Great Album, Great Cover

the Smiths – Meat is Murder

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Causarum Cognitio

Causarum Cognitio é o nome original de um famoso afresco pintado, a pedido do Papa Júlio II, por um dos maiores pintores de todos os tempos, o italiano Rafael Sanzio (1483-1520), a fim de que o mesmo compusesse a “Stanza della Segnatura” (Sala da Assinatura), localizada no Palácio do Vaticano, sala que o papa usava como biblioteca e assinava os decretos da corte eclesiástica. Causarum Cognitio é latim, e significa “O Conhecimento das Causas”.

De acordo com o matemático inglês David Fowler, que estudava a história da Grécia, após o século XVII o quadro tomou o nome com o qual é conhecido hoje, Scuola di Atenas, ou, em português, A escola de Atenas. Nele, Rafael retratou os maiores pensadores do mundo antigo, de diferentes épocas, em especial pensadores gregos, representando a academia de Platão. Este último aparece no centro do afresco, do lado direito de seu discípulo, Aristóteles, segurando o Timeu e com a mão direita voltada para cima, representando o seu “mundo das idéias”, a “causa de todas as coisas”. Aristóteles, por outro lado, enquanto segura sua obra Ética a Nicômaco, tem a mão direita voltada para o chão, representando o mundo terreno, sensível. Dentre outros, também aparecem em A Escola de Atenas Alexandre, o Grande, Pitágoras, Ptolomeu, Euclides, Sócrates e Hipácia de Alexandria, morta cruelmente em 415 por ordem do bispo e patriarca de Alexandria, Cirilo (que mais tarde foi canonizado e hoje é santo Cirilo) , por ser defensora da idéia de que o mundo é governado por leis matemáticas e ensinar tais idéias na Academia de Alexandria. (por Rodrigo Euzébio – http://causarum-cognitio.blogspot.com/2009/02/what-bleep-do-we-know-o-blog-causarum.html)

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Galeria

Movie Poster – The Bubble Gun

Movie Poster

arte: L.E. Geara

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Galeria – Princípio Antrópico

foto: L.E. Geara

“Vemos o universo da maneira como ele é porque, se fosse diferente, não estaríamos aqui para vê-lo”.

Stephen Hawking

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Diagrama Epistemológico

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Budismo – Os Cinco Obstáculos (Nivarana)

Ajaan Brahmavamso


Os principais empecilhos para o sucesso na meditação e o insight libertador assumem a forma de um ou mais dos Cinco Obstáculos, (nivarana). A prática toda, que conduz à Iluminação, pode muito bem ser expressa como o esforço para superar os Cinco Obstáculos, primeiro suprimindo-os temporariamente com o objetivo de experimentar o Jhana e o Insight e depois superando-os permanentemente através do completo desenvolvimento do Nobre Caminho Óctuplo.

Então, quais são os Cinco Obstáculos? São eles:

KAMACCHANDA: Desejo Sensual
VYAPADA: Má Vontade
THINA-MIDDHA: Torpor e Preguiça
UDDHACCA-KUKKUCCA: Inquietação e Ansiedade
VICIKICCHA: Dúvida

1. O Desejo Sensual se refere àquele tipo particular de querença que busca pela felicidade através dos cinco sentidos da visão, audição, olfato, paladar e tato. Ele exclui qualquer aspiração pela felicidade através do sexto sentido da mente exclusivamente.

Na sua forma mais extrema, o desejo sensual é uma obsessão por encontrar o prazer em coisas como a intimidade sexual, boa comida ou música refinada. Mas também inclui o desejo de substituir experiências irritantes ou mesmo dolorosas nos cinco sentidos por experiências prazerosas, isto é, o desejo pelo conforto sensual.

O Buda comparou o desejo sensual com o ato de tomar um empréstimo. Qualquer prazer experimentado através desses cinco sentidos tem que ser restituído através do desagrado da separação, da perda ou do vazio faminto, que surge de forma implacável depois que o prazer foi consumido. Tal qual um empréstimo, há também a questão dos juros, e como o Buda disse, o prazer é pequeno quando comparado com a restituição em forma de sofrimento.

Durante a meditação, o desejo sensual é transcendido quando nos soltamos da preocupação com este corpo e as suas cinco atividades sensuais. Alguns imaginam que os cinco sentidos estão ali para servir e proteger o corpo, mas a verdade é que o corpo ali está para servir aos cinco sentidos, enquanto estes brincam no mundo sempre em busca de prazeres. De fato, o Buda certa vez disse, “Os cinco sentidos SÃO o mundo” e para deixar o mundo, para desfrutar da bem-aventurança extra-mundana de Jhana, é necessário abrir mão durante um certo tempo de TODA preocupação com o corpo e os seus cinco sentidos.

Quando o desejo sensual é transcendido, a mente do meditador não tem interesse na promessa de prazer ou mesmo conforto oferecidos por este corpo. O corpo desaparece e todos os cinco sentidos são desligados. A mente se torna calma e livre para olhar para o interior. A diferença entre a atividade dos cinco sentidos e a sua transcendência é igual à diferença entre olhar por uma janela e olhar num espelho. A mente, que está livre da atividade dos cinco sentidos, pode verdadeiramente olhar para o seu interior e enxergar a sua real natureza. E só assim pode surgir a sabedoria em relação ao que somos, de onde e porque viemos!

2. A Má Vontade se refere ao desejo de punir, machucar ou destruir. Ela inclui a raiva de alguém ou mesmo de uma situação problemática, e é capaz de gerar uma energia tão intensa que é ao mesmo tempo, sedutora e viciogênica. Na ocasião, ela sempre parece justificável, pois tamanho é o seu poder que ela facilmente corrompe a nossa habilidade de julgar de modo equilibrado. Isto também inclui a má vontade para consigo mesmo, também conhecida como culpa, que nega qualquer possibilidade de felicidade. Na meditação a má vontade aparece como antipatia em relação ao objeto da meditação em si, rejeitando-o de modo que a própria atenção é forçada a vagar em outras direções.

O Buda comparava a má vontade com o estar enfermo. Tal qual a enfermidade, que nega a liberdade e a felicidade da boa saúde, a má vontade também nega a liberdade e a felicidade da paz.

A má vontade é superada com a adoção de Metta, amor bondade. Se a má vontade for dirigida a outra pessoa, Metta ensina a ver algo mais nessa pessoa, para além de tudo aquilo que nos fere, compreender porque aquela pessoa nos fere, (quase sempre porque ela estava se sentindo intensamente ferida), e nos encoraja a colocar de lado a nossa própria dor e olhar com compaixão para os outros. Mas se isso estiver acima da nossa capacidade, Metta para nós mesmos nos levará a desistir da má vontade em relação àquela pessoa, para evitar que ela nos fira ainda mais através da memória daqueles atos. Do mesmo modo, se a má vontade estiver dirigida contra nós mesmos, Metta vê mais do que os nossos próprios defeitos, pode entendê-los e encontrar a coragem para perdoá-los, aprender com as lições deles e deixá-los ir. Se a má vontade estiver relacionada com o objeto de meditação, (com freqüência, a razão porque o meditador não fica em paz), Metta abraça o objeto da meditação com cuidado e deleite. Por exemplo, como uma mãe sente Metta natural pelo seu filho, assim também um meditador pode observar a sua respiração, digamos, com a mesma qualidade de atenção cuidadosa. E deste modo, será tão improvável que ele perca a respiração, devido ao esquecimento, assim como é improvável que uma mãe esqueça o seu bebê no supermercado; e tão improvável que ele deixe cair a respiração, em troca de algum pensamento distraído, assim como é improvável que uma mãe deixe cair o seu bebê por distração! A remoção da má vontade possibilita relacionamentos duradouros com outras pessoas e consigo mesmo, e na meditação, um relacionamento duradouro e agradável com o objeto da meditação, capaz de amadurecer até a completa imersão na absorção.

3. Preguiça e Torpor refere-se à letargia corporal e modorra mental, que nos arrastam à inércia incapacitante e à depressão profunda. O Buda os comparava com o estar aprisionado numa cela escura e confinada, incapaz de movimentar-se com liberdade para o sol brilhante no exterior. Na meditação esse estado gera a atenção fraca e intermitente, que pode até mesmo conduzir ao sono sem sequer nos darmos conta disso!

A preguiça e o torpor são superados através do despertar da energia. A energia está sempre disponível, mas poucos sabem como ligar o interruptor, por assim dizer. Estabelecer um objetivo, um objetivo razoável, é um modo sábio e efetivo de gerar energia, e também de desenvolver o interesse deliberado pela tarefa a ser cumprida. A criança tem um interesse natural pelas coisas e por conseqüência energia, pois o seu mundo está cheio de novidades. Portanto, se pudermos aprender a olhar para a nossa vida ou para a nossa meditação com a ‘mente de um principiante’, poderemos sempre ver novos ângulos e novas possibilidades que nos manterão ativos e energéticos, distantes da preguiça e do torpor. Da mesma maneira, é possível desenvolver o deleite com qualquer coisa que se faça, treinando a própria percepção para ver o belo nas coisas comuns e assim gerar o interesse que evita a meia-morte, que é o estado de preguiça e torpor.

A mente possui duas funções principais, ‘fazer’ e ‘conhecer’. O objetivo da meditação é acalmar o ‘fazer’ até a completa tranqüilidade enquanto se mantém o ‘conhecer’. A preguiça e o torpor ocorrem quando alguém descuidadamente acalma tanto o ‘fazer’ como o ‘conhecer’, sendo incapaz de distinguir entre os dois.

Preguiça e torpor são um problema comum que se insinua de maneira imperceptível e que lentamente nos sufoca. Um meditador hábil mantém uma vigilância aguçada aos primeiros sinais de preguiça e torpor, e assim é capaz de identificar a sua aproximação e escapar antes que seja tarde demais. É como chegar a uma bifurcação numa estrada, a pessoa pode tomar o caminho que a conduzirá para longe da preguiça e do torpor. A preguiça e o torpor é um estado corporal e mental desagradável, rígido demais para saltar para a bem-aventurança de Jhana e completamente cego para poder identificar qualquer insight. Em resumo, é uma total perda de tempo precioso.

4. A Inquietação se refere à mente que parece um macaco, sempre saltando de galho em galho, incapaz de permanecer por algum tempo com qualquer coisa. Ela é causada pelo estado mental que busca defeito em tudo, que não é capaz de se satisfazer com as coisas do jeito que elas são e assim tem que seguir buscando na promessa de algo melhor, que está o tempo todo um pouco mais além.

O Buda comparou a inquietação com a escravidão, continuamente correndo para atender às ordens de um patrão tirânico que, exigindo sempre a perfeição, nunca permite ao escravo um descanso.

A inquietação é superada com o desenvolvimento do contentamento, que é o oposto da crítica. A pessoa passa a conhecer a alegria simples do contentar-se com pouco, ao invés de sempre querer mais. Ela se sente grata por este momento, ao invés de identificar os seus defeitos. Por exemplo, na meditação a inquietação freqüentemente é a impaciência pressionando para seguir rapidamente para o estágio seguinte. O progresso mais rápido no entanto, é alcançado por aqueles que estão satisfeitos com o estágio onde eles se encontram. É o aprofundamento desse contentamento que amadurece o estágio seguinte. Portanto, cuidado com esse ‘desejo de progredir’ e ao invés disso, aprenda como relaxar- se nesse contentamento apreciativo. Dessa forma, o ‘fazer’ desaparece e a meditação floresce.

A Ansiedade, ou remorso, se refere a um tipo específico de inquietação que é o resultado cármico de ações ruins. A única maneira de superar a ansiedade, a inquietação de uma consciência pesada, é purificar a própria virtude e tornar-se compassivo, sábio e gentil. Na prática é impossível que alguém imoral ou vicioso faça progresso significativo na meditação.

5. A Dúvida se refere a questionamentos íntimos perturbadores no momento em que se deveria estar silenciosamente passando para um estágio de maior profundidade. A dúvida pode questionar a própria habilidade, “Sou capaz de fazer isso?”, ou questionar o método, “Este é o modo correto?”, ou mesmo questionar o significado, “O que é isso?” Deve ser lembrado que tais questões são obstáculos para a meditação porque são perguntas feitas no momento errado e assim se tornam uma intrusão, obscurecendo a clareza mental.

O Buda comparou a dúvida com o estar perdido no deserto, sem ter qualquer ponto de referência.

Esse tipo de dúvida é superada obtendo instruções claras, tendo um bom mapa, de modo que se possa reconhecer os pontos de referência sutis no território desconhecido da meditação profunda e assim saber por onde seguir. A dúvida da própria habilidade é superada através do desenvolvimento da auto-confiança com o apoio de um bom mestre. Um mestre de meditação é como um treinador que convence um time de que eles são capazes de vencer. O Buda afirmou que todos podem, que todos alcançarão, Jhana e a Iluminação, se seguirem as instruções com cuidado e paciência. A única incerteza é ‘quando’! A experiência também supera a dúvida acerca da própria habilidade, bem como acerca do caminho correto. Quando realizamos por nós mesmos os sublimes estágios do caminho, descobrimos que somos de fato capazes de atingir o estágio mais elevado e que este é o caminho que nos levará até lá.

A dúvida que toma a forma da constante avaliação “Isto é Jhana?” “Como estou progredindo?”, é superada ao nos darmos conta que o melhor é deixar essas questões para o fim, para os últimos minutos da meditação. Um júri só chega a uma decisão no final do julgamento, quando todas as evidências foram apresentadas. Do mesmo modo, um meditador hábil persegue a busca silenciosa de evidências, revisando-as apenas no final para descobrir o seu significado.

O fim da dúvida na meditação é descrito como uma mente que tem confiança perfeita no silêncio e assim não interfere com qualquer diálogo interno. É como ter um bom motorista, ficamos sentados em silêncio durante a viagem pela confiança que depositamos nele.

Qualquer problema que surgir na meditação será um desses Cinco Obstáculos, ou uma combinação deles. Portanto, se alguém experimentar qualquer dificuldade, basta usar o esquema dos Cinco Obstáculos como lista de controle para identificar o problema principal. Então, sabendo qual o remédio apropriado, aplique-o com cuidado para superar o obstáculo e alcançar uma meditação mais profunda.

Quando os Cinco Obstáculos forem totalmente superados, não haverá barreira entre o meditador e a bem-aventurança de Jhana. Conseqüentemente, o teste definitivo para saber se os Cinco Obstáculos foram realmente superados é a habilidade para entrar em Jhana.

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Estratégias de Manipulação Midiática

O lingüista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das 10 estratégias de manipulação executadas pela mídia:

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.

2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.

Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.

6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…

7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.

8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.

Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…

9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.

Avram Noam Chomsky

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EXPEDIÇÃO FOTOGRÁFICA ao “SALTO do PARATI”

Salto do Parati por L.E. Geara

Piscina Natural por L.E. Geara

Bahia de Guaratuba por L.E. Geara

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Trabalhos dos alunos do Curso de Fotografia

Apresentamos neste post trabalhos de alunos do curso de fotografia do PhotoAtelier, os alunos aparecem nas fotos em preto e branco :

Aluna – Hyorrana Gonsalves

Fotografia tirada pela aluna Hyorrana Gonsalves (detalhe)

Aluna Carolina Vergara Fagundes

Fotografia tirada pela aluna Carolina (detalhe)

Aluna Samantha Jepp

Fotografia Tirada pela Aluna Samantha (detalhe)

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CURSO de FOTOGRAFIA BÁSICA – Matinhos – 17 e 24 de Outubro

Matinhos 17 e 24 de Outubro
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APAE-Matinhos recebe os alimentos arrecadados no Concurso de Fotografia – Matinhos 2009

Matinhos 10 de Agosto , 2009

A taxa de inscrição para cada fotografia participante no Concurso de Fotografia – Matinhos 2009, foi 1kl de alimento não perecível. Os alimentos arrecadados foram entregues no último dia 23, à APAE de Matinhos.

O presidente do comitê organizador do concurso: Luiz Eduardo Geara, foi recebido pela Diretora da APAE – Matinhos: Érica Alves Fernandes de Andrade; pela aluna Tatiana Bitencourt de Souza e por sua mãe e membro da diretoria da APAE: Dona Margarete Bitencourt; no encontro que celebrou o repasse dos alimentos como parte da proposta de cunho cultural e social do concurso que já tem nova edição em planejamento.

Geara, Tatiana, Dona Margarete e a Diretora Érica Andrade

Geara, Tatiana, Dona Margarete e a Diretora Érica

Alimentos

Alimentos

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Notícia do Site da Prefeitura de Matinhos sobre o Concurso de Fotografia

21/07/2009 Concurso premia os melhores da fotografia em Matinhos

Mais de 50 imagens e um objetivo: escolher as melhores fotografias inscritas no Concurso de Fotografia de Matinhos, realizado durante o mês de julho com apoio da Prefeitura Municipal. Os vencedores nas categorias câmera digital e celular foram premiados durante a 3° Festa da Sororoca, realizada em Matinhos entre os dias 17 e 19 de julho. As melhores imagens serão selecionadas e vão ganhar exposições itinerantes pelo município já a partir da próxima semana.

Samantha Jepp ficou em primeiro lugar na categoria digital com a foto “Sombreiro ao entardecer” e foi premiada com um MP3 Player. Davi Barbosa foi o segundo com “Praia Brava” e ganhou um ensaio fotográfico. A terceira colocação ficou com Ismael Rogeski, com a fotografia “Flamboyant”. Como premiação, ganhou um curso de fotografia básico. Na categoria Celular, os vencedores foram Melvim de Oliveira, com “Espelho Mágico”, Hyorrana Gonçalves, com “Snooker”, e Raquel Santos, com “Caiobá Pedras”. A premiação foi a mesma da categoria digital.

Para o organizador do concurso, Luiz Eduardo Geara, a participação e o resultado do concurso foram satisfatórios. Pessoas de áreas e idades diferentes se inscreveram. Para a maioria, Matinhos serviu de inspiração. “Apesar do tema livre, a cidade foi o foco de 90% dos trabalhos inscritos. Pode-se dizer que é a beleza de Matinhos que produz tantos entusiastas pela fotografia”, avalia Geara.

Seis jurados ligados ao mundo da fotografia elegeram as imagens vencedoras. “As escolhas seguiram um padrão regular, baseadas nos parâmetros de criatividade, estética e qualidade artística”, explica o organizador. Para Geara, o nível geral dos inscritos também foi alto. “A comissão julgadora identificou um alto nível de sensibilidade estética nas fotografias inscritas, ou seja, tivemos belas fotos, independente da técnica ou dos recursos dos equipamentos fotográficos utilizados”, diz.

Com o resultado, um novo concurso está sendo preparado para breve. A intenção é que os próprios moradores de Matinhos contribuam para recuperação, manutenção e restauração dos registros fotográficos do município. “Os concursos procuram incentivar a fotografia como elemento de desenvolvimento cultural e de transformação social na medida em que promove o exercício de olhar para a nossa região. Este olhar não é focado apenas na beleza estonteante de Matinhos e na história de sua evolução, mas também na crítica comportamental em busca de soluções para as questões quanto ao nosso relacionamento com o meio ambiente e com o outro”, completa Geara.

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Galeria

Irma e Biriba

Irma e Biriba por L.E. Geara

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