Formado a partir do Uno

O Sudário de Santa Verônica – Claude Mellan

Arte: Claude Mellan - O Sudário de Santa Verônica (1649)

Formatur Unicus Uma – Formado a partir do Uno – Criado usando uma única linha espiralada que começa na ponta do nariz do Cristo, o que lhe permitiu gravar a placa de uma só vez, numa técnica que mais tarde foi chamada de “gravure á une seulle taille”. Trocadilho com a unicidade do Cristo e do uso de uma só linha para formar a ilustração.

Carol King

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Galeria – Fotografia Neoplasticista Perspectiva Isométrica…

Foto: L.E.Geara - Pátio de Triagem - Porto de Paranaguá

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Quem tiver ouvidos para ouvir, que ouça!

Swoon - Silversun Pickups

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Os Princípios Religiosos – Samael Aun Weor

Todas as religiões são pedras preciosas engastadas no fio de ouro da divindade.

Guerreiros Toltec - Tula Hidallgo - Mexico

As religiões conservam os valores eternos; não existem religiões falsas.

Todas as religiões são necessárias; todas as religiões cumprem sua missão na vida.

É absurdo dizer que a religião do vizinho não serve e que só a nossa é verdadeira. Se a religião do vizinho não serve, então a nossa também não serve porque os valores são sempre os mesmos.

É estúpido dizer que a religião das tribos indígenas da América é idólatra porque eles também podem dizer que a nossa religião é idólatra. Se nos rimos deles, eles também podem rir de nós. Se dissermos que eles adoram ou adoravam ídolos, eles também podem afirmar que nós adoramos ídolos.

Não podemos desacreditar a religião dos outros sem desacreditar a nossa também porque os princípios são sempre os mesmos. Todas as religiões têm os mesmos princípios.

Sob o sol, toda religião nasce, desenvolve-se, multiplica-se em muitas seitas e morre. Assim tem sido sempre e assim será sempre.

Os princípios religiosos nunca morrem. Podem morrer as formas religiosas, mas os princípios religiosos, isto é, os valores eternos, não morrem jamais. Eles continuam, apenas se revestem de novas formas.

A religião é inerente à vida como a umidade é inerente à água.

Há homens profundamente religiosos que não pertencem a nenhuma forma religiosa.

As pessoas sem religião são conservadoras e reacionárias por natureza. Só o homem religioso consegue a Revolução da Dialética.

Não há motivos que justifiquem as guerras religiosas como as da Irlanda. É absurdo qualificar os outros de infiéis, hereges ou pagãos pelo simples fato de não pertencer à nossa religião.

Seer of Visions

O bruxo que no coração das selvas africanas exerce seu sacerdócio diante da tribo de canibais e o aristocrata arcebispo cristão que oficia na Catedral Metropolitana de Londres, Paris ou Roma apoiam-se nos mesmos princípios, só variam as formas religiosas.

Jesus, o Divino Rabi da Galiléia, ensinou a todos os seres humanos o caminho da Verdade e da Revolução da Dialética.

A Verdade fez-se carne em Jesus e se fará carne em todo homem que conseguir a revolução integral.

Se estudarmos as religiões, se fizermos um estudo comparativo das religiões, em todas elas encontraremos o culto ao Cristo. A única coisa que varia são os nomes dados ao Cristo.

O Divino Rabi da Galiléia tem os mesmos atributos de Zeus, Apolo, Krishna, Quetzalcoatl, Lao-Tsé, Fu- Xi, o Cristo chinês, Buda, etc.

Qualquer um fica assombrado quando faz um estudo comparativo das religiões.Todos os sagrados personagens religiosos que personificam o Cristo nascem no dia 24 de dezembro às 12 horas da noite.

Todos esses sagrados personagens são filhos de imaculadas concepções. Todos eles nascem por obra e graça do Espírito Santo. Todos eles nascem de Virgens, imaculadas antes do parto, no parto e depois do parto.

A pobre e desconhecida mulher hebréia Maria, mãe do Adorável Salvador Jesus Cristo, recebeu os mesmos atributos e poderes cósmicos da deusa Ísis, de Juno, Deméter, Ceres, Vesta, Maia, Monja, lnsoberta, Réia, Cibeles, Tonantzin, etc.

Todas essas deidades femininas representam sempre a Mãe Divina, o Eterno Feminino Cósmico.

O Cristo é sempre filho da Mãe Divina e a ela rendem culto todas as santas religiões.

Maria é fecundada pelo Espírito Santo. Conta a tradição que o Terceiro Logos na forma de uma pomba tornou fecundo o ventre imaculado de Maria.

A pomba é sempre um símbolo fálico. Recordemos a Perístera, ninfa do cortejo de Vênus que foi transformada em pomba pelo amor.

Entre os chineses o Cristo é Fu-Xi. O Cristo chinês também nasce milagrosamente por obra e graça do Espírito Santo.

Passeando a virgem chamada Hua-Tsé pelas margens do rio, pôs seu pé sobre a pegada do Grande Homem. Imediatamente se comoveu, vendo-se rodeada por um esplendor maravilhoso e suas entranhas conceberam. Transcorridos doze anos, no quarto dia da décima lua, à meia-noite, nasceu Fu-Xi, assim chamado em memória ao rio a cujas margens foi concebido.

No antigo México, Cristo é Quetzalcoatl, o qual foi o Messias e o transformador dos toltecas.

Estando um dia Chimamatl só com suas duas irmãs, apareceu-lhes um enviado do céu. As irmãs ao vê-lo, morrem de espanto. Ela, ao ouvir da boca do anjo que conceberia um filho, concebeu naquele instante, sem obra de varão, a Quetzalcoatl, o Cristo mexicano.

Entre os japoneses, o Cristo é Amida que intercede diante da deusa suprema Ten Sic Dai Tain rogando por todos os pecadores.

Amida, o Cristo japonês da religião xintoísta, é quem tem os poderes para abrir as portas do Gokurat, o paraíso.

Os Eddas germânicos citam a Khristos, o deus de sua teogonia, semelhante a Jesus, porquanto também nasceu no dia 24 de dezembro à meia-noite, da mesma forma que Odin, Wotan e Beleno.

Quando alguém estuda o evangelho de Krishna, o Cristo hindu, fica assombrado ao descobrir o mesmo evangelho de Jesus. No entanto, Krishna nasceu muitos séculos antes de Jesus.

Devaki, a virgem hindu, concebeu a Krishna por obra e graça do Espírito Santo. O menino-deus Krishna foi transportado ao estábulo de Nanden e os deuses e os anjos vieram adorá-lo. A vida, paixão e morte de Krishna é similar a de Jesus.

Vale à pena estudar todas as religiões. O estudo comparativo das religiões leva-nos a compreender que todas as religiões conservam os valores eternos, que nenhuma religião é falsa e que todas são verdadeiras.

O Sétimo Selo - Ingmar Bergman

Todas as religiões falam da alma, do céu, do inferno, etc. Os princípios são sempre os mesmos.

Entre os romanos o inferno era o Averno. Entre os gregos era o Tártaro e entre os hindus, o Avitchi.

O céu para os gregos e os romanos era o Olimpo. Cada religião tem seu céu.

Quando terminou a religião dos romanos, quando se degenerou, os sacerdotes converteram-se em adivinhos, marionetes, etc. Porém, os princípios eternos não morreram. Eles revestiram-se com a nova forma religiosa do cristianismo.

Os sacerdotes pagãos que se chamavam augures, druidas, flamens, hierofantes, dionísios ou sacrificadores foram rebatizados no cristianismo com os sagrados títulos de clérigos, pastores, prelados, papas, ungidos, abades, teólogos, etc.

Full Moon

As sibilas, vestais, druidesas, papisas, diaconisas, mênades, pitonisas, etc., foram denominadas no cristianismo com os nomes de noviças, abadesas, preladas superiores, canonisas, reverendas, irmãs, freiras, etc.

Os deuses, semideuses, titãs, deusas, sílfides, ciclopes, mensageiros dos deuses, etc., das antigas religiões, foram rebatizados com os nomes de anjos, arcanjos, serafins, potestades, virtudes, tronos, etc.

Se antigamente se adorava aos deuses, agora seguem sendo adorados, apenas que com outros nomes.

As formas religiosas mudam segundo as épocas históricas e as raças. Cada raça precisa de sua forma religiosa especial.

Os povos precisam de religião. Um povo sem religião é de fato um povo totalmente bárbaro, cruel e impiedoso.

A Revolução da Dialética – V.M. Samael Aun Weor

Praise the Money

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Galeria – Preto no Branco

Sem o efeito emocional causado pelas cores, é mais fácil notar os traços de uma imagem em Preto e Branco.

Foto: L.E.Geara

Qualquer verdade representada em Preto e Branco parece mais honesta.

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A Poesia de – Carlos Pena Filho

Soneto à Fotografia

Libertar-se ligeiro da moldura
é o desejo da face, onde, o desgosto
emigrado do poço de água impura,
vai se aninhar na hora do sol posto.

Do lugar da prisão vem a tortura,
pois vê, do seu retângulo, teu rosto
e acorrentado na parede escura,
não pode engravidar-te para agosto.

Guarda ainda no olhar instante e viagem:
o instante em que foi presa pela imagem
e o roteiro que fez em mundo alheio.

E eterna inveja do seu sósia ausente
que, embora prisioneiro da corrente,
habita num subúrbio do teu seio.

Poema extraído do livro A Vertigem Lúcida

Artist Hermann Forsterling

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Quem tiver ouvidos para ouvir, que ouça!

Nightmare in Venice - Red Priest

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A Poesia de – Carlos Pena Filho

A Solidão e Sua Porta

Quando mais nada resistir que valha
a pena de viver e a dor de amar
E quando nada mais interessar
(nem o torpor do sono que se espalha)

Quando pelo desuso da navalha
A barba livremente caminhar
e até Deus em silêncio se afastar
deixando-te sozinho na batalha

Arquitetar na sombra a despedida
Deste mundo que te foi contraditório
Lembra-te que afinal te resta a vida

Com tudo que é insolvente e provisório
e de que ainda tens uma saída
Entrar no acaso e amar o transitório.

Bronzi Di Riace

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“Jamais existiu um Estado sem “Hegemonia” (Gramsci)

E, em substância, a luta entre duas classes que se disputam o poder é, antes de tudo, uma luta entre duas “Hegemonias” No diagnóstico gramsciano, o “Senso Comum” é uma visão de mundo acrítica, difundida (pelas classes dominantes) no seio das classes subalternas (proletariado urbano e rural), constituindo-se, assim, num eficaz instrumento de dominação ideológico-cultural e, ipso fato, de afirmação da “Hegemonia” burquesa. Este entendimento harmoniza-se com um clássico conceito marxista, que sublinha: “as idéias dominantes, em todas as épocas, sempre foram idéias da classe dominante”. Há um texto de I. Simionatto (Ed.Cortez/95), bastante ilustrativo que complementa esta parte: ….“a “Hegemonia” cria a subalternidade (social) de outras classes, não apenas pela submissão à força, mas também pela submissão às idéias… A classe dominante repassa a sua ideologia (concepção de mundo) e realiza o controle do “Consenso” através de uma rede articulada de aparelhos culturais – que Gramsci chama de “Aparelhos Privados de Hegemonia” e o ilustre Professor Jorge Boaventura, da ESG, muito apropriadamente, denomina de “Centros de Prestígio e de Irradiação Cultural”. Estes aparelhos (que correspondem às “casamatas” e “fortificações” da “Sociedade Civil”) compreendem: Escolas, Universidades, Igrejas, Mídia (Rádio, TV, Jornais, Revistas, etc), Associações Intelectuais, Culturais, Corporativas, Sindicatos, Editorialismo, Literatura, Crítica, Cinema, Artes em geral, ONGs, etc. “Através desses aparelhos é que é imposta às classes subalternas a submissão passiva e feito o repasse ideológico (isto é, o próprio “Senso Comum”)”.

Magdalena Abakanowicz - Crowd

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Nietzsche – Da Prudência com os homens

E aquele que não quiser morrer de sede entre os homens deve aprender a beber em todos os vasos, e aquele  que quiser permanecer limpo entre os homens deve aprender a lavar-se em água suja. (Assim falava Zaratustra)

Da prudência com os homens e mulheres...

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SteamPunk Action Figures by Sillof.com

Sillof Custom Figures Steampunk Victorian Redesign Justice League

Sillof Custom Figures Steampunk Victorian Redesign Avengers

Sillof Custom Figures Steampunk Victorian Redesign Star Wars

Sillof Custom Figures Steampunk Victorian Redesign Jabba´s Court

Sillof´s Ironman Action Figure

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Galeria – Ipseidade Sartriana

A consciência não pode coincidir imediatamente com o seu ser, ela deve existir transcendendo esse ser.

arte: L.E. Geara

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Diferentes tipos de Imagens de Stock para uso Comercial e Editorial

foto: L.E. Geara

Imagens de stock são divididas em duas categorias principais, Direito Controlado (DC) ou Rights Managed  (RM) em Inglês e Royalty-Free (RF).

Royalty-Free (RF)
Para imagens Royalty-Free você tem  “quase”  que uso ilimitado. Você pode usar a imagem virtualmente em quase todas as aplicações/usos/mídias, durante o tempo que precisar, em quanto projetos quiser desde que esteja de acordo com os termos da licença de uso de imagens fornecida pelo do banco de imagens de onde esta licenciando a imagem em questão. Quando digo “quase” acima, é que tem exceções como por exemplo, usar a imagem para fins difamatórios, pornográficos, vinculados a campanhas de cigarros, etc … tudo isto é vedado/proibido e na licença de uso da imagem que nada mais é do que um documento, tipo contrato que rege as regras do licenciamento da imagem na modalidade royalty-free, com certeza diz tudo isto! A imagem fica a sua disposição para o uso, a partir do instante em que comprar a licença de uso da mesma. Após pagar o valor do licenciamento da imagem, nenhum royalty adicional será devido por você.

Direito Controlado (DC)
As imagens de direito controlado, o seu direito de usar a imagem é tipicamente restrito, com limitações do tipo, duração de uso, região geográfica de uso, indústria, mídias, etc … de acordo com o seu acordo de licenciamento.

Em outras palavras, a licença é dada para estas variáveis acima e o seu preço final dependerá tbém das mesmas, por isto diga exatamente por quanto tempo, em que lugar, quais usos ou mídias , em qual indústria pretende fazer uso da imagem para que adquira a licença de acordo com suas necessidades para que então fique protegido e despreocupado evitando assim possíveis usos indevidos de sua parte.

Posso usar imagens Royalty-Free de graça?

Não.  Royalty-Free significa que quando a licença é paga, as imagens podem ser usadas por quantas vezes quiser, por tempo indeterminado, sem que tenha que pagar taxas adicionais, mas a licença inicial é necessária para que proteja a você e aos seus clientes. Quando você licencia uma imagem royalty-free,  você pode usar em “quase” todas as aplicações, por quanto tempo quiser,  de acordo com o termo de licenciamento de imagem (embora para alguns usos é necessária uma licença adicional). O custo é sempre dado de acordo com o tamanho do arquivo/foto.

Postado por Gianfranco Coppola em Licenciamento de Imagens http://licenciamentodeimagens.com/licenciamento-de-imagens/licenciamento-de-imagens-tudo-voce-precisa-saber-parte-1-153.html

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