POร‰TICA – Vinicius de Moraes

Rio de Janeiro , 1954

De manhรฃ escureรงo
De dia tardo
De tarde anoiteรงo
De noite ardo.

A oeste a morte
Contra quem vivo
Do sul cativo
O este รฉ meu norte.

Outros que contem
Passo por passo:
Eu morro ontem

Nasรงo amanhรฃ
Ando onde hรก espaรงo:
โ€” Meu tempo รฉ quando.

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Pineal

pineal

Estudantes de medicina dizem trata-se de um รณrgรฃo em desuso…
A glรขndula pineal รฉ o terceiro olho, รฉ o รณrgรฃo atravรฉs do qual sonhamos e imaginamos e, uma vez ativada, รฉ tambรฉm o รณrgรฃo que nos conecta a outras dimensรตes da realidade, ou seja: permite-nos ver seres de outras dimensรตes alรฉm de nos permitir fazer viagens astrais (deixar nosso corpo fรญsico viajar com nosso corpo etรฉreo), desenvolver habilidades psรญquicas como clarividรชncia ou telepatia e atรฉ a possibilidade de viajar no tempo.

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O Templo para alcanรงar a conexรฃo Divina estรก dentro de cada um de nรณs. Nos antigos templos dos sumรฉrios e babilรดnios, havia adoraรงรฃo da pineal e mesmo no Vaticano podemos ver um monumento em forma de abacaxi ou pineal.
O abacaxi ou a glรขndula pineal tem vรกrios significados. Para a religiรฃo catรณlica, significa o poder de Deus; para a Maรงonaria, a visรฃo do Ciclope; dentro da tradiรงรฃo egรญpcia, รฉ conhecido como o olho de Hรณrus, tambรฉm na geometria sagrada, podemos ver que o olho de Hรณrus corresponde exatamente a todas as estruturas do cรฉrebro e no mundo asiรกtico como o terceiro olho ou centro da clarividรชncia. e intuiรงรฃo Na terminologia iniciรกtica, รฉ conhecida como “A porta do paraรญso” e atรฉ o filรณsofo francรชs Descartes propรดs que a glรขndula pineal era o que ligava o corpo ร  alma, ou que a continha. Ele a definia como “A sede da alma” . Sua proposta surge porque a glรขndula pineal nรฃo รฉ duplicada bilateralmente no corpo e tambรฉm acreditava (erroneamente) que era exclusiva para os seres humanos. Acreditava-se que os anunnakis sabiam como estimular a glรขndula pineal, a fim de extrair todo o potencial, aproveitando-a plenamente.

Anunnaki-glandula-pineal
O hormรดnio Melatonina produzido pela Pineal, cuja deficiรชncia รฉ causada por insรดnia e depressรฃo, estรก presente em alguns alimentos como aveia, milho, tomate, batata, nozes, arroz e cerejas. A pineal secreta uma substรขncia chamada DMT (dimetiltriptamina), tambรฉm conhecida como molรฉcula espiritual, que curiosamente รฉ liberada na fase do movimento rรกpido dos olhos, ou seja, quando estamos sonhando, รฉ responsรกvel pela visualizaรงรฃo de imagens nos sonhos. Quando nรฃo hรก luz, a glรขndula pineal produz melatonina a partir da serotonina.
Estรก relacionado ร  regulaรงรฃo dos ciclos de vigรญlia e sono e serve para neutralizar os efeitos da sรญndrome da diferenรงa de fuso horรกrio (jet lag). O DMT รฉ tรฃo poderoso que pode trazer a consciรชncia do homem atravรฉs das viagens e dimensรตes do tempo.

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No estado imediato antes da morte, uma grande quantidade de DMT รฉ produzida, razรฃo pela qual lhe รฉ atribuรญda a capacidade de entrar na consciรชncia em dimensรตes mais elevadas. Atinge estados mรญsticos ou interdimensionais, รฉ o alucinogรชnio ou enteogรชnio mais potente encontrado na natureza, em todas as plantas e animais (em maior ou menor concentraรงรฃo). A alucinaรงรฃo leva a uma jornada pelo subconsciente com acesso aos registros akรกshicos, sendo cada experiรชncia seja รบnica e pessoal.
Alรฉm de regular aspectos associados ao dia-noite, como temperatura corporal e estaรงรตes do ano, como ciclos hormonais relacionados ร  reproduรงรฃo, a melatonina รฉ um poderoso antioxidante, que protege as cรฉlulas contra os danos causados pelos radicais livres, inibe a sรญntese de DNA em certas cรฉlulas tumorais e a morte celular (apoptose) no timo, a glรขndula responsรกvel pelas defesas. Seus nรญveis de produรงรฃo diminuem com a idade. Portanto, teria propriedades anti-envelhecimento e anti-cรขncer.

via: Vilma Gomes (https://www.facebook.com/groups/1717080245202954/user/100004802852779/)

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Poemas ex-colhidos

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Je veux dormir du sommeil des pommes by Lorca

Em quantos coraรงรตes cabemos? byBeto Dickow

Clair de Lune by Verlaine

ร‚mago – Helena Kolody

Chininha do Apparicio Silva Rillo

Bolicho do Apparรญcio Silva Rillo

Lira dos 20 anos de รlvares de Azevedo

Under a Juniper-Tree by T.S. Eliot

I Must Lie by Dylan Thomas

Poem In October by Dylan Thomas

Les fรชnetres sโ€™ouvraient – Tristan Tzara

O amor รฉ o homem inacabado de Paul Eluard

Libertรฉ – Paul Eluard

Medusas de Guillaume Apollinaire

A word on the quick and modern poem-makers by Bukowski

Leda and the Swan byย William Butler Yeats

A Drunken Man’s Praise of Sobriety byย William Butler Yeats

One Night Stand by Bukowski

The Last Night of the Earth Poems by Charles Bukowski

ALTURAS DE MACHU PICHU de Pablo Neruda

Second Blush by John Tottenham

Canรงรฃo Amiga de Carlos Drummond de Andrade

The Hound of Heaven by Francis Thompson

Desejo de Victor Hugo

Eu era apenas quanto de Joseph Brodsky

Eu morro, e isso tambรฉm me dรณi – Pasolini

Heautontimorumenos – Baudelaire

Enivrez-vous – Baudelaire

Ana Cristina Cesar

Canรงรฃo da Infรขncia de Peter Handke

Todos os Poemas de Jim Morrison

Carlos Pena Filho

A Solidรฃo e Sua Porta de Carlos Pena Filho

Terra em Transe / Amรฉrica nuestra de Glauber Rocha

POร‰TICA – Vinicius de Moraes

2 poemas de Mia Couto

Bando de Cafonas – Fernanda Young

Brise marine โ€“ย Mallarmรฉ

Dois e dois sรฃo quatro – Ferreira Gullar

The Kindergarten Teacherย poems

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O vazio constitutivo

Djenane Machado

O sujeito da psicanรกlise desde sua origem รฉ referido ao outro, pois o nosso desejo รฉ interpretado por outras pessoas. Para ilustrar, quando o bebรช chora รฉ sua mรฃe (ou sua cuidadora) quem interpreta: โ€œah, esse choro รฉ de sono, esse รฉ de fomeโ€ฆโ€ E assim vamos crescendo atravรฉs dos olhares dos outros. A estruturaรงรฃo do desejo se dรก atravรฉs da estruturaรงรฃo dos laรงos afetivos com o outro, em que as necessidades do sujeito se transformam em demanda de que o outro o ame. Esta demanda de amor รฉ inesgotรกvel e, portanto, impossรญvel de ser atendida/satisfeita. ร‰ entรฃo, que se instaura no sujeito o chamado โ€œvazio constitutivoโ€, ou seja, o desejo sempre insatisfeito e, รฉ justamente este que move a vida.

O impossรญvel em jogo na pulsรฃo รฉ que das Ding, o objeto primeiro, nรฃo existe, de forma que a satisfaรงรฃo total nunca passa de um horizonte para o sujeito. (Marlos Terรชncio – Um percurso psicanalรญtico pela mรญstica de Lacan e Freud)

O mal-estar na civilizaรงรฃo รฉ o mal-estar dos laรงos sociais. (Freud)

via: https://www.fasdapsicanalise.com.br/solidao-pela-perspectiva-psicanalitica/

Marlos Terรชncio – Um percurso psicanalรญtico pela mรญstica de Lacan e Freud

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End of Shift

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Oh mia patria, sรฌ bella e perduta!

BandeiradoBrasil2014

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The Apple

via: https://www.marcodeangelisart.com/umorismo/umorismo01.html

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Gregory Ferrand art

via : https://www.instagram.com/p/CasF6wWOXRc/

https://www.etsy.com/shop/GregoryFerrand

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DREW FRIEDMANย fine art prints

1966 TV SOUL
FRANK ZAPPA

via: https://drewfriedman.net/index.html

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Toda dualidade explรญcita รฉ uma unidade implรญcita. – Alan Watts

Tudo รฉ Duplo; tudo tem polos; tudo tem o seu oposto; o igual e o desigual sรฃo a mesma coisa; os opostos sรฃo idรชnticos em natureza, mas diferentes em grau; os extremos se tocam; todas as verdades sรฃo meias verdades; todos os paradoxos podem ser reconciliados.” (O Caibalion)

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ladies war

Grandmothers on the Edge of Heaven by Elena Subach

by http://www.fabiomiguelroque.com
ANNE COLLIER (B. 1970) Woman Crying
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Whiplash girlchild in the dark

via: https://www.instagram.com/p/CSewjLDjmoW/

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Deleuze & Parnet: Dialogues II

๐๐ž๐œ๐จ๐ฆ๐ข๐ง๐  ๐ˆ๐ฌ ๐ˆ๐ง๐ฏ๐จ๐ฅ๐ฎ๐ญ๐ข๐ง๐ , ๐๐ž๐ข๐ญ๐ก๐ž๐ซ ๐‘๐ž๐ ๐ซ๐ž๐ฌ๐ฌ๐ข๐จ๐ง ๐๐จ๐ซ ๐๐ซ๐จ๐ ๐ซ๐ž๐ฌ๐ฌ๐ข๐จ๐ง
 
โ€What matters on a path, what matters on a line, is always the middle, not the beginning or the end.
 
We are always in the middle of a path, in the middle of something.
 
The boring thing about questions and answers, about interviews, about conversations, is that usually it’s a matter of taking stock: the past and the present, the present and the future.
 
This is why it is even and always possible to say of an author that his first work already contains the whole, or on the contrary that he is ceaselessly renewing himself, transforming himself.
 
In every case it is the theme of the embryo which evolves, sometimes on the basis of a preformation in the seed, sometimes on the basis of successive structurations. But the embryo, evolution, are not good things.
 
Becoming does not happen in that way. In becoming there is no past nor future-not even present, there is no history.
 
 
In becoming it is, rather, a matter of involuting; it’s neither regression nor progression.
 
To become is to become more and more restrained, more and more simple, more and more deserted and for that very reason populated.
 
This is what’s difficult to explain: to what extent one should involute. It is obviously the opposite of evolution, but it is also the opposite of regression, returning to a childhood or to a primitive world.
 
To involute is to have an increasingly simple, economical, restrained step.
 
It is also true for clothes: elegance as the opposite of the overdressed where too much is put on, where something more is always added which will spoil everything.
 
Experimentation is involutive, the opposite of the overdose. It is also true of writing; to reach this sobriety, this simplicity which is neither the end nor the beginning of something.
To involute is to be ‘between’, in the middle, adjacent.โ€
 
(Deleuze & Parnet: Dialogues II, Columbia University Press, 2007, p. 28ff.)
 
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