos sentidos das palavras que cautelosamente ia pronunciando, sobretudo aquelas que parecem ter um sentido só, com elas é que é preciso mais cuidado. Ao contrário do que em geral se crê, sentido e significado nunca foram a mesma coisa, o significado fica-se logo por aí, é direto, literal, explícito, fechado em si mesmo, unívoco, por assim dizer, ao passo que o sentido não é capaz de permanecer quieto, fervilha de sentidos segundos, terceiros e quartos, de direções irradiantes que se vão dividindo e subdividindo em ramos e ramilhos, até se perderem de vista, o sentido de cada palavra parece-se com uma estrela quando se põe a projetar marés vivas pelo espaço fora, ventos cósmicos, perturbações magnéticas, aflições”.
(José Saramago, Todos os Nomes p.134–135)

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Holomovimento
Natureza básica da realidade: um processo dinâmico da totalidade, “uma única e inquebrantável integridade em movimento de fluxo (David Bohm)”. Tudo está ligado a tudo e em fluxo dinâmico, cada parte do fluxo, dentro desta estrutura holográfica, contém o fluxo como um todo. O fluxo em si está em constante mudança processual.

À Ordem Explícita, ou o que chamamos realidade do mundo fenomênico, subjaz uma Ordem Implícita, ou ordenação sob o aparente caos. O que parece casual pode ser expressão de uma ordem subjacente, oculta, cuja apreensão depende da rede epistemológica do observador.
A Ordem Implícita não é destruída ao se expressar como Ordem Explícita, podendo a manifestação ser revertida de explícita a implícita. O relacionamento entre estas duas ordens é, no entanto, complexo. Numa analogia, pode-se dizer que a Ordem Explícita é o universo espaço-temporal em que vivemos, e a Ordem Implícita o universo do não-manifestado.

Para Bohm, a ordem primária fundamental é a implícita, sendo a ordem explícita semelhante a ondulações passageiras na superfície da implícita.
A ordem implícita e explícita é uma teoria que convida a entender o universo com o um todo indivisível que flui. Considera o processo, fluxo e mudança como fundamentais, argumentando que o estado do universo num determinado momento reflete uma realidade mais básica como o mundo tridimensional dos objetos, a relação espaço-tempo… Neste nível, embora a matéria possa ser descrita em si mesma, isso não é o necessário para defini-la com clareza. A esta realidade David Bohm chama de Ordem Implícita ou Encoberta.

A Ordem Explícita ou Exposta se refere ao que se manifesta no mundo à nossa volta. Bohm defende que o mundo empírico realiza e expressa potencialidades existente dentro da ordem implícita. Bohm também indica que as Ordens Implícitas nos levam ao nível mais profundo de estudo e análise abordando aspectos de nossa experiência física, psicológica e espiritual.

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Um clássico exemplo para o entendimento desta teoria é o do redemoinho. Embora ele possua uma forma relativamente constante, ele só existe no movimento do rio, ou seja, ele será a ordem explícita dentro da ordem implícita de acordo com um processo coerente de transformação.
Esta teoria sugere que, para que tenhamos um entendimento mais amplo dos segredos do universo, devemos compreender os processos geradores que ligam as ordens implícitas e explícitas.

via:
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Trieb und Instinkt
Agente propulsor, força interna que impele ininterruptamente para a ação, ímpeto perene, tendência, inclinação, instinto, impulso, força inata de origem biológica dirigida a certas finalidades, ânsia, pressão rumo a um objeto definido, vontade intensa. Na botânica, designa o broto que nasce do caule; como verbo indica a ação de tanger o gado ou encurralar a caça; na física, o processo mecânico de propulsão, no sentido de força motriz; na técnica da artilharia, é sinônimo de tiro. Na linguagem literária e filosófica do século XVII aparece como propulsor externo, estímulo, compulsão, coerção, como Instintus Divinus, força de sentido, objetivo, motivo; na filosofia e psicologia do século XVIII tem, no mais das vezes, o sentido de “Instinct“ e designa as moções primitivas e naturais.
O Trieb implica na cisão entre o humano e o animal, porém Schopenhauer, Nietzsche e Freud incluíam o homem entre os animais.
[Laplanche e Pontalis – Souza (1999)]
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Instinkt – forma tranquila e contínua que atua com a perenidade da vida
Trieb – irrupção dinâmica
via:
FONSECA, E. R. Psiquismo e vida: sobre a noção de Trieb nas obras de Freud, Schopenhauer e Nietzsche. Curitiba: Editora da UFPR, p. 55-67, 2016.
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Honne e Tatemae (本音 建前) – a verdade oculta e a encenação II
Honne
o que a pessoa verdadeiramente pensa
Tatemae
posição tomada para não causar estresse ou ferir sentimentos.
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the higher the vibration the lower the density
The Kybalion
the higher the density the lower the vibration
By The Principle of Polarity: there is low frequency, gross Matter, on one end of the scale, and infinite vibration of Absolute Spirit on the other.
By The Principle of Vibration: nothing rests; everything moves; everything vibrates. Matter, energy, and even spirit, are simply varying rates of vibration
via:
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Sinequismo
Não há separação ou divisão, mas apenas diferenças de grau, entre a natureza e a cultura, entre o orgânico e o inorgânico, o físico e o psíquico, o natural e o artificial.
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Tudo é Duplo; tudo tem pólos; tudo tem o seu oposto; o igual e o desigual são a mesma coisa; os opostos são idênticos em natureza, mas diferentes em grau; os extremos se tocam; todas as verdades são meias-verdades; todos os paradoxos podem ser reconciliados.” Hermes Trismegisto
“A matéria é mente exaurida, hábitos inveterados tornando-se leis físicas.” Charles S. Peirce
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Pulsão de domínio ou vontade de poder
Pulsão designa em psicanálise um impulso energético interno que direciona o comportamento do indivíduo. O comportamento gerado pelas pulsões diferencia-se daquele gerado por decisões, por ser aquele gerado por forças internas, inconscientes, alheias ao processo decisional.
Freud (1930) coloca a pulsão de agressão, pulsão de destruição e também a pulsão de domínio ou vontade de poder e agressividade como expressões da pulsão de morte. Poder e domínio estão ligados à agressividade originária dos seres humanos e, desse modo, em toda forma de dominação o mecanismo psíquico operante tem como “relação-modelo” o par sadismo e masoquismo.
A manipulação do outro como técnica de existência, o triunfo da instrumentalização, só é triunfo se os parceiros funcionarem como instrumentos desta técnica. Em consequência disso, a subjetividade vai sendo reduzida à instrumentalização, estando mais em função da pulsão de agressão, mais especificamente da pulsão de domínio, da vontade de poder. Como disse Freud (1933/1980, p.131), “realmente parece necessário que destruamos alguma outra coisa ou pessoa, a fim de não nos destruirmos a nós mesmos, a fim de nos protegermos contra o impulso de autodestruição”.
Peixoto Jr. (1999, p.270-1) enfatiza que:
Basta um mínimo de instrumentalização dos sujeitos, com a
consequente redução de suas possibilidades simbólicas, para
que a relação perversa se instale, na medida em que eles
passam a emprestar seus bens (seus corpos e seus nomes)
para o gozo de um outro. E basta que este gozo se torne um
sistema de regulação social para que a perversão ganhe o
impulso em direção ao seu estabelecimento como política.
Via:
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-73952011000200007
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