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O filósofo italiano Antonio Gramsci dizia que todos os seres humanos são filósofos. E isso porque todos nós formulamos intuitivamente perguntas fundamentais em busca de explicações para nossa existência e para o mundo. Apenas alguns de nós se tornam, porém, filósofos profissionais e, vinculados em geral às universidades, se dedicam ao estudo sistemático das perguntas fundamentais e das inúmeras respostas que a elas vêm sendo dadas desde que os gregos lançaram as bases da filosofia lá pelo século VI a.C.
Os livros da Bíblia, por exemplo, têm sido objeto de intenso trabalho filológico desde o século XVI, período em que se iniciaram suas traduções para as línguas modernas. Foi preciso, então, fixar um bom texto de referência a partir dos manuscritos antigos, trabalho que se estende até hoje como consequência da descoberta de novos manuscritos.
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http://www.parabolaeditorial.com.br/blog/entry/filologos-linguistas-e-gramaticos-2.html
Some say the world will end in fire, Some say in ice. . From what I've tasted of desire I hold with those who favour fire. . But if it had to perish twice, I think I know enough of hate To say that for destruction ice Is also great And would suffice. ROBERT FROST
Como se torna aquilo que se é
Salvos do fogo, avançamos instigados pelo espírito, de opinião em opinião, através da mudança de partidos, como nobres traidores de todas as coisas que podem ser traídas – e, no entanto sem sentimento de culpa. (Humano, demasiado humano).
A abdução é uma das três formas canônicas de inferência para estabelecer hipóteses científicas. As outras duas são a indução e a dedução. A abdução foi a noção que Charles Sanders Peirce adaptou, usando-a no suposto sentido aristotélico, e contemporaneamente é utilizada em pesquisas acadêmicas, principalmente na Semiótica e nas Ciências da Comunicação.
Na abdução utilizam-se certos dados para se chegar a uma conclusão mais ampla, como acontece nas inferências da melhor explicação.
Forma lógica:
Tem-se observado B (um conjunto de dados ou factos) e A podendo explicar B.
É provável que A esteja certo. Assim, a abdução é a inferência a favor da melhor explicação.
A hipótese A, ao ser verdadeira, explica B.

Nenhuma outra hipótese pode explicar tão bem B como A. Logo, A é provavelmente verdadeira.

O que está implicado não é uma função de verdade, mas antes uma relação de causalidade. A abdução estabelece a probabilidade da conclusão da inferência e não necessariamente a sua verdade.
O facto de um conjunto de dados B poder ser o efeito da causa A, pode não permitir inferir categoricamente uma ilação de A sobre B, dado ser uma causa possível entre muitas outras. O mesmo efeito pode ser consequência de diferentes causas. Mesmo naqueles casos em que a massa de dados disponível a favor de uma dada hipótese seja tão grande quanto possamos desejar, é sempre possível imaginar consistentemente que outra causa originou o conjunto de efeitos conhecido. A seleção de uma dada hipótese causal tem de depender de outros critérios de escolha, como por exemplo a simplicidade da explicação. Assim, o objectivo de um processo abdutivo é o de alcançar uma explicação para um determinado acontecimento ou conjunto de acontecimentos.
Um exemplo poderia ser ao se deparar com pegadas de um equino, estando num país não africano, a abdução mais provável seria de que esta marca pertencesse a espécie Equus ferus caballus, ou seja, um simples cavalo, do que uma zebra.

via: wiki
A indução consiste em afirmar acerca de todos, aquilo que foi possível observar em alguns. Ou seja, através de uma amostra definimos uma teoria genérica, incluindo elementos que não faziam parte dessa amostra/estudo. A indução faz a generalização, isto é, cria proposições universais a partir de proposições particulares. É, portanto, uma forma de raciocínio pouco credível e muito mais susceptível de refutação.

Indução em filosofia (Raciocínio/Método indutivo) é considerado o método de pensamento ou raciocínio com o qual se extraem de certos fatos conhecidos, mediante observação, alguma conclusão geral que não se acha rigorosamente relacionada com eles. Indução pode ser considerada também a inferência conjectural que conclui, da regularidade de certos factos, a existência de outros fatos ligados aos primeiros na experiência anterior.
Indução de Francis Bacon afirma que o cientista deve observar e descrever factos empíricos, organizar e transpor em uma linguagem matemática. A partir dai, salta-se das sensações particulares aos axiomas mais gerais e descobre axiomas intermediários, dando-se pouca ênfase à elaboração de hipóteses.
Espécie de argumento no qual a forma lógica válida garante a verdade da conclusão se as premissas forem verdadeiras.
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MODUS PONENS: modus ponendo ponens (em latim “a maneira que afirma afirmando”, MP ou modus ponens) ou a eliminação da implicação é uma válida e simples forma de argumento e regra de inferência.
Um dos mecanismos aceitos para a construção de provas dedutivas, que inclui a “regra de definição” e a “regra de substituição” modus ponens permite eliminar uma instrução condicional de uma prova lógica ou argumento e, assim, não levar esses antecedentes para frente em uma seqüência sempre crescente de símbolos; por essa razão modus ponens é às vezes chamado a regra do desapego. Enderton, por exemplo, observa que “modus ponens pode produzir fórmulas mais curtas de mais longas”, e Russell observa que “o processo de inferência não pode ser reduzido a símbolos. Seu único registro é a ocorrência de ⊦ q [consequente] … uma inferência é o lançamento de uma premissa verdadeira, que é a dissolução de uma implicação “.
Ele pode ser resumido como “P implica em Q, P é afirmado verdade, portanto, Q deve ser verdade.”
onde ⊦ é um símbolo que significa que Q é uma derivação sintática de P → Q e P em algum sistema lógico
O argumento tem duas premissas (hipótese). A primeira premissa é o “if-then” ou afirmação condicional, ou seja, que P implica Q. A segunda premissa é que P, o antecedente do pedido condicional, é verdade. A partir dessas duas premissas pode ser logicamente concluído que Q, consequente da afirmação condicional, deve ser verdade também. Em inteligência artificial, modus ponens é freqüentemente chamado de encadeamento de encaminhamento.
Qualquer regra Modus Ponens pode ser provada usando uma regra de Modus Tollens e transposição.
MODUS TOLLENS(Latim: modo que nega) ou negação do consequente, é o nome formal para a prova indireta.
ou em notação de lógica:
onde ⊦ representa a asserção lógica.
O argumento tem duas premissas. A primeira premissa é a condição se-então, nomeadamente que P implica Q. A segunda premissa é que Q é falso. Destas duas premissas pode ser logicamente concluido que P tem de ser falso. (Por quê? Porque se P fosse verdadeiro, então Q seria verdadeiro, pela premissa 1, mas não é, pela premissa 2)

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O Estado é um mediador da contradição entre a luta conflituosa e permanente que existe entre o capital e o trabalho.
A dominação, para Gramsci, tem duas faces: é exercida, por um lado, por meio da “coerção estatal”, representada pela aplicação das normas e leis; e, por outro, por meio do “consenso”, que é obtido através das ideias.
O passo seguinte – que, até hoje, não se realizou em termos práticos, ou seja, históricos – seria a construção de um modelo alternativo de regime ou sistema político fundamentado em uma nova base consensual e centrado nos interesses do proletariado.
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Sono pessimista con l’intelligenza, ma ottimista per la volontà.
(Antonio Gramsci, 19 dicembre 1929)
O conceito surgiu entre 1920 e 1930 com a intenção de criar um novo modelo de mercado, que visava a fabricação de produtos com curta durabilidade de maneira premeditada obrigando os consumidores a adquirir novos produtos de forma acelerada e sem uma necessidade real.
Sergei Eisenstein defines mise-en-cadre as “the pictorial composition of mutually independent cadres (shots) in a montage sequence.