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Animated Albums
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14/09/1983 – 23/07/2011
Aquilo que não nos mata, nos fortalece…
O vício não a fortaleceu… mas ela fortaleceu a música contemporânea… trouxe de volta ao hit parade, um refinamento vocal perdido há um bom tempo.
Pros que ficam…ela apenas trocou os tablóides pelas constelações.
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Hybris
Termo grego que significa o desafio, o crime do excesso e do ultraje.
Traduz-se num comportamento de provocação aos deuses e à ordem estabelecida.
A hybris revela um sentimento de arrogância, de soberba e de orgulho, que leva os heróis da tragédia à insubmissão e à violação das leis dos deuses, da pólis (cidade), da família ou da natureza.
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O conflito que nasce da hybris desenvolve-se através da peripécia (súbita alteração dos acontecimentos que modifica a ação e conduz ao desfecho), do reconhecimento (agnórise) imprevisto que provoca a catástrofe.
O desencadear da ação dá-nos conta do sofrimento (páthos) que se intensifica (clímax) e conduz ao desenlace. O sofrimento age sobre os espectadores, através dos sentimentos de terror e de piedade, para purificar as paixões (catarse).

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Pelos Traços de Poty – Making Of
crew and guests – photos: L.E.Geara

Andre Chesini
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ESSE EST PERCIPI doctrine:
…his original line of argument for immaterialism, based on the subjectivity of colour, taste, and the other sensible qualities, was replaced by a simple, profound analysis of the meaning of “to be” or “to exist.” “To be,” said of the object, means to be perceived; “to be,” said of the subject, means to perceive.
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in subjective idealism (philosophy);
…thus mere perceptions. The reality of the outside world is contingent on a knower. The 18th-century Anglo-Irish philosopher George Berkeley succinctly formulated his fundamental proposition thus: Esse est percipi (“To be is to be perceived”). In its more extreme forms, subjective idealism tends toward solipsism, which holds that I alone exist.
in epistemology (philosophy): George Berkeley )
…the other furniture of the physical world, exist only insofar as they are in the mind of someone—i.e., only insofar as they are perceived. For any nonthinking being, esse est percipi (“to be is to be perceived”).
According to this argument, all of the qualities attributed to objects are sense qualities. Thus, hardness is the sensing of a resistance to a striking action, and heaviness is a sensation of muscular effort when holding the object in one’s hand, just as blueness is a quality of visual experience. But these qualities exist only while they are being perceived by some subject or spirit equipped…
http://www.britannica.com/EBchecked/topic/193050/esse-est-percipi-doctrine
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Dilma “Cover” em Francisco Beltrão
Márcia Fonseca, da UTFPR de Medianeira – PR, foi assediada em Francisco Beltrão – PR por sua semelhança com a presidente. Como Dilma não compareceu ao evento programado, Márcia acabou roubando a festa em prol das reivindicações dos técnicos da UFPR e da UTFPR.
fotos: L.E.Geara
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Nietzsche – Errata por Paulo Ghiraldelli Jr.
Primeiro erro: Nietzsche despreza as mulheres. Não. Errado mesmo! Nietzsche tinha apreço por Lou Salomé, talvez até mais que apreço. Admirava as mulheres.
Agora, em seus escritos filosóficos, a “mulher” é um personagem (trans-histórico) que se encaixa na sua tipologia dos “fracos” ou “doentes” ou “escravos” ou “servos” ou “homem moderno” ou “cristão” ou “socialista” ou “feminista” ou “judeu”. Qual foi o papel desse tipo? Um dos principais: ter feito a primeira “transvaloração de todos os valores”. Ou seja, em termos éticos: ter instituído a moral da prudência em detrimento da moral da honra. Em termos epistemológicos: ter instituído a atividade racional em detrimento do uso dos instintos. Em termos cosmológicos: ter colaborado com a vontade de potência no que esta empurrou as forças reativas. Em termos de filosofia da história: ter dado alimento ao niilismo. Em termos filosóficos amplos: enquanto elemento fraco, ter colaborado com os criadores da metafísica.
Segundo erro: Nietzsche foi nazista antes do nazismo. Não. Errado, errado, errado! Nietzsche foi um dos primeiros pensadores contemporâneos – e talvez por isso ele seja um dos filósofos do final do século XIX que os filósofos ainda lêem no início do XXI – a criar uma filosofia efetivamente perspectivista e, por isso, pluralista. A epistemologia de Nietzsche é de um pragmatismo avant la lettre e, então, necessariamente perspectivista.
Nietzsche nunca acreditou que poderíamos falar em conhecimento ou saber a partir de uma visão “do Olho de Deus”, muito menos uma visão “relativista”. Teríamos de ir escolhendo visões, compondo visões, complexificando visões – mas sempre seria antes visões que visão, nunca uma única compreensão absoluta. No meu jargão rortiano: Nietzsche sempre achou que sem redescrições não faríamos o que ele dizia, mais ou menos, que eram “experiências do pensamento”. Uma filosofia deste tipo não poderia nunca coadunar com o totalitarismo, que exige unidade de doutrina e de olhar.
Terceiro erro: o Übermensch de Nietzsche pode ser assimilado a qualquer coisa como super-homem. Não deve. O Übermensch não pode ter qualquer característica humana. Portanto, é complicado falar em super-homem, uma vez que o super-homem tem algo de homem. Além-do-homem é uma tentativa melhor, pois indica de modo mais fácil que é algo que pode não ser humano.
O homem é um ser que valora – assim escreveu Nietzsche. O que ele queria é que pudéssemos eliminar de uma vez por todas os seres que valoram, pois valorar é uma atividade não autêntica, e certamente, não é boa coisa, não nos fez o que existe na terra melhor ou mais feliz. Agora, é errado achar que Nietzsche, não sendo metafísico – de fato a tese de um Nietzsche metafísico, de Heidegger, é controversa –, não poderia falar em Além-do-homem. Este não seria um ponto fixo, metafísico, num futuro. Ele apenas seria o que está … além. Este além não precisa estar em um plano metafísico. Meta-física é além-da-física (ou aquém, depende de como olhamos), mas além do homem (físico) não é metafísico.
Paulo Ghiraldelli Jr.
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O prazer da destruição é um prazer criador
Nietzsche nos dá o “Eterno Retorno” como uma saída, que consiste na busca da criação por meio da destruição, somente nesta complementação poderemos transcender e reafirmar a vida em detrimento dos valores que teriam envenenado a humanidade. Talvez seja isto que levou Heidegger a afirmar que Nietzsche foi o niilista mais contundente dentre todos os niilistas: na esperança de “curar a civilização de um niilismo decadente” cria-se uma hipótese niilista ainda mais aterradora e inescapável. (Jefferson Nunes)
O ímpeto destruidor
Entre os teóricos do terror destacam-se o anarquista Bakunin e Netschaiev, cujo lema era: “O prazer da destruição é um prazer criador”. Em seu Catecismo Revolucionário, ambos afirmam que o revolucionário “despreza e odeia a moral da sociedade moderna em todas as suas formas e fundamentos. Considera como moralmente justificado tudo quanto favoreça o triunfo da Revolução.
Todos os sentimentos emolientes do parentesco, da amizade, do amor, da gratidão, até mesmo o de honra, devem ser sufocados nele por uma paixão fria pela causa da Revolução. […] Dia e noite ele só deve ter um único pensamento, um único objetivo: a destruição implacável”. Esse ímpeto destruidor, mola do terrorismo, é o denominador comum presente na Revolução Francesa de 1789, na Revolução Comunista de 1917 e no nazismo hitlerista.
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