Good Old Punk Rock of the Andes – Inti Illimani

 

Los arados, los sembríos
las cosechas y su amor,
dan al indio en este mundo
alegría en su dolor.

Por donde quiera que vaya
toca triste el rondador
porque en su alma hay sólo pena,
sufrimiento y gran dolor

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Goethe e a Doutrina das Cores

O trabalho de Goethe é uma tentativa de ordenar e combinar os fenômenos cromáticos para entender os princípios que os regem e como essa ordenação nos leva a uma diferenciação em termos de estética.
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Cada olhar envolve uma observação, cada observação uma reflexão, cada reflexão uma síntese: ao olharmos atentamente para o mundo já estamos teorizando. Devemos, porém, teorizar e proceder com consciência, autoconhecimento, liberdade e – se for preciso usar uma palavra audaciosa – com ironia: tal destreza é indispensável para que a abstração, que receiamos, não seja prejudicial, e o resultado empírico, que desejamos, nos seja útil e vital. (Doutrina das Cores. Esboço de uma Doutrina das Cores – Goethe (tradução de Marco Giannotti)
Para Goethe a sensibilidade não é apenas receptividade, mas também impulsividade.

As cores devem ser interpretadas duplamente como Leiden (paixão) e como Tat (ação) da luz.
As cores são ações e paixões da luz. Nesse sentido, podemos esperar delas alguma indicação sobre a luz. Na verdade, luz e cores se relacionam perfeitamente, embora devamos pensá-las como pertencendo à natureza em seu todo: é ela inteira que assim quer se revelar ao sentido da visão. (Doutrina das Cores. Esboço de uma Doutrina das Cores – Goethe (tradução de Marco Giannotti)
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(…) a cor é um fenômeno elementar da natureza para sentido da visão, que, como todos os demais, se manifesta ao se dividir e opor, se misturar e fundir, se intensificar e neutralizar, ser compartilhado e repartido, podendo ser mais bem intuído e concebido nessas fórmulas gerais da natureza. (Doutrina das Cores. Esboço de uma Doutrina das Cores – Introdução – Goethe (tradução de Marco Giannotti)
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Consideremos, em primeiro lugar, as cores na medida em que pertencem ao olho e dependem de sua capacidade de agir e reagir. Em seguida, despertam a atenção na medida em que as percebemos através dos meios incolores ou com o auxílio destes. Por fim, são dignas de nota na medida em que podemos pensá-las como fazendo parte do objeto. Chamamos as primeiras de fisiológicas, as segundas de físicas e as terceiras de químicas. As primeiras são constantemente fugidias, as segundas são passageiras, embora tenham uma certa permanência. As últimas têm longa duração. (Doutrina das Cores. Esboço de uma Doutrina das Cores – Introdução – Goethe (tradução de Marco Giannotti)
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via:
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Contingência

Em filosofia e lógica,  é o status de proposições que não são necessariamente verdadeiras nem necessariamente falsas. Há quatro classes de proposições, algumas das quais se sobrepõem:

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  • proposições necessariamente verdadeiras ou Tautologias, que devem ser verdadeiras, não importa quais são ou poderiam ser as circunstâncias (exemplos: 2 + 2 = 4; Nenhum solteiro é casado).Geralmente o que se entende por “proposição necessária” é a proposição necessariamente verdadeira.
  • proposições necessariamente falsas ou Contradições, que devem ser falsas, não importa quais são ou poderiam ser as circunstâncias (exemplos: 2 + 2 = 5; Ana é mais alta e é mais baixa que Beto).
  • proposições contingentes, que não são necessariamente verdadeiras nem necessariamente falsas (exemplos: Há apenas três planetas; Há mais que três planetas).
  • proposições possíveis, que são verdadeiras ou poderiam ter sido verdadeiras sob certas circunstâncias (exemplos: 2 + 2 = 4; Há apenas três planetas; Há mais que três planetas).

Todas as proposições necessariamente verdadeiras e todas as proposições contingentes também são proposições possíveis.

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Language Logic

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A revolução de Mao

“A revolução não é o convite para um jantar, a composição de uma obra literária, a pintura de um quadro ou a confecção de um bordado, ela não pode ser assim tão refinada, calma e delicada, tão branda, tão afável e cortês, comedida e generosa. A revolução é uma insurreição, é um ato de violência pelo qual uma classe derruba a outra.” Mao Tse-Tung

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Tradução Intersemiótica

 

Tradução intralingual (reformulação), que “consiste na interpretação dos signos verbais por meio de outros signos da mesma língua”

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Tradução interlingual (tradução propriamente dita), que “consiste na interpretação dos signos verbais por meio de alguma outra língua”

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Tradução intersemiótica (transmutação), que “consiste na interpretação dos signos verbais por meio de signos não-verbais”

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Roman Jakobson (1959) “Aspectos linguísticos da tradução” (On Linguistics Aspects of Translation)

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via:
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O Amor é o Homem Inacabado – Éluard

Todas as árvores com todos os ramos com todas
                                                             [as folhas
A erva na base dos rochedos e as casas
                                                          [amontoadas
Ao longe o mar que os teus olhos banham
Estas imagens de um dia e outro dia
Os vícios as virtudes tão imperfeitos
A transparência dos transeuntes nas ruas do acaso
E as mulheres exaladas pelas tuas pesquisas
                                                             [obstinadas
As tuas ideias fixas no coração de chumbo nos
                                                          [lábios virgens
Os vícios as virtudes tão imperfeitos
A semelhança dos olhares consentidos com os
                                                   [olhares conquistados
A confusão dos corpos das fadigas dos ardores
A imitação das palavras das atitudes das ideias
Os vícios as virtudes tão imperfeitos

O amor é o homem inacabado.

Paul Eluard, in “Algumas das Palavras”
Tradução de António Ramos Rosa

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Symbol

Charles S.Peirce wrote about the symbol:
“By a symbol I mean a representation which upon being presented to the mind – without any resemblance to its object and without any reference to a previous convention – calls up a concept…
A symbol is subject to three conditions. 1st it must represent an object or informed and representable thing. Second it must be a manifestation of logos, or represented and realizable form. Third it must be translatable into another language or system of symbols.” (Harvard Lectures on the Logic of Science)

che.

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Vadim Mahora vs Kölner Dom

Vadim Mahora and Vitali Raskalovym at the

Cologne Cathedral

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On one of the two towers of the cathedral is publicly available observation deck. But this observation camera shoot is absolutely impossible because of the mesh fencing. It was the most horrible observation that I’ve seen. So we took the chance to sneak a nearby tower, where access is closed to tourists. In addition, we were lucky again, a small part of the building was in scaffolding.

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Inside the tower there was a lot of statues, as the cathedral is under construction

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via:

http://dedmaxopka.livejournal.com/71558.html

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Barthes e a Câmara Clara

d5ac8c4b73c4b3f065b92a2e511a83ec_biggerNa Foto-retrato quatro imaginários se cruzam: “Diante da objetiva, sou, ao mesmo tempo, aquele que eu me julgo, aquele que eu gostaria que me julgassem, aquele que o fotógrafo me julga e aquele de que ele se serve para exibir sua arte”.

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Modelos de comunicação

language“Comunication is like pornography: nobody seems to Know how to define it, but we all Know it wen we see it. Webster’s tells me that comunication is the act of transmitting information; information, oddly enough, it that wich informs. I believe we need to go no further than this to have a common basis for discussion: we communicate whenever we transfer meaning to (“inform”) someone else (even if the meaning isn’t what we intended)._Successful_ cominication transfers the meaning that we intended. Information design has de goal of successful comunication” (Geoff Hart)

Antes de nos apegarmos as variáveis tipográficas, é interessante entendermos alguns modelos de teorias de linguagem, que procuram esquematizar as relações entre escritor e leitor, ou origem e destino.Isto é importante para entender os princípios básicos da comunicação escrita, mas vale lembrar que poucos teóricos se aventuraram a estudar o papel das variáveis tipográficas na comunicação escrita.

Os primeiros modelos de comunicação eram bem simples, e excluiam questões pragmáticas ou contextuais ligando o escritor ao leitor, passando pelo meio em linha reta. O modelo de Bloomfield (1935) é um exemplo disso modelo de comunicação de bloomfield modelo de Bloomfield

Mais tarde, nos anos 50, vários linguistas tentaram aplicar o modelo do matemático shanon para a teoria da informação, foi desenvolvido inicialmente para aplicação de movimentos de sinais elétricos por fios e a possibilidade de codificação e descodificação por máquinas de um sistema binário.

“quando falo com outra pessoa (como diz Waren Weaver*), meu cérebro é a fonte de informação, o do outro, o destinatário; meu sitema vocal é o transmissor e o ouvido do outro, o receptor”(eco, obra aberta, p95)

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O problema é que ele exclui a possibilidade de se obter várias interpretações de uma mesma origem — como por exemplo no caso de um mapa — e é um processo unidirecional, que não pode ser aplicado para a comunicação escrita. Ainda na questão dos mapas, Bertin define as imagens em monosêmicas — capazes de uma só interpretação; polisêmicas—capazes de algumas interpretações e pansêmicas — capazes de infinitas interpretações. Na prática, a maior parte das imagens é polissêmica, As pansêmicas são raras, com exemplos na pintura abstrata. e monosêmicas na sua opinião seriam os diagramas. Talvez as placas de trânsito também possam ser encaixadas nessa categoria

Mais adiante, Umberto Eco e sua teoria de obra aberta e obra fechada produz um novo diagrama onde onde insere as circunstâncias, e uma parte que cabe ativamente ao leitor, que é um “esforço filológico de reconstruir o código do remetente. Eco propõe um conceito de subcodificação, que é quando o leitor deve fazer um interpretação provisória quando se depara com o incerto e sobrecodificação que descreve o uso de frases feitas e clichês e padrões que podem diminuir a possibilidade de interpretação correta pelo destinatário. Eco remete à instâncias contextuais (onde pode se encaixar a tipografia) como instâncias de sobrecodificação que permitem ao destinatário a escolha do subcódigo apropriado.

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No livro la lisibilité, Richedau recomenda a utilização de modelos baseados na teoria da informação, como a aplicação da fórmula de Sannon proposta por Gui Bonsiepe para organização de informações complexas. Robin Kinross escreveu em uma discussão sobre a aplicação da teoria da informação na tipografia que as teorias de Shannon eram muito mecanicistas, mas elas devem ser entendidas históricamente, no seu lugar e tempo—No Bell Telephone Lab, nos anos 50— E que Quando Bonsiepe estava explorando essas idéias no Hochscule fur Gestaltung Ulm nos anos 60 essas idéias matemáticas tinham muita carga e muita energia. O Próprio Bonsiepe, na mesma discussão escreveu: “Hoje eu argumentaria contra essa aproximação que ela não leva em conta a dinâmica social do design e da recepção do design.[…]Ele (Shannon) estava interessado na eficiência de sinais de transmissão por cabos telefônicos. Alguém disse que informação não é algo objetivo, mas que é algo que se constitui somente no momento da interpretação pelo agente. Sem o agente, só existem dados, sinais, mas não significados”.

Além desses modelos baseados na teoria da informação, existem modelos de conversação, que de certa maneira, invertem as setas dos modelos acima. Criando um papel ativo para o receptor

Baseado nos modelos de conversação, Robert Waller em sua tese “The Typographic Contribution to Language” propõe um modelo teórico para a comunicação tipográfica que leva em conta uma mudança de lugar e tempo entre o leitor e o escritor, criando uma relação indireta entre ambos.

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Esse modelo sugere três estruturas baseadas nos três estágios de comunicação—escrita, produção e leitura—que determinam as preocupações do designer. A primeira, estrutura de tópico, determina os efeitos tipográficos que trazem informação a respeito das intenções do autor, as estruturas de artefato dizem respeito à natureza física do texto, sem se referir à informação contida e as terceiras, estruturas de acesso, representamos recursos que fazem o texto usável para os leitores, como auxílio de navegação para o leitor que se auto organiza. O modelo de Robert Waller é interessante por se tratar especificamente da comunicação escrita, com um papel importante para as variáveis tipográficas.

 

via:

http://finetanks.com/referencia/modelos.php

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Logotipos Criativos e as Teorias da Gestalt

por

As Leis da Gestalt já são conhecidas por todos os estudantes e profissionais de design. Para quem nunca ouviu falar, Gestalt (em alemão “forma” ou “figura”) é uma teoria da psicologia do início do sec. XX que estuda a percepção visual. Diz basicamente que nós não vemos partes isoladas, mas sim relações. Nosso cérebro tende a perceber os objetos como um todo antes de perceber suas partes individuais, sugerindo que o todo é maior que a soma de suas partes.

O  design utiliza estas leis da Gestalt o tempo todo,  muitas vezes até de forma inconsciente. Ele ajuda pessoas a assimilarem informações e a entenderem as mensagens que são passadas, sendo uma solução perspicaz e criativa para a criação de um símbolo visual (logo), por exemplo, tornando-o simples e memorável.

Abaixo eu selecionei alguns logos e as leis gestálticas aplicadas neles. Em alguns casos é bem difícil identificarmos apenas uma única lei, porém deixo explícito as mais evidentes para cada caso.

Teoria de Fechamento:

Obtém-se a sensação de fechamento visual da forma pela continuidade numa ordem estrutural definida, ou seja, por meio de agrupamento de elementos de maneira a constituir uma figura total mais fechada ou mais completa.

Talvez o exemplo mais conhecido por todos é o famoso logo do panda, da WWF e o cavalheiro caminhando, para a marca Johnnie Walker. Ambos utilizam essa teoria, pois nosso cérebro tende a completar essas imagens abstratas formando imagens das quais já conheciamos (um urso panda, uma pessoa).

WWF Logo

WWF – Teoria de Fechamento

Johnnie Walker Logo

Johnnie Walker – Teoria de Fechamento

O logo da NBA também utiliza deste mesmo princípio:

NBA Logo

NBA – Teoria de Fechamento

O logo da IBM, onde as listras horizontais sugerem velocidade e dinamismo:

IBM Logo

IBM – Teoria de Fechamento

Quaker Logo

Quaker – Teoria de Fechamento

Neste logo da NBC, conseguem ver um pavão na imagem?

NBC Logo

NBC – Teoria de Fechamento

Neste próximo há duas teorias presente: podemos notar que os elementos formam a silhueta de uma montanha, ela representa o Matterhorn, ponto mais alto da Suiça. Neste caso trata-se da teoria em questão.

Toblerone Logo

Toblerone – Teoria de Fechamento / Figura-Fundo

Conseguem ver um urso no centro? É o símbolo da cidade de Berna, onde foi criado o chocolate, porém, a teoria que percebemos é a da “figura-fundo” (explicada mais adiante).

Toblerone Logo (Urso)

Toblerone – Teoria de Fechamento / Figura-Fundo

Outro bastante conhecido é o logo da Fórmula 1. Neste, há a junção do primeiro elemento, o F,  com o segundo elemento em vermelho (uma imagem abstrata) e ambos, unidos, formam um terceiro elemento, que é o número 1.

Formula 1 Logo

Formula 1 – Teoria de Fechamento

Unificação por Proximidade / Semelhança

Essa teoria é claramente vista no logo da Unilever, pois nós não percebemos os 24 elementos separados, mas tendemos a agrupá-los pela forma que estão organizados e pela distância um dos outros, formando a letra “U”.

Unilever Logo

Unilever – Unificação por Proximidade

Neste podemos notar a Unificação por Semelhança pelos elementos possuirem o mesmo peso e cor. Mas também podemos notar blocos distintos destes elementos, graças a Teoria da Unificação por Proximidade.

Sinergy Equities Logo

Sinergy Equities – Unificação por Proximidade / Semelhança

AntiParticle Logo

Antiparticle – Unificação por Proximidade

FoodMobile Logo

Foodmobile – Unificação por Proximidade

Há duas teorias neste: a em questão, vista no corpo do guepardo composto por vários elementos próximos que formam a imagem, e a Teoria de Fechamento, para a cabeça.

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Rubban Logistic Holding Company – Unificação por Proximidade / Teoria de Fechamento

Teoria da Segregação

Significa a capacidade perceptiva de separar, identificar, evidenciar ou destacar unidades formais em sua composição total ou em partes deste todo. No logo da Macintosh, nosso cérebro é capaz de separar as imagens, dividindo-a em 2: a primeira, um rosto visto de frente, e a outra, o perfil de um rosto.

Macintosh Logo

Macintosh – Teoria da Segregação

Teoria da Pregnância

Nosso cérebro percebe a forma em seu estado mais simples possível. Quanto mais simples, mais facilmente é assimilada: desta forma, a parte mais facilmente compreendida em um desenho é a mais regular e simétrica, que requer menos simplificação.

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O logo das Olimpíadas é o exemplo ideal para a Teoria da Pregnância.

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Teoria da Figura/Fundo

O conceito básico dessa teoria é a ilusão de ótica. Tendemos a organizar as percepções no objeto observado (a figura) e no plano contra o qual ele se destaca (o fundo). A figura parece ser mais substancial e destaca-se do fundo.

No  logo da rede Carrefour, onde a soma dos elementos abstratos nos ajuda a perceber a letra C, pode haver uma dupla interpretação, pois se analisarmos ambos os elementos unidos eles formam uma flor-de-lis, símbolo da aristocracia francesa. Podemos destacar os elementos azul e vermelho como figura, e o “C” como fundo.

Carrefour Logo

Carrefour – Figura-Fundo

Algo semelhante acontece com o logo da Fedex, se percebermos, o “E” e o “X” formam uma seta, no caso as letras seriam a figura e a seta o fundo (espaço branco).

FedEx Logo

Fedex – Figura-Fundo

Food Writers Logo

Food Writers – Figura-Fundo

EDS Eletronics Logo

EDs Eletronics – Figura-Fundo

Spartans Golf Club Logo

Spartans Golf Club – Figura-Fundo

Hope For African Children Initiative Logo

Hope For African Children Initiative – Figura-Fundo

Yoga Australia Logo

Yoga Australia – Figura-Fundo

Teoria da Continuidade

A Lei da Continuidade defende que os pontos que estão conectados por linhas retas ou curvas são vistos de modo a parecerem que seguem uma determinada direção. Ou seja, ao invés de ver linhas e ângulos separados, as linhas são vistas como estando agrupadas juntas.

Neste exemplo podemos notar 2 teorias: a de fechamento, explicada anteriormente, e a de continuidade.

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Eight – Teoria da Continuidade

Graças a essa capacidade que nossos cérebro tem de “continuar” a imagem, que percebemos a letra “E” e “I” formando o número 8.

Volto a lembrar que nenhum destes príncipios é único. Todos eles funcionam em conjunto afim de conseguir uma totalidade de função, elegância e apelo estético.

Alguns dos melhores designers do mundo não sabem nada sobre Gestalt. eles apenas as usam intuitivamente quando analisam determinado projeto e o acham coerente, criativo ou funcional, sem ao menos saber dessa terminologia, pois essas teorias não são construções artificiais, regras inventadas pelo homem, mas sim tentativas de perceber e verbalizar como os seres humanos naturalmente percebem as coisas.

Não importa se você usa essas teorias por instinto ou por deliberação, o que importa é como eles podem te ajudar a criar melhores projetos.  ; )

via:

http://www.cleek.com.br/blog/design/logotipos-criativos-e-as-teorias-da-gestalt

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Failure

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