ESSE EST PERCIPI doctrine:

…his original line of argument for immaterialism, based on the subjectivity of colour, taste, and the other sensible qualities, was replaced by a simple, profound analysis of the meaning of “to be” or “to exist.” “To be,” said of the object, means to be perceived; “to be,” said of the subject, means to perceive.

art: Julian Wolkenstein

art: Julian Wolkenstein

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in subjective idealism (philosophy);

…thus mere perceptions. The reality of the outside world is contingent on a knower. The 18th-century Anglo-Irish philosopher George Berkeley succinctly formulated his fundamental proposition thus: Esse est percipi (“To be is to be perceived”). In its more extreme forms, subjective idealism tends toward solipsism, which holds that I alone exist.

in  epistemology (philosophy): George Berkeley )

…the other furniture of the physical world, exist only insofar as they are in the mind of someone—i.e., only insofar as they are perceived. For any nonthinking being, esse est percipi (“to be is to be perceived”).

According to this argument, all of the qualities attributed to objects are sense qualities. Thus, hardness is the sensing of a resistance to a striking action, and heaviness is a sensation of muscular effort when holding the object in one’s hand, just as blueness is a quality of visual experience. But these qualities exist only while they are being perceived by some subject or spirit equipped…

http://www.britannica.com/EBchecked/topic/193050/esse-est-percipi-doctrine

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Dilma “Cover” em Francisco Beltrão

Márcia Fonseca, da UTFPR de Medianeira – PR, foi assediada em Francisco Beltrão – PR por sua semelhança com a presidente. Como Dilma não compareceu ao evento programado, Márcia acabou roubando a festa em prol das reivindicações dos técnicos da UFPR e da UTFPR.

fotos: L.E.Geara

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Nietzsche – Errata por Paulo Ghiraldelli Jr.

Primeiro erro: Nietzsche despreza as mulheres. Não. Errado mesmo! Nietzsche tinha apreço por Lou Salomé, talvez até mais que apreço. Admirava as mulheres. Agora, em seus escritos filosóficos, a “mulher” é um personagem (trans-histórico) que se encaixa na sua tipologia dos “fracos” ou “doentes” ou “escravos” ou “servos” ou “homem moderno” ou “cristão” ou “socialista” ou “feminista” ou “judeu”. Qual foi o papel desse tipo? Um dos principais: ter feito a primeira “transvaloração de todos os valores”. Ou seja, em termos éticos: ter instituído a moral da prudência em detrimento da moral da honra. Em termos epistemológicos: ter instituído a atividade racional em detrimento do uso dos instintos. Em termos cosmológicos: ter colaborado com a vontade de potência no que esta empurrou as forças reativas. Em termos de filosofia da história: ter dado alimento ao niilismo. Em termos filosóficos amplos: enquanto elemento fraco, ter colaborado com os criadores da metafísica.

Segundo erro: Nietzsche foi nazista antes do nazismo. Não. Errado, errado, errado! Nietzsche foi um dos primeiros pensadores contemporâneos – e talvez por isso ele seja um dos filósofos do final do século XIX que os filósofos ainda lêem no início do XXI – a criar uma filosofia efetivamente perspectivista e, por isso, pluralista. A epistemologia de Nietzsche é de um pragmatismo avant la lettre e, então, necessariamente perspectivista. Nietzsche nunca acreditou que poderíamos falar em conhecimento ou saber a partir de uma visão “do Olho de Deus”, muito menos uma visão “relativista”. Teríamos de ir escolhendo visões, compondo visões, complexificando visões – mas sempre seria antes visões que visão, nunca uma única compreensão absoluta. No meu jargão rortiano: Nietzsche sempre achou que sem redescrições não faríamos o que ele dizia, mais ou menos, que eram “experiências do pensamento”. Uma filosofia deste tipo não poderia nunca coadunar com o totalitarismo, que exige unidade de doutrina e de olhar.

Terceiro erro: o Übermensch de Nietzsche pode ser assimilado a qualquer coisa como super-homem. Não deve. O Übermensch não pode ter qualquer característica humana. Portanto, é complicado falar em super-homem, uma vez que o super-homem tem algo de homem. Além-do-homem é uma tentativa melhor, pois indica de modo mais fácil que é algo que pode não ser humano. O homem é um ser que valora – assim escreveu Nietzsche. O que ele queria é que pudéssemos eliminar de uma vez por todas os seres que valoram, pois valorar é uma atividade não autêntica, e certamente, não é boa coisa, não nos fez o que existe na terra melhor ou mais feliz. Agora, é errado achar que Nietzsche, não sendo metafísico – de fato a tese de um Nietzsche metafísico, de Heidegger, é controversa –, não poderia falar em Além-do-homem. Este não seria um ponto fixo, metafísico, num futuro. Ele apenas seria o que está … além. Este além não precisa estar em um plano metafísico. Meta-física é além-da-física (ou aquém, depende de como olhamos), mas além do homem (físico) não é metafísico.


Paulo Ghiraldelli Jr.

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O prazer da destruição é um prazer criador

O Etreno Retorno

Nietzsche nos dá o “Eterno Retorno” como uma saída, que consiste na busca da criação por meio da destruição, somente nesta complementação poderemos transcender e reafirmar a vida em detrimento dos valores que teriam envenenado a humanidade. Talvez seja isto que levou Heidegger a afirmar que Nietzsche foi o niilista mais contundente dentre todos os niilistas: na esperança de “curar a civilização de um niilismo decadente” cria-se uma hipótese niilista ainda mais aterradora e inescapável. (Jefferson Nunes)

O ímpeto destruidor

Entre os teóricos do terror destacam-se o anarquista Bakunin e Netschaiev, cujo lema era: “O prazer da destruição é um prazer criador”. Em seu Catecismo Revolucionário, ambos afirmam que o revolucionário “despreza e odeia a moral da sociedade moderna em todas as suas formas e fundamentos. Considera como moralmente justificado tudo quanto favoreça o triunfo da Revolução. Todos os sentimentos emolientes do parentesco, da amizade, do amor, da gratidão, até mesmo o de honra, devem ser sufocados nele por uma paixão fria pela causa da Revolução. […] Dia e noite ele só deve ter um único pensamento, um único objetivo: a destruição implacável”. Esse ímpeto destruidor, mola do terrorismo, é o denominador comum presente na Revolução Francesa de 1789, na Revolução Comunista de 1917 e no nazismo hitlerista.

post: http://www.catolicismo.com.br/materia/materia.cfm?IDmat=FE7B2E4C-C7C2-CD63-61B164A103D5BB56&mes=setembro2004

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Snap Ballons

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Cet obscur objet du désir…

Shomei Tomatsu - 1971

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Galeria – Chiaroscuro vr. Silhouette

Domício Pedroso - Foto: L.E.Geara

Pico do Surf em Matinhos - Foto: L.E.Geara

Caiobá - Foto: L.E.Geara

Calçadão em Matinhos - Foto: L.E.Geara

unveiling - Foto: L.E.Geara

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Exposição ULTRA – Mostra de Artes Visuais Hospital Regional do Litoral – Paranaguá PR

Curadoria: André Serafim

Artistas: Adalmy Garmatter, André Serafim, Antonio Temporão, Bení Moura, Beto Perna, Claumir Schlottag, Dartagnan Lagos, Dolly Polasek, Jamile de Paula, Laércio Gomes, Leonardo Damião, Luiz Marcelo, Marcel Fernandes, Mariane Bassfeld, Mauro Mendes, Rogé Michaud, Salete Dalarosa, Sylvia Capriles, Temansky, Vera Cordeiro.

Fotos: L.E.Geara

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Tibet Movement

Tibetan independence movement

Tibetan Flag

Monk Thích Quảng Đức, Saigon, 11 june 1963.

 

 

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Língua e Ignorância

O Brasil tem acompanhado a polêmica a respeito do livro Por uma vida melhor, distribuído pelo PNLD do MEC. Diante de posicionamentos virulentos e alguns até histéricos, a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE LINGUÍSTICA, ABRALIN, vem a público manifestar-se a respeito.

O fato que chamou a atenção foi que os críticos não tiveram sequer o cuidado de analisar o livro mais atentamente. Pautaram-se sempre nas cinco ou seis linhas citadas. O livro acata orientações dos PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais) já em andamento há mais de uma década. Outros livros didáticos também englobam a discussão da variação linguística para ressaltar o papel e a importância da norma culta no mundo letrado. Portanto, nunca houve a defesa de que a norma culta não deva ser ensinada. Ao contrário, entende-se que esse é o papel da escola, garantir o domínio da norma para o acesso efetivo aos bens culturais e para o pleno exercício da cidadania. Esta é a única razão que justifica a existência da disciplina de Língua Portuguesa para falantes nativos de português.

A linguística surgiu como ciência há mais de um século. Como qualquer outra ciência, não trabalha com a dicotomia certo/errado. Esse é o posicionamento científico, que permitiu aos linguistas elaborar outras constatações que constituem hoje material essencial para a descrição e explicação de qualquer língua humana.

Uma constatação é o fato de que as línguas mudam no tempo, independentemente do nível de letramento de seus falantes, do avanço econômico e tecnológico ou do poder mais ou menos repressivo das Instituições. Formas linguísticas podem surgir, desaparecer, perder ou ganhar prestígio. Isso sempre foi assim. Muitos dos usos hoje tão cultuados pelos puristas originaram-se do modo de falar de uma forma alegadamente inferior do latim.

Outra constatação é o fato de que as línguas variam num mesmo tempo: qualquer língua apresenta variedades deflagradas por fatores, como diferenças geográficas, sociais, etárias, dentre outras. Por manter um posicionamento científico, a linguística não faz juízos de valor acerca dessas variedades, simplesmente as descreve. No entanto, os lingüistas constatam que essas variedades podem ter maior ou menor prestígio, que está sempre relacionado ao prestígio que têm seus falantes no meio social. Por esse motivo, o desconhecimento da norma de prestígio pode limitar a ascensão social e isso fundamenta o posicionamento da linguística sobre o ensino da língua.

Não há caos linguístico, nenhuma língua já foi ou pode ser corrompida ou assassinada, ou fica ameaçada quando faz empréstimos. Independentemente da variedade que usa, o falante fala segundo regras gramaticais estritas. Os falantes do português brasileiro fazem o plural de “o livro” de duas maneiras: uma formal: os livros; outra informal: os livro. Mas certamente não se ouve “o livros”. Assim também, não se pronuncia mais o “r” final de verbos no infinitivo, mas não se deixa de pronunciar (não de forma generalizada, pelo menos) o “r” final de substantivos. Qualquer falante, culto ou não, pode dizer (e diz) “comprá” para “comprar”, mas apenas algumas variedades diriam “dô” para “dor”. Estas últimas são estigmatizadas socialmente, porque remetem a falantes de baixa extração social. Falamos obedecendo a regras. E a escola precisa ensinar que, apesar de falarmos “comprá” precisamos escrever “comprar”. Assim, o trabalho da linguística tem repercussão no ensino.

Por outro lado, entendemos que o ensino de língua materna não tem sido bem sucedido, mas isso não se deve às questões apontadas. Esse tópico demandaria discussão mais profunda, que não cabe aqui.

Por fim, é importante esclarecer que o uso de formas linguísticas de menor prestígio não é indício de ignorância ou de outro atributo que queiramos impingir aos que falam desse ou daquele modo. A ignorância não está ligada às formas de falar ou ao nível de letramento. Aliás, pudemos comprovar isso por meio desse debate que se instaurou em relação ao ensino de língua e à variedade linguística.

Associação Brasileira de Linguística – Diretoria biênio 2009-2011

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O Nascimento e a Crucificação de Afrodite

Venus de Willendorf

Na época da criação dos primeiros deuses, Gaia, a Mãe-terra, e Ouranos, o Pai Celeste, haviam dado à luz muitos filhos divinos. Dentre os últimos a nascer estavam os Titãs, filhos monstruosos que odiavam o pai. De modo que Ouranos lançava-os de volta à pobre Gaia cada vez que um surgia.

Finalmente, um dos filhos mais jovens, Cronos, que também odiava o pai, voltou-se contra Ouranos e castrou-o com uma foice de pedra que Gaia fizeram especialmente para castigar seu cruel companheiro. Sem atinar, Cronos lançou então o membro decepado por sobre os ombros, e este caiu por terra. Das gotas ensangüentadas brotaram as Fúrias e os Gigantes, mas o membro genital caiu em tormentoso mar, onde foi carregado pelas ondas.

Da espuma que se formou em torno do pênis decepado foi crescendo uma menina. Ela foi primeiro levada pelo mar até Citera, e depois para Chipre, sempre envolta pelas ondas. Lá a linda deusa aportou com seus dois companheiros, Eros, cujo nome significa Amor, e Himeros, cujo nome significa Desejo. Quando tocou terra firme, a relva brotou debaixo de seus pés. Seu nome, para os mortais, era Afrodite, que significa “nascida da espuma”. (Hesíodo)

Afrodite, certamente, não foi grega desde o início. A maioria dos estudiosos hoje a consideram uma descendente da deusa sumeriana Ishtar (mais tarde Astarte, na Babilônia), que era ao mesmo tempo uma deusa do amor e a rainha suprema do céu. Em seu culto estava presente a idéia do poder unificador e gratificador de Eros, acorrentado e corroído numa civilização doente. A santificação do Eros e da procriação. Afrodite é o arquétipo da sexualidade e da sensualidade, do Eros livre. Não é virgem, pois valorizava as experiências emocionais e os relacionamentos, mas não como permanentes e duradouros. A eterna amante… Por se amar, tudo nela transpira amor.

post: http://eradafilha.blogspot.com/2009/11/por-que-afrodite-ameaca-tanto-sociedade_24.html

Art: Eric Drooker

 A Crucificação da Deusa – A anulação das convicções e dos valores femininos – é o maior dos nossos mais penosos dramas. Mas a crucificação é apenas um prelúdio da ressurreição da Deusa.  (Marianne Williamson)

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Longwave – Tidal Wave

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Amy Kahlo

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