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Michael Whaite’s movie´s neon
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For Rhoda by Delmore Schwartz
Calmly we walk through this April’s day,
Metropolitan poetry here and there,
In the park sit pauper and rentier,
The screaming children, the motor-car
Fugitive about us, running away,
Between the worker and the millionaire
Number provides all distances,
It is Nineteen Thirty-Seven now,
Many great dears are taken away,
What will become of you and me
(This is the school in which we learn…)
Besides the photo and the memory?
(…that time is the fire in which we burn.)
(This is the school in which we learn…)
What is the self amid this blaze?
What am I now that I was then
Which I shall suffer and act again,
The theodicy I wrote in my high school days
Restored all life from infancy,
The children shouting are bright as they run
(This is the school in which they learn . . .)
Ravished entirely in their passing play!
(…that time is the fire in which they burn.)
Avid its rush, that reeling blaze!
Where is my father and Eleanor?
Not where are they now, dead seven years,
But what they were then?
No more? No more?
From Nineteen-Fourteen to the present day,
Bert Spira and Rhoda consume, consume
Not where they are now (where are they now?)
But what they were then, both beautiful;
Each minute bursts in the burning room,
The great globe reels in the solar fire,
Spinning the trivial and unique away.
(How all things flash! How all things flare!)
What am I now that I was then?
May memory restore again and again
The smallest color of the smallest day:
Time is the school in which we learn,
Time is the fire in which we burn.
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Je veux dormir du sommeil des pommes – Lorca
Le célèbre poète espagnol Federico Garcia Lorca déclamant son ultime poème, juste avant son exécution par un peloton d’exécution fasciste durant la guerre civile d’Espagne en Août 1936, Par un pelotond’exécution fasciste (Tarik Zadi).
C’est quoi l’homme sans liberté
O ! Mariana dis moi
Dis-moi comment puis-je t’aimer
Si je ne suis pas libre, dis-moi
Comment t’offrir mon cœur
S’il n’est pas à moi,
Gazelle de la sombre mort
(1934)
Je veux dormir du sommeil des pommes,
et m’éloigner du tumulte des cimetières.
Je veux dormir le sommeil de cet enfant
qui voulait s’arracher le coeur en plein mer.
Je ne veux pas que l’on me répète
que les morts ne perdent pas de sang ;
que la bouche demande encore de l’eau.
Je ne veux rien savoir des martyres que donnent l’herbe,
ni de la lune avec sa bouche de serpent,
qui travaille que l’aube naisse.
Je veux dormir un instant,
un instant, une minute, un siècle ;
mais que tous sachent bien que je ne suis pas mort;
qu’il y a sur mes lèvres une étable d’or ;
que je suis le petit ami du vent d’ouest ;
que je suis l’ombre immense de mes larmes.
Couvre-moi d’un voile dans l’aurore
car elle me lancera des poignées de fourmis,
et mouille d’une eau dure mes souliers
afin que glisse la pince de son scorpion.
Car je veux dormir du sommeil des pommes
pour apprendre un sanglot qui de la terre me nettoie
car je veux vivre avec cet enfant obscur
qui voulait s’arracher le coeur en pleine mer. »
Federico Garcia Lorca
(Anthologie bilingue de la poésie espagnole, La Pléade – traduction de Nadine Ny)

Gazela VIII – Da morte escura
Quero dormir o sono das maçãs,
afastar-me do tumultuar dos cemitérios.
Quero dormir o sono do menino
que queria cortar o coração no alto mar.
Não quero que me repitam
que os mortos não perdem o sangue;
que a boca podre continua a pedir água.
Não quero conhecer os martírios que a erva dá,
nem a lua com boca de serpente
que trabalha antes do amanhecer.
Quero dormir um pouco,
um pouco, um minuto, um século;
mas todos saibam que não morri ainda;
que há um estábulo de ouro nos meus lábios;
que sou o pequeno amigo vento do Oeste;
que sou a imensa sombra de minhas lágrimas.
De madrugada, cobre-me com um véu,
porque me lançará punhados de formigas,
e molha com água dura meus sapatos
para que resvale a pinça de seu lacrau.
porque quero dormir o sono das maçãs
para aprender um pranto que me limpe de terra;
porque quero viver com o menino escuro
que queria cortar o coração no alto mar.
Federico GARCIA LORCA (1898-1936)
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Transcendentalismo

Um movimento literário e filosófico, associado com Ralph Waldo Emerson e Margaret Fuller, afirmando a existência de uma realidade espiritual ideal que transcende a empírica e científica é cognoscível através da intuição; com raízes na filosofia transcendental de Immanuel Kant.

Representado pelos ensaístas Ralph Waldo Emerson e Henry David Thoreau, é uma filosofia idealista que, em geral enfatiza o espiritual sobre o material no século XVIII, esse movimento contra o racionalismo estava intimamente ligado ao movimento romântico valorizando mais a natureza ao invés da estrutura religiosa. Os transcendentalistas eram panteístas, crendo que Deus está presente em tudo na natureza. Eles acreditavam que se podia ter contato direto com Deus, comunhão com a natureza, uma vez que eles acreditavam que as árvores são Deus, a água é Deus, o chão é Deus.
Rejeitaram a religião organizada, e para eles, a razão humana era incompatível com a religião. Eles colocaram sentimentos e emoções acima de raciocínio, acreditando que Deus comunicou tudo o que precisava saber diretamente a eles, semelhante ao gnosticismo.
via:
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AnarcoIndividualismo
Não é uma filosofia simples, mas que se refere a um conjunto de filosofias individualistas que estão frequentemente em conflito umas com as outras, e nunca foi um movimento social, mas um fenômeno filosófico/literário influenciado pelo pensamento de de William Godwin, Henry David Thoreau com a temática do transcendentalismo, Josiah Warren defendendo a soberania individual, Lysander Spooner, Pierre Joseph Proudhon e Benjamin Tucker focando no Mutualismo, Herbert Spencer.
O anarquismo filosófico, isto é, que não defende uma revolução para remover o estado, “é um componente especial do Anarcoindividualismo (ou Anarquismo Individualista) sendo uma tradição filosófica do anarquismo com ênfase no indivíduo, e sua vontade; argumenta que cada um é seu próprio mestre, interagindo com os outros através de uma associação voluntária, relacionada ao Mutualismo: o indivíduo se associa livremente a uma sociedade de homens livres (Proudhon). Assim o anarquismo individualista refere-se a algumas tradições de pensamento dentro do movimento anarquista que priorizam o indivíduo sobre todo tipo de determinação externa, que ele é um fim em si mesmo e não um meio para uma causa, incluindo grupos, “bem-comum”, sociedade, tradições e sistemas ideológicos.
Max Stirner foi um filósofo alemão classificado como um dos pais da literatura do niilismo, existencialismo, pós-modernismo e do anarquismo, mais especificamente do anarquismo individualista em sua forma mais extrema. Em sua obra O único e sua propriedade (1844), procura demonstrar como, através da história, a humanidade foi levada a se sacrificar por ideais abstratos (fantasmas). Estes ideais, ao invés de trazerem felicidade, apenas serviram de fachada para que uma minoria de indivíduos egoístas se beneficiasse do trabalho da maioria da população. Contra isto, Max Stirner propôs que todos os indivíduos se tornassem egoístas também, se associando voluntariamente conforme necessário, mas zelando pelos seus próprios interesses pessoais. Segundo ele, só assim a exploração de poucos por muitos poderia ser abolida. Stirner não recomenda, ao indivíduo, tentar eliminar o Estado, mas simplesmente desconsiderá-lo e, quando ele entrar em conflito com suas escolhas autônomas, combatê-lo. Ao fazer isso, o indivíduo estará de acordo com seus próprios interesses. Ele diz que o egoísta rejeita a busca da devoção a “uma grande ideia, uma doutrina, um sistema, uma vocação sublime”, dizendo que o egoísta não tem vocação política, mas “vive por si só” sem levar em conta “quão bem ou mal a humanidade assim passa”. Stirner considerou que a única limitação sobre os direitos do indivíduo é o seu poder para obter o que deseja.
via:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Anarquismo_individualista
AnarcoIndividualismo ou Anarquista Individualista – Vertentes do Anarquismo
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Michelângelo, Yod-Heh-Vav-Heh e Deus

Na imagem acima, de autoria do mestre Michelangelo, pode-se ver uma das interpretações mais bonitas do conceito de Deus. Ateus e crentes normalmente não têm capacidade para entender ou compreender a beleza desta imagem nem o seu significado: isso terá de ser explicado pelo ocultistas. Alquimia é uma ciência que junta todo o conhecimento racional ao filosófico. Todos os grandes nomes da humanidade da ciência, arte, música e literatura foram ocultistas.
Antes de começar, precisamos entender alguns pontos que serão cruciais para a compreensão do que é “Deus” para os Alquimistas e Cabalistas. Ao contrário dos crentes e ateus, que pensam que divindades são seres literais e ficam brigando como crianças para ver se eles existem ou não no Plano Físico, ocultistas tem plena consciência que deuses são símbolos.
Como tais, é necessário respeitar os símbolos (não venerá-los) e compreendê-los para tornar nossa vida melhor e mais completa.
A Capela Sistina
A “Cappella Sistina” é uma capela situada no Palácio Apostólico, residência oficial do Papa na Cidade do Vaticano. É famosa pela sua arquitetura, inspirada no Templo de Salomão do Antigo Testamento, e sua decoração em afrescos, pintada pelos maiores artistas da Renascença, incluindo Michelangelo, Rafael, Bernini e Sandro Botticelli, todos ocultistas e rosacruzes.
A capela tem o seu nome em homenagem ao Papa Sisto IV, que restaurou a antiga Capela Magna, entre 1477 e 1480. Durante este período, uma equipe de pintores que incluiu Pietro Perugino, Sandro Botticelli e Domenico Ghirlandaio criaram uma série de painéis de afrescos que retratam a vida de Moisés e de Cristo, juntamente com retratos papais e da ancestralidade de Jesus. Estas pinturas foram concluídas em 1482, e em 15 de agosto de 1483, Sisto IV consagrou a primeira missa em honra a Nossa Senhora da Assunção.
Desde a época de Sisto IV, a capela serviu como um lugar tanto para religiosos, como funcionários para atividades papais. Hoje é o local onde se realiza o conclave, o processo pelo qual um novo Papa é escolhido.
É muito famosa por esta imagem, que está em seu teto, mas o que pouca gente sabe é que o conjunto de imagens da Capela Sistina retrata uma ÁRVORE DA VIDA, com cada afresco representando simbolicamente uma Esfera através de passagens bíblicas cuidadosamente escolhidas.

A disposição das imagens segue a correspondência das esferas em quatro Árvores sobrepostas.
Adão e Deus
Esta imagem é uma das obras primas de Michelângelo, pela sua beleza e também pela inteligência e capacidade de captar e trabalhar símbolos, além de demonstrar grande conhecimento da Kabbalah e de seu simbolismo dentro da alquimia.
Um dos nomes de Deus, que é retratado nesta imagem: YHVH (yod-heh-vav-heh)
Nada no hebraico antigo está ali por acaso. A linguagem é uma das mais belas que existem porque foi construída a partir da matemática e do simbolismo. Palavras e números possuem correspondência (muito muito muito longe da palhaçada que os esquisotéricos chamam de “numerologia pitagórica”) e seus símbolos se conectam em valores éticos que são válidos em qualquer período.
Examinando cada letra separadamente:
Yod – Valor Gematrico 10; representa o fogo, a inspiração, a centelha divina. Sua tradução literal é “Mão”, mas a mão que cria, a mão que trabalha, a mão que realiza e transforma o mundo. Faz a conexão simbólica entre Tiferet e Chesed e representa o iluminado que estendeu a mão em busca do Santo Graal. Seu arcano é a do Eremita, da pessoa que ativamente faz uma busca espiritual, intelectual ou emocional.
Heh – Valor Gematrico 5; sua tradução é “Janela”, no sentido de abertura para um local maior. Todas as vezes que estamos presos em um lugar fechado (seja uma casa, seja nossa mente) e abrimos um espaço para que possamos enxergar dimensões maiores, estamos trabalhando em sintonia com esta letra. Seu arcano correspondente é o Imperador e faz a conexão entre as esferas de Tiferet (Beleza) e Hochma (sabedoria). Heh se manifesta sempre que procuramos romper uma casca em direção à luz, seja um ateu/crente fundamentalista ampliando sua mente, seja o ato de se pesquisar e estudar fontes de fora da sua bolha, seja observar um novo ponto de vista; uma janela por onde a luz pode penetrar e iluminar o interior.
Vav – Valor Gematrico 6; significa “Gancho”, “garra” ou “unha” dependendo da tradução, mas sua essência é o ato de buscar ou agarrar alguma coisa e trazer para si. Pode ser algo físico, mas pode ser agarrar uma ideia, um pensamento ou um ensinamento. Seu Arcano correspondente é o Hierofante (ou Papa, no tarot de Marselha), aquele que ensina. Todas as vezes que trazemos algo novo para dentro do nosso universo, estamos puxando ou agarrando uma parte maior do todo. Isso se aplica desde a um cientista de ponta pesquisando algo que ninguém nunca pesquisou no planeta quanto a um bebê que está aprendendo a engatinhar. São escalas diferentes do mesmo fractal.
Vav conecta Chesed a Hochma: é a essência simbólica do que está dentro do Santo Graal; o que move os alquimistas, ocultistas e cientistas: a busca pelo desconhecido que ainda está oculto.
Na Genesis (que é um livro totalmente simbólico), Deus cria Adão (yod) e Eva (heh-vav-heh). Adão “dá nome a todas as coisas do planeta” e HVH surge da lateral de Yod (a conexão entre as esferas de Hochma e Binah forma uma ligação cujo desenho é horizontal e que graças às imagens iconográficas e erros de tradução de crentes medievais, foi transformado em “costela”… Esta conexão entre Yod e EVE é escrito pela letra Daleth (“porta”) ou o portal entre dois mundos, o da ação e o da concretização, que vai desde o processo de formulação de uma ideia à gestação de um filho.
Adão representa a primeira manifestação da criação (Alef, ou “sopro” ou inspiração vinda do universo), que foi representada pelo “sopro divino que anima o barro (Barro = Malkuth, Mundo Material) e representa todo o processo científico de procurar respostas naquilo que ainda é desconhecido. O universo (Kether) já estava lá antes de chegarmos, o homem (Malkuth) é que está buscando entender o todo.
Eva (HVH) representa o Entendimento (Binah), ou o ato de se passar através de uma janela ou abertura (“HVH é “uma janela que é aberta até se tornar uma porta”… pense na imagem de uma abertura em uma tenda que é rasgada com um gancho até que esta abertura não seja apenas um ponto de ver o que se está adiante, mas algo maior que se possa efetivamente passar e chegar até este outro local… ). Assim, Heh se torna Daleth.
Adão + Eva = Y + HVH = YHVH = Deus.
[Mãos trabalhando] + [Teorias se Expandindo] = [Conhecimento do Universo].
Também faz referência ao nascimento (humano, de uma ideia, de um projeto, etc). Todas as idéias um dia foram suposições ou teorias que, através dos experimentos e da busca ou refinamento se tornaram algo sólido, no qual você não apenas vê o que está adiante, mas pode dar o passo e chegar lá (isso se aplica a MUITAS coisas… é um fractal).
Mas este processo não requer um homem e uma mulher, mas duas metades simbólicas de NÓS MESMOS. Uma união gay que traga para dentro dos universos daquelas duas pessoas novos conceitos, novas experiências e ampliação da consciência está perfeitamente enquadrada como manifestação divina nos termos herméticos; um cientista ateu pesquisando sobre mosquinhas de fruta para estudar genética está buscando Deus (mesmo que não tenha capacidade para entender isso).
Então, voltando à fantástica imagem de Michelangelo, temos:

Michelangelo, como Ocultista e Rosacruz, sabia que o deus verdadeiro está DENTRO de cada um e tinha consciência de representá-lo da maneira correta. A busca a Deus é a busca pelos próprios limites e a superação destes. É observar o que está além e estender a mão até alcançar e transformar janelas em portas.
O problema começo quando os crentes literalizaram o conceito do que é Deus (Kether) e os ateus embarcaram nessa furada e se tornaram a “negação aos deuses” e desceram pro mesmo nível.
Toda a beleza da ARTE e do Simbolismo contido na Religião e nas Mitologias está OCULTO dos olhos profanos e protegido para as pessoas que saibam buscar. O mundo virou uma bagaceira de literalidades crentes versus a raiva irracional ao que não é racional dos ateus-fundamentalistas.
via:
Teoria da Conspiração
https://www.deldebbio.com.br/michelangelo-yod-heh-vav-heh-e-deus/
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Wire Formation
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