Cia. de Teatro da UFPR – Litoral

Commedia dell’Arte

Apresentação da Companhia de teatro da UFPR – Litoral no terminal rodoviário em Paranaguá – novembro de 2010.

Foto: L.E. Geara

Foto: L.E. Geara

Foto: L.E. Geara

Foto: L.E. Geara

Foto: L.E. Geara

Foto: L.E. Geara

Foto: L.E. Geara

Foto: L.E. Geara

Foto: L.E. Geara

Foto: L.E. Geara

Foto: L.E. Geara

Foto: L.E. Geara

Foto: L.E. Geara

Foto: L.E. Geara

Foto: L.E. Geara

Foto: L.E. Geara

Foto: L.E. Geara

Foto: L.E. Geara

Foto: L.E. Geara

Foto: L.E. Geara

Foto: L.E. Geara

Foto: L.E. Geara

Foto: L.E. Geara

Foto: L.E. Geara

 

Posted in Body | Leave a comment

10 segredos do Windows XP

O Windows XP é cheio de segredos, alguns bem interessante, outros bem curiosos…

1) Abra o Notepad.
Digite o texto “Bush hid the facts” traduzindo: Bush esconde os fatos.
Salve com um nome qualquer e feche o programa.
Quando você abrir novamente o arquivo a mensagem estará mudada.

2) Crie uma nova pasta na área de trabalho e coloque o nome de “con”  ou de “aux”sem aspas.
Você não vai conseguir.

3) Se você esta procurando um símbolo em uma fonte para usar no Word e não acha, você pode  desenha-la.
Vá em iniciar em seguida em executar e digite o comando “eudcedit” sem aspas.

4) Freecell: Pressione “Ctrl+Shift+F10″ durante o jogo. Irá surgi uma caixa de diálogo com três opções  Abort, Retry e Ignore.
Clique em Abort em seguida clique em qualquer das cartas para ganhar.

5) Truque Paciência: Pressione “Alt+Shift+2″ durante o jogo, para ganhar.

6) Campo minado: Trave o tempo no Campo minado pressione a tecla (Windows+D).

7) Pinball: Quando abrir o jogo digite sem aspas: “bmax” para esferas ilimitadas, e “hidden test” com espaço esse código faz com que aonde a seta do mouse for a bolinha também vai.
Depois que você digita “hidden test” tem outro macete aperte a letra “R” para ser promovido, e a letra “H” que faz aparecer a tela de recorde ai e só você digitar seu nome com 1,000,000,000 de pontos.

8 ) Microsoft Word (A ligeira raposa marrom ataca o cão preguiçoso)
Digite no Word: “=rand(200,99)” sem aspa em seguida pressione enter no final do texto.

9) Abra o Windows Explorer
Cole isso “C:\Windows\system32\oobe\images\title.wma” na barra de endereço e aperte enter, veja que música estranha, de onde é isso? (O texto deve ser digitado sem aspas)

10) Abra o prompt de comando e digite telnet towel.blinkenlights.nl.
(Se você usa um firewall pode ser necessário aceitar conexões da Internet, mas não se preocupe, aceite e divirta-se. )

Brinde: Se segurar Windows+E (Abrir o Windows explorer) por 30 segundos ou mais, acho que vai precisar reiniciar…

http://www.encontreonline.com/2010/10/conheca-10-truques-e-segredos-bem.html

Posted in Body | Leave a comment

Ouça com os olhos, veja com as orelhas!

Silversun Pickups – The Royal We  – version  http://www.farstormproductions.com/

 

Silversun Pickups – Dream at Tempo 119 – version  http://www.farstormproductions.com/

 

Silversun Pickups – The Royal We  – Original Band Version

Posted in Body | Leave a comment

What Anarchy Logo Is Not

While I have no bone to pick whatever with the venerable black star, I thought to make this small gift to the community of Anarchopedia in recognition of their kind tolerance.

This is not a logo of any kind; it is the anti-logo — non-standard, ill-formed, hastily drawn. Ideally, it should not be preserved as a PNG image on Anarchopedia, Itself — or anywhere else. Look on it for a minute or a week, then burn it. Perhaps if the mood strikes you later, you might spray it on the side of a bus or congresscritter.

The circle is not closed because it does not exclude. The letter leans to the left but does not point there. The ends of the lines violate the circle because they respect no boundaries. In particular, it bears no kinship to the discredited “Total Nuclear Disarmament” / “Mercedes-Benz” logo hijacked by the same team that brought you mall storefront tie-dye teeshirts.

This is not a logo; and if you see something that looks something like it, that has been nicely cleaned up or carefully grunged up, you will know the Machine has been there, and you will pass it by; if you see it often, it will be time to scrawl a new graffito and forget this one ever meant anything.

Discussion about terms of use is ongoing | 4th General Meeting
Posted in Body | Leave a comment

ignoratio elenchi

Expressão latina também conhecida como a falácia da conclusão irrelevante. Trata-se de um argumento em que se prova uma coisa diferente do que está em causa. Veja-se o argumento: “É através dos impostos que o governo arranja dinheiro para ajudar os cidadãos mais carentes; mas, dado que ainda há muitas pessoas com carências, o governo deve aumentar os impostos”. Este argumento não prova o que pretende, ou seja, que as carências dos cidadãos se resolvam com a subida de impostos. Pode ser até que o aumento de impostos coloque em situação de carência algumas pessoas que não estavam nessa situação. AA

Posted in Body | Leave a comment

Sk8 bit – Video

Posted in Body | Leave a comment

Silent Star Wars

Posted in Body | Leave a comment

Galeria: “O Anoitecer no Éden” por Marcel Fernandes

A distopia apresentada por Marcel Fernandes, convida a uma digressão por emoções de matizes saturados, por florestas urbanas  povoadas por aves que testemunham e adornam o paroxismo de um ideal social perdido, e por indivíduos cujos dramas pessoais são amplificados por máscaras que explicitam mais do escondem.

Paralelos entre Bosh e Basquiat,  Guernica e o Grito, o  expressionismo e o grafite, o dia e a noite, revelam o paraíso que adormece, que se decompõe, que se expõe e se ignora e que também tentamos ignorar, mas a arte de Marcel não nos permitire.

Jardim do Éden

O Anoitecer do Éden – Casa Brasílio Itiberê – Paranaguá – PR [Curadoria de João Henrique do Amaral – Texto e Fotos: L.E. Geara] até 30 de novembro de 2010.

Posted in Body | Leave a comment

Galeria

Leonardo Cossio: Instrutor de Kite Surf – Matinhos PR

Posted in Body | Leave a comment

O 4o. Mundo

Os três pilares teóricos e práticos do Manifesto Quarto Mundista

I – A teoria econômica da Cauda Longa. O termo Cauda Longa foi criado em 2004 por Chris Anderson, editor-chefe da revista Wired, e se popularizou através de um livro que ele escreveu intitulado The Long Tail. Em seu livro, Anderson analisa as alterações no mercado econômico, sobretudo na indústria cultural, em que ocorre um fenômeno de migração da cultura de massa para a cultura de nichos devido a convergência digital e da Internet, o que implica em um novo padrão de comportamento por parte dos consumidores.

O primeiro ramo da indústria cultural a sentir o impacto da Cauda Longa foi o da música, mas ela já está afetando em maior ou menor grau outros segmentos, como os quadrinhos. Dentro do escopo dessa nova economia, fenômenos de venda como os X-Men do Jim Lee ou a Chiclete com Banana (para citarmos um exemplo nacional) dificilmente voltarão a acontecer. Cada vez mais deixaremos de ter esses grandes “hits” de vendas assim como teremos uma queda nas tiragens, ao mesmo tempo em que haverá um crescimento no número de títulos. Dentro da Cauda Longa, o custo de manutenção de um produto muito procurado é igual ao custo de manutenção de um produto procurado apenas por um número mínimo de consumidores, então nichos que antes eram ignorados pelas editoras passam agora a ter grande valor econômico.

Então o que mais interessa para o Quarto Mundo na Cauda Longa é que em um mercado de nicho, como é o caso dos quadrinhos independentes, o que importa não é a quantidade, mas a variedade. Ou seja, mais vale termos 100 revistas com tiragem de mil exemplares do que uma única revista com tiragem de 100 mil. O lucro que você obtém vendendo um exemplar de cada uma dessas 100 revistas é o mesmo que você teria vendendo 100 exemplares de uma única revista, mas as chances de você vender um exemplar de cada uma são maiores do que você vender 100 de uma, principalmente porque você pode vender diferentes revistas para uma única pessoa, mas não pode vender a mesma revista várias vezes para essa mesma pessoa (a não ser que ela tenha um sério problema de memória). Sem contar que com uma ampla variedade de títulos, as chances de o leitor se interessar por pelo menos um deles são bem maiores. Enfim, como as tiragens de nossas revistas são pequenas não há como ganharmos na economia de escala, mas através do coletivo e aplicando o modelo da Cauda Longa podemos potencializar os nossos ganhos com a economia de escopo.

The Dark Kight – Brandon Schaefer
Transformers
Dr. Caligari – Krauss

II – Lei de Sturgeon, Theodore Sturgeon foi um autor de ficção científica que em resposta a um crítico literário que falou que a maioria das coisas que eram produzidas de sci-fi eram medíocres, disse que ele estava certo, 90% da produção em sci-fi é de fato medíocre, mas isso porque 90% do que é produzido em toda literatura também é.

Essa lei dos 90% de produção medíocre para os 10% de produção genial, apesar de se tratar de um pensamento hiperbólico, pode ser aplicada a qualquer mercado cultural. Em geral, o que chega ao Brasil é apenas a nata da produção mundial, então não percebemos a quantidade de títulos medíocres que todo e qualquer mercado possuí, seja o norte-americano, o europeu, o japonês, etc. E não seria diferente com um possível mercado brasileiro.

O problema é que o leitor brasileiro também só percebe a nata da produção mundial, e quando olha para as tentativas de produções brasileiras querem que essas produções já tenham logo de cara a genialidade que encontram nessas produções mundiais. Mas essas produções só chegaram a essa genialidade porque foram forçadas a superar os 90% de seu próprio mercado. É quase que um darwinismo aplicado.

Sendo assim, para termos uma boa quantidade de títulos brasileiros nos 10%, será preciso antes que tenhamos uma quantidade maior ainda de títulos nos 90%.  Por isto quanto mais gente publicando tivermos, mais acirrada será a “competição” entre eles, forçando o nível de qualidade de todo mundo a aumentar se quiser não ser deixado pra trás. Não devemos ser ingênuos, muitos não conseguirão sobreviver (o que não impede seus editores de tentarem de novo, com outras propostas e abordagem), mas as que sobreviverem, terão um nível de qualidade tão alto, que serão capazes de disputar frente a frente com os títulos gringos, quiçá, no próprio mercado deles.

III – O último pilar do Quarto Mundo refere-se a própria organização do coletivo com base em um modelo em que não existem hierarquias e nem mesmo um comando central, estimulando deste modo uma colaboração livre e aberta entre seus integrantes. Esse modelo de organização baseado na colaboração mútua é chamada na nova economia de peer production, ou simplesmente peering. As primeiras aplicações de peering se deram no campo da tecnologia, em especial, na de softwares de código-aberto, como é o caso do sistema operacional Linux, mas hoje em dia esse tipo de organização já se espalhou para outros setores da economia. E a tendência é que cada vez mais se abandone as organizações hierárquicas e se passe a adotar uma organização horizontal.

Então dentro desse modelo de organização, cada quadrinistas no Quarto Mundo é como se fosse uma célula de um organismo maior, que é o próprio coletivo. Como uma célula, cada um sabe a sua função para manter esse organismo vivo. Algumas células podem ter maiores atribuições do que outras, mas não há relação de superioridade ou inferioridade entre elas.

Cadu Simões      http://www.4mundo.com

Posted in Body | Leave a comment

Janela Albertiana

Nome dado ao recorte de uma imagem,a porta que simula o espaço tridimensional. A forma retangular que é a sua naturalização máxima: percebe-se a imagem como um fato em si, desconsiderando tratar-se de um recorte. No caso da fotografia, vê-se a imagem como um pedaço da realidade (a mesma fotografia, apresentada dentro de um recorte oval, por exemplo, implicaria, de imediato, sua artificialidade). De Joseph Albert, fotógrafo alemão ( 1825 – 1886).

– O desenhista Invisível – Julieta Cabral (ed. Folha Seca – 2007) –

Pony Swim - arte de Marissa Textor

Posted in Body | Leave a comment

Jim Morrison – Todos os Poemas

All the poems…

ACT I
All the poems have wolves in them,
all but one … the most beautiful one of all.
She dances in a ring of fire
and throws off the challenge with a shrug.
“Who did you right that one for?”
“I wrote it for you.”

ACT II
All the poems have wolves in them,
all but one … the most beautiful one of all.
I hope you go out smiling
like a child into the cool remnant of a dream,
the angel man finally claimed his benevolent soul.
Ophelia, leaves sudden and silk
chlorine dream … mad stifled witness.
“This is the strangest life I have ever known.”

 
                       Jim Morrison

 

(versão do filme The Doors)

I –  Todos os poemas contém lobos

Todos menos um

O mais belo deles.

Ela dança em um círculo de fogo

e desdenha do perigo com desprezo.

II – Todos o poemas contém lobos,

Todos menos um,

O mais belo de todos.

Espero que saia sorrindo

como uma criança no que restou do sonho.

O homem anjo finalmente pleiteou

sua alma benevolente.

Ofélia!

Deixe o inesperado na seda.

A glória, no sonho.

Louca, sufocada testemunha.

Posted in Body | Leave a comment

Inauthentic Life

Astronauts

Posted in Body | Leave a comment