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try to see it my way
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Taverna da Corneta
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Divisão do Trabalho
A divisão parcelar ou pormenorizada do trabalho, divisão manufatureira do trabalho ou divisão técnica do trabalho é típica do modo de produção capitalista. Refere-se à fragmentação de uma especialidade produtiva em numerosas operações limitadas, de modo que o produto resulta de uma grande quantidade de operações executadas por trabalhadores especializados em cada tarefa. Surge em meados do século XVIII com a manufatura e caracteriza o sistema de fábricas. O capitalismo industrial começa quando um grande número de trabalhadores é empregado por um capitalista (Braverman, 1981). Inicialmente, o processo de trabalho era igual ao executado na produção feudal, no artesanato nas guildas (vidreiros, padeiros, ferreiros, marceneiros, boticários, cirurgiões). O domínio do processo estava com os trabalhadores. Ao reuni-los, seja nas guildas seja na oficina capitalista, seja no hospital, surge o problema da gerência. Para o próprio trabalho cooperativo já era necessário: ordenar as operações, centralizar o suprimento de materiais, registro de custos, folha de pagamentos etc. No capitalismo industrial manufatureiro, os trabalhadores ficam especializados em parcelas (tarefas/atividades específicas) do processo de produção dentro de uma mesma especialidade produtiva, e o controle do processo passa para a gerência.
Essa mudança tem como conseqüência para os trabalhadores a alienação e para o capitalista constitui-se em um problema gerencial. Esse fenômeno é qualitativamente diferente da ‘divisão social do trabalho’ na sociedade que foi explicada, inicialmente, pela clássica análise de Adam Smith (1723-1790), no An Inquiry into the Nature and Causes of the Wealth of Nations (A Riqueza das Nações) a respeito do processo de produção em uma fábrica de alfinetes. A análise deste fenômeno de fragmentação do processo de produção foi mais bem qualificada com os estudos de Charles Babbage (em On the Economy of Machinery, de 1832) ao acrescentar que essa forma de divisão do trabalho não apenas fragmenta o processo permitindo um aumento da produtividade como também hierarquiza as atividades, atribuindo valores diferentes a cada tarefa executada por diferentes trabalhadores ou grupo de trabalhadores específicos. Assim, aumenta a produtividade não só pelo aumento numérico dos produtos em uma determinada unidade de tempo como também aumenta a produtividade diminuindo o custo da força de trabalho comprada pelo capitalista.
A emergência da ‘divisão parcelar do trabalho’ que muitos autores denominam ‘divisão técnica do trabalho’ (Abercrombie, Hill & Turner, 2000) ocorre no bojo de um processo mais amplo de mudanças, no qual se destacam: a apropriação capitalista dos meios de produção (força de trabalho, objetos de trabalho e instrumentos); a associação de diversos trabalhadores em um mesmo espaço físico, onde cada um desenvolve uma tarefa específica, e o produto só é obtido como resultado do trabalho coletivo, ou, nas palavras de Marx (1980), o produto resulta de um trabalhador coletivo; a modificação do papel da gerência para o de controle do processo e da força de trabalho; e a expropriação do trabalhador do produto do seu trabalho. Opera-se uma divisão entre trabalho manual (que transforma o objeto) e intelectual (a consciência que o trabalhador tem sobre o trabalho), separa-se concepção e execução.
ABERCROMBIE, N.; HILL, S. & TURNER, B. The Penguin Dictionary of Sociology. 4.ed. London: Penguin Books, 2000.
BRAVERMAN, H. Trabalho e Capital Monopolista: a degradação do trabalho no século XX. 3.ed. Rio de Janeiro: Zahar,1981. (1.ed., 1974)
HENK, T. The erosion of trade unions. In: HENK, T. (Ed.) Globalization and Third World Unions: the challenge of rapid economic change. London/New Jersey: Zed Books, 1988.
MARGLIN, S. A. Origem e funções do parcelamento das tarefas. Para que servem os patrões? In: GORZ, A. (Org.) Crítica da Divisão do Trabalho. São Paulo: Martins Fontes, 1980. (1.ed., 1973)
MARX, K. O Capital. 8.ed. São Paulo: Difel, 1982. Livro 1, v.1. (1.ed., 1867) SMITH, A. An Inquiry into the Nature and Causes of the Wealth of Nations. 5.ed. London: Methuen and Co./Edwin Cannan, 1904. (1.ed., 1776).
via:
http://www.sites.epsjv.fiocruz.br/dicionario/verbetes/divsoctra.html
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Em quantos corações cabemos? – Beto Dickow
Aaah se o coração realmente se abrisse
Aaah se desse pra esquecer o que se disse
Aaaah se a alma enquanto grita se despisse
Aaah se pudéssemos viver sem crendice
Quanto tempo temos?
Em quantos corações cabemos?
Ah, um dia os corações pulsarão em harmonia
Um dia eu deixo de crer que é pura crendice
Que o pensamento é um caminho, todavia
Que ilumina a estrada obscura da compreensão
Que nos guia à plenitude, ou nos desvia
Nos paradoxos infinitos dos limites do ego
A alma rasteja e o coração sangra estancado com prego
Quanto tempo temos?
Em quantos corações cabemos? Quanto tempo temos?
Há quanto tempo isso deixou de importar?
Quanto tempo temos?
Quando nós mesmos, nós mesmos seremos?
Aaah se a essência falasse
Aaah se o universo conspirasse
Aaah se a corrente de corações em enlace
Não se perdesse ou fosse pregado e se rebelasse
Quanto tempo temos?
Quanto isso importa?
Aaah se eu acreditasse
Se eu servisse pra dar passe
Se a harmonia fosse absoluta
O tempo real então é praxe
Sempre,
Nunca,
Saberemos
Em quantos corações habitamos? Quantos universos criamos?
Em quantos corações pulsamos?
Vamos?
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Ouroboros
ou oroboro ou ainda uróboro simboliza o ciclo da evolução voltando-se sobre si mesmo. O símbolo contém as ideias de movimento, continuidade, auto fecundação e, em consequência, eterno retorno, a espiral da evolução, a dança sagrada de morte e reconstrução, até a interrupção evolutiva do ciclo humano em uma busca do espírito noutros planos.
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Ex nihilo nihil fit
Nada surge do nada – O Universo e toda a matéria são consciência do processo evolutivo da criação.
É uma expressão latina que indica um princípio metafísico segundo o qual o ser não pode começar a existir a partir do nada. A frase é atribuída ao filósofo grego Parménides.
via:
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Apes and Men
Nikolaj Frederik Severin Grundtvig
Man is not an ape, destined first to ape the other animals and then himself until the world’s end.
Rather is he a divine experiment showing how spirit and dust can permeate one another and be transfigured into a common divine consciousness. (1832)
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