Quadrado secreto dos sábios

 

[43]. Nos escólios do Tractatus aureus (Hermetis Trismegisti tractatus vere aureus de lapidis philosophici secreto cum scholiis Dominici Gnosii) lê-se (p. 43): “quadrangulum secretum sapientum” [o quadrado secreto dos sábios]. No centro do quadrado há um círculo com raios. O escólio explica-o da seguinte maneira: “Divide lapidem tuum in quatuor elementa […] et coniunge in unum et totum habebis magisterium”. [Divide a tua pedra nos quatro elementos e une-os em um só, e terás todo o magistério.) (Citação do Pseudo- Aristóteles.) O círculo no centro é chamado “mediator, pacem faciens inter inimicos sive elementa imo hic solus ‘mediator’ efficit quadraturam circuli” [o mediador que estabelece a paz entre os inimigos ou entre (os quatro) elementos; aliás é aquele que realiza a quadratura do círculo] (op. cit, p. 44). A circum-ambulação tem seu paralelo em “circulatio spirituum sive distillatio circularis, hoc est exterius intro, interius foras: item inferius et superius, simul in uno circulo conveniant, neque amplius cognoscas, quid vel exterius, vel in terius, inferius vel superius fuerit: sed omnia sint unum in uno circulo sive vase. Hoc enim vas est Pelecanus verus Philosophicus, nec alius est in totó mundo quaerendus”. [… Na circulação dos espíritos ou na destilação circular, isto é, do exterior para o interior e do interior para o exterior: e também quando o inferior e o superior se encontram em um e o mesmo círculo, tu não discernirias mais o exterior e o interior, o inferior e o superior: mas tudo seria um só num único círculo ou vaso. Pois este vaso é o verdadeiro Pelicano Filosófico, não havendo outro no mundo inteiro.] Este processo é elucidado pelo desenho ao lado. A divisão em quatro é o “exterius”: quatro rios que entram e saem do “Oceano” interior (op. Cit., p. 262s.).

via:

Psicologia e alquimia – Jung

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Consider the Lilies

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Saisir le Silence de Hans Op de beeck

“The Settlement”
Hans Op de Beeck, 2013
Sculptural Installation
Wood and Mixed Media
13 x 10 x 4 m

“Caravan”
Hans Op de Beeck, 2016
Sculptural Installation
Mixed Media, sound
14,30 x 10 x 3 m

“The Collector’s House”
Hans Op de Beeck, 2016
Sculptural Installation
Mixed Media
20 x 12,5 x 4 m

« Staging Silence (2) »
Hans Op de Beeck, 2013
Full HD video transferred to Blu-Ray disc, black-and-white, sound,(16:9 aspect ratio)
20 minutes 48 seconds

 

Via:

Entretien avec Hans Op de Beeck

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Frozen Life – Michael Schlegel

Black Forest, Germany

 

Via:

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espagiria

A palavra espagiria é o resultado da união de duas palavras gregas: spao (separar, dividir) e gerios (unir). Solve et coagula et habebis Magisterium.

 

via:

Tábua de Esmeralda

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hierofania

 “A hierofania consiste “estruturalmente” na “escolha” de certos elementos do cosmo, segundo o critério de sua forma, força, eficácia, singularidade…
Ela se funda no princípio da “pars pro toto” (a parte pelo todo), pois tais elementos manifestam, pela sua singularidade, uma presença particular de algo mais amplo e superior: o Sagrado…”  Mircea Eliade ( in: Piazza, p.146)
A ideia de sagrado, segundo Mircea Eliade está em dialética com a ideia de profano: O sagrado está no mundo e, ao mesmo tempo, se opõe ao mundo. Uma pedra é e sempre será uma pedra, mas quanto ao significado hierofânico ou dimensão simbólica será uma pedra especial, pois nela se manifesta, de alguma maneira, o Sagrado. Nesta perspectiva, a noção de sagrado não depende apenas de uma “experiência subjetiva”(sensações), mas também de um “elemento objetivo”(pedra) que funciona como “sinal” na manifestação do Sagrado (Númeno).
Em todo caso, os elementos hierofânicos se impõem ao homem religioso, seja qual for a sua fé, levando-o sempre a ver neles uma “manifestação do Sagrado”. Eles são objetos e mesmo instituições que funcionam como “sinais” da presença de uma realidade transcendente e absoluta
via:
– PIAZZA, Waldomiro, Introdução à Fenomenologia Religiosa. Petrópolis:Vozes,1976.
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provas iniciáticas: FOGO, AR, TERRA, ÁGUA

Trecho do capitulo “A Primeira Montanha”, da obra gnóstica “Síntese das Três Montanhas”, item “As Provas para entrar na Iniciação” do V.M. Rabolu (Pag. 15)

 

Aclaração: Depois de passar pelas provas dos guardiões dos umbrais, passa-se pelo Salão de Fogo, para se purificar.
As quatro Provas:
– Prova do Fogo: é para testar a serenidade e compreensão. Vemos-nos perseguidos, insultados, injuriados e temos que nos manter pacíficos e serenos. Os que reagem com ira e cólera, fracassam.
– Prova do Ar; é para testar o desapego e a serenidade diante da perda de algo ou alguém. O discípulo vê-se caindo num precipício e necessita manter-se confiante e tranquilo.
– Prova da Terra: Necessita-se sabedoria em lidar com as adversidades da existência, sem nos abalarmos e mantendo a paciência e compreensão.
Nessa prova o Iniciado se vê entre duas enormes montanhas que se fecham para esmagá-lo. Se se mantém sereno, passa na prova.
– Prova da água: Provam-nos com relação à adaptação nas variadas condições sociais da vida, o orgulho, a vaidade, o rechaço à simplicidade e humildade. Vemos-nos num oceano e cremos que vamos nos afogar. Necessitamos manter a confiança e serenidade para triunfar na prova.


A cada triunfo nessas provas, o Iniciado é recebido com grande alegria no “Salão dos Meninos” numa grande festa cósmica, com música das Esferas e grandes homenagens. Isso nos faz lembrar da advertência de Jesus: “Se não fordes como meninos, não podereis entrar no Reino dos Céus.”
Para passar nessas provas que são aplicadas ao nosso Íntimo, pelos grandes Mestres da Fraternidade Branca, na Quinta Dimensão, enquanto nosso corpo repouso, é de suma importância durante o dia praticar o “Trabalho com os detalhes do ego e a morte em marcha”.

via:

http://www.gnosesul.com.br/sintese.pdf…

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bikes and boards

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narcissism of small differences

der Narzissmus der kleinen Differenzen

 

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inflexion point

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a decadência do homem ocidental – Nietzsche

Para Nietzsche o niilismo é um fenômeno que indica a decadência do homem ocidental. Essa decadência ocorreria devido à dois grandes fatores

Primeiro, o racionalismo socrático, que instaura o predomínio da razão, da racionalidade argumentativa, da lógica, do conhecimento científico, da demonstração, “espírito apolíneo”, derivado de Apolo, severo deus da ordem e do equilíbrio, da razão e da luz. Assim, perde-se a proximidade da natureza e suas forças vitais, a alegria, o excesso, ou seja, o “espírito dionisíaco”, a própria vida. A história da filosofia é a história do triunfo da razão contra a “afirmação da vida”. A vida foi subjugada pela razão.

Em segundo lugar, o cristianismo, definido como o platonismo do povo, que também condena o corpo, condena a vida, e valoriza os ressentidos, os medrosos (o medo é pai da moral), que negam a vontade e o desejo – os cristãos, que temem os homens livres e fortes, criaram um inferno fictício para jogá-los. Nossa cultura seria decadente, niilista, porque estava asfixiada por conceitos como Revolução, Estado, Razão ou Deus, que são vazios, amparados no nada, e sufocam nossa vida em nome de conceitos. Homens como Platão e Kant, ao colocar a verdade no outro mundo e definir esse mundo como falsidade ou ilusão, teriam contribuído para nossa decadência. O aspecto negativo do niilismo de Nietzsche.

via:

Se liga nessa Hitsória: https://www.youtube.com/watch?v=mqgGPlC2H4c

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try to see it my way

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Hang loose

Quando o mar é mais forte, abandona-te às ondas

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